12 de novembro de 2005

Profissão de Fé

Neste momento Lisboa assiste a uma gigantesca demonstração de fé.
A imagem de Nossa Senhora de Fátima desfila em procissão entre a Igreja de Nossa Senhora de Fátima e a Praça dos Restauradores. Nesse precurso não cabe nem mais uma agulha. É impressionante.

A vista destas imagens já está a pôr os cabelos em pé aos cães raivosos jacobinos, que remetidos ao exercício da escrita, ainda não perderam a "esperança" de mandar umas bombas para dentro de Igrejas e procissões como estas, como era costume no tempo em que mandava o seu "Santo Protector", o porco Afonso Costa.

A canalha Jacobina está, neste dia 12 de Novembro, assanhada como cães raivosos e babam esta escrita nojenta, que abaixo transcrevo, própria para ser escrita em papel higiénico, pois só assim lhe poderiamos dar alguma utilidade.

"[...]Hoje, a Senhora de Fátima está em Lisboa, rodeada de padres, bispos e outros ociosos, à espera de a levarem a percorrer o caminho das prostitutas, proxenetas e carentes sexuais que arriscam a SIDA, a hepatite, a blenorragia e a sífilis.[...]

[...]O patriarca Policarpo vai consagrar Lisboa à Virgem Santíssima como quem adjudica uma ilha tropical para oferecer à amante. Consagrando-lhe a cidade, oferece-lhe crentes e ateus, virgens e delambidas, polícias e ladrões, drogados e passadores, igrejas e lupanares, casinos e escolas, como se a cidade fosse uma coutada da ICAR e as pessoas os animais de um jardim zoológico de que a diocese fosse a proprietária.[...]

[...]Um destes dias o xeique Munir sai desembestado da mesquita para consagrar a cidade a Maomé e, se a moda pega, solta-se da sinagoga um rabino que consagra Lisboa a Yavé.[...]

Mas que prosa raivosa de alguém que não tem fé, mas mantém "esperança" no seu nome.

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