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4 de maio de 2010

Fabuloso Cartoon Aberto ao Sócrates



Obrigada Lucy Pepper
O teu Português literário é muito superior ao Inglês Técnico do Sócrates

28 de março de 2009

Podia ter atirado as culpas para o Trânsito

Deselegante!
É o mínimo que podemos dizer da justificação do atraso do casal Sócrates/Câncio na estreia de uma Ópera no Centro Cultural de Belém.
Um casal cuja maior ambição é transformar o país naquilo que eles pensam ser "A Europa", deviam saber que na "Europa" quem chega atrasado a uma Ópera fica à porta e só pode entrar quando muda o acto.
A vaia que o casalito foi brindado não teve a ver com a politica seguida pelo governo presidido pelo elemento masculino do casal, nem sequer com alguma noticia opinativa escrita pelo elemento feminino. A vaia deveu-se única e exclusivamente ao facto de o público presente ser conhecedor e exigente no que toca às regras de etiqueta operática, coisa que o casal Sócrates/Câncio evidentemente desconhece.

12 de fevereiro de 2009

25 de janeiro de 2009

Porto Livre - Livre Destruição

Quando Sócrates foi eleito, Pedro Almeida Vieira congratulou-se, não por ser seu apoiante, mas sim por Portugal ter como Primeiro-Ministro alguém com consciência ecológica.
Na altura comentei dizendo que a consciência ecológica de Sócrates se limitou a uma estratégia de aumentar a sua popularidade através da utilização da Ecologia como uma Bandeira. Afirmei ainda que no seu mandato à frente do governo, a "ecologia" seria convenientemente metida dentro da gaveta.
Constato que não me enganei na minha previsão. Nunca mais Sócrtates empunhou a bandeira ecológia, como aliás a queimou, através dos chamados PIN, Decreto-Lei que, ironicamente, serviu para aprovar silenciosamente muitos dos projectos que tinha "chumbado" com grande alarido mediatico enquanto Ministro do Ambiente.

No caso do Freeport, um Estudo de Impacto Ambiental aprovado em 30 dias, quando este tipo de processos demora 180 a 270 dias, e no mesmo dia em que a principal condicionante foi revogada por Decreto e a três dias de uma eleição antecipadamente perdida significa o quê?
Que o processo foi transparente e regular?
Mas este Primeiro-Ministro acha que os Portugueses são parvos?

12 de junho de 2008

Porreiro, Pá

O Estado Português, maior caloteiro nacional, cujos atrasos nos pagamentos raiam o escândalo mundial, chegando a ter prazos de pagamento que talvez só o Zimbabwe de Mugabe os ultrapasse, acordou com as empresas de transporte, entre várias medidas, a obrigatoriedade de os prazos de pagamento dos clientes das empresas de transporte seja de 30 dias. O incumprimento do prazo de pagamento constitui contra-ordenação punível com coima, a processar pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres.

Naturalmente que ao assinar este compromisso, o Governo pensa em aplicar aos possíveis, e naturais, incumprimentos por parte do estado deste acordo as mesmas contra-ordenações que foram aplicadas a António Nunes e José Sócrates por não terem respeitado a Lei de Proibição de fumar.

17 de maio de 2008

Este Blogue declara-se.....

CALVINISTA RADICAL

11 de janeiro de 2008

Poque é que o Aeroporto foi para onde foi

Dialogo imaginário entre José Sócrates (JS) e Mário Lino(ML) ontem de manhã.

JS: Bute aí Lino. Vamos dar a conferência de imprensa para anunciar a Ota como localização do Novo Aeroporto.

ML: (Admirado) Zé! Pela primeira vez vais cumprir uma promessa. Não acredito!
JS: Ena pá! Não me tinha apercebido! Isso não pode ser. Se até agora não cumpri nenhuma e não me parece que venha a cumprir mais alguma. A Ota vai ficar uma mancha indelével na minha governação.
Por isso, o Aeroporto vai ter de ser em Alcochete.
ML: Jamé, Jamé, Jamé.
JS: Pois é Lino, Jamé, Jamé cumprir promessas

25 de abril de 2007

Tudo bons rapazes


7 de abril de 2007

Feliz Páscoa da Cidadania

Via Sacra, atribuída ao atelier de Manoel da Costa Athaíde, pintor nascido em Minas gerais. Contemporâneo de António Francisco Lisboa, o Aleijadinho
Estamos em plena época da Páscoa, para os cristãos é a celebração da Ressureição de Jesus Cristo, ou seja celebra-se a vitória sobre a morte. Para os Judeus, a Páscoa (Pesach) é a celebração da libertação e fuga do Egipto do escravizado povo Judeu, liderado por Moisés. A Páscoa é, para a civilização ocidental uma celebração de vitória.

Esta Páscoa que hoje vivemos é também uma celebração de uma vitória, uma vitória da cidadania portuguesa contra uma classe dirigente completamente desligada daqueles que os elegeram e pela qual sentem muito pouco respeito.

Nesta Páscoa não podemos passar sem a leitura do postal de António Caldeira - Páscoa da Cidadania, a partir do qual fiz o título deste postal.
Nesta Páscoa também não podemos passar sem o artigo de opinião que José Pacheco Pereira escreveu hoje no Público. Surpreendeu-me bastante pela positiva, Pacheco Pereira, usualmente tão crítico com os seus companheiros da Blogosesfera, escreveu hoje um excelente elogio do trabalho realizado desde há dois anos por António Caldeira. Pena é que durante dois anos, Pacheco Pereira tenha primado pelo silêncio, sobretudo quando António Caldeira enfrentou os tribunais.
Hoje em dia não há lugar para políticos sem nível e sem classe. Hoje em dia não há lugar para aprendizes de ditadores, Salazares de baixa estatura moral e cívica que acham estar a salvo de criticas através de benesses, lugares e pressões sobre quem tem poder de influência da opinião pública.
Hoje em dia qualquer cidadão tem os meios de fazer chegar à opinião pública imagens, documentos que possam comprometer um político ou qualquer outro vulto público. Estes terão forçosamente de se adaptar ou sair de cena.
A realidade tecnológica de hoje em dia não se coaduna com esqueletos escondidos no fundo do armário, há sempre maneira de dar a volta à fechadura e abrir as portas. Isto é válido tanto para os políticos como para a estratégia dos próprios países, se os blogues estão, a pouco e pouco, a mudar os velhos hábitos dos políticos, outras ferramentas tecnológicas disponíveis à distancia de um clique, podem mostrar realidades que certos governos pretendem esconder. Com o Google Earth, podemos esquadrinhar a superfície de todo o mundo, ver com enorme detalhe as bases militares Russas e Norte-Americanas e as obras dos complexos nucleares do Irão. Coisas que enquanto puderam ser escondidas dos olhos da opinião pública e dos governos adversários, contribuíram enormemente para guerras e escaladas armamentistas.
Mas o que se passa hoje em dia não caiu do céu, é um movimento que se desenvolve desde há pelo menos 150 anos. O advento da fotografia mudou o mundo. Antes da Fotografia as batalhas eram retratadas em enormes épicos quadros, que mostravam uma batalha sempre heróica e sobretudo limpa.
Na Guerra da Crimeia, a fotografia não representou o lado heróico e romantico da guerra, mostrou o seu verdadeiro lado, mostrou os mortos a serem comidos pelas moscas, mostrou os soldados em condições inimagináveis de higiene e salubridade e a morrerem de disenteria, mostrou um inferno na terra.

Lentamente o desenvolvimento tecnológico começou a mudar as mentalidades, mas até bem recentemente a divulgação destas e outras verdades dependia de um meio que as pudesse fazer chegar ao grande público. Durante 150 anos este meio foi a comunicação social. Primeiro os jornais, depois a rádio e mais tarde a televisão. Estes meios representavam a última fronteira passível de ser controlada pelo poder governamental.
Por isso é que a mudança de mentalidades começou primeiro nos Estados Unidos e Grã-Bretanha, países vincadamente liberais onde o controlo dos meios de informação foi sempre diminuto ou até mesmo inexistente. Gradualmente este controlo foi perdendo força em muitos países, há medida que os ventos da liberdade e democracia se espalharam pelo globo.
O que há de novo actualmente é que o desenvolvimento tecnológico acabou com os meios de comunicação social, como a última fronteira onde o controlo pelo poder era possível.
Hoje em dia com os Blogues e meios como o You Tube e outros similares qualquer pessoa pode emitir a sua opinião, pode fazer a sua noticia, pode desmascarar uma mentira ou uma grosseira falta de nível e educação como a protagonizada pela nossa Ministra da Educação no passado Fim-de-Semana em Santa Maria da Feira.

Estamos a entrar numa nova época, época essa que contribuirá para uma liberdade global, onde quem quiser ser figura pública terá que medir bem tudo aquilo que faz, tudo aquilo que diz e sobretudo, não poderá ter nada a esconder.
Estou certo que esta nova perspectiva encerra riscos e pode dar azo a abusos, mas globalmente a sociedade será mais livre menos complexada e por isso bastante melhor.
Tenham uma boa Páscoa e sejam Bons e Responsáveis Cidadãos