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9 de março de 2011

Sobre o Discurso de Cavaco



C'est étrange,
Je ne sais pas ce qui m'arrive ce soir,
Je te regarde comme pour la première fois.
Encore des mots toujours des mots
Les mêmes mots
Je ne sais plus comme te dire,
Rien que des mots
[...]
Mais c'est fini le temps des rêves
Les souvenirs se fanent aussi
Quand on les oublie
Tu es comme le vent qui fait chanter les violons
Et emporte au loin le parfum des roses.
Caramels, bonbons et chocolats
Par moments, je ne te comprends pas.
Merci, pas pour moi
Mais tu peux bien les offrir à une autre
Qui aime le vent et le parfum des roses
Moi, les mots tendres enrobés de douceur
Se posent sur ma bouche mais jamais sur mon coeur
Une parole encore.
Paroles, paroles, paroles

Os “OUTROS” que nos lixam e o “OUTRO que nos irá salvar

Quando sucede alguma desgraça no nosso país a culpa é sempre de “OUTROS” que estejam mais à mão.

E que são estes “OUTROS”?

Na grande maioria das vezes, quem acusa não faz a mínima ideia de quem são esses “OUTROS”.

Os “OUTROS” têm variado ao longo do tempo, é uma espécie de moda. No passado distante eram os Judeus, mais recentemente, na 1ª República eram os Thalassas (Monárquicos). No período seguinte passaram a ser os Comunistas aos quais se juntou, a partir de meados dos anos 60, o resto do mundo e assim foi até 1975, orgulhosamente sós! Não havia desgraça que fosse culpa nossa. Éramos como um condutor em contra-mão numa auto-estrada que telefona para as autoridades a alertar para as dezenas de veículos que circulam ao contrário.

A partir de 1974 o espectro alargou-se. A culpa pelo que corria mal era atribuída aos Fascistas e seus sinónimos (Sociais-Fascistas, Capitalistas, Monopolistas, Revisionistas, Reaccionários, etc). Os outros pertenciam sempre a um grupo indefinido que ninguém admitia pertencer. O supra-sumo da indefinição dos outros chegou com Cavaco Silva e as suas terríveis “Forças de Bloqueio”.

E como pode uma pessoa escolher um grupo de “OUTROS” quando sente a corda a apertar na garganta?

Em primeiro lugar tem de escolher um grupo ou termo que possa ser percepcionado pelo povo como responsável sem grandes perguntas e de preferência que seja tão indefinido que mesmo que alguém dele faça parte não o saiba, ou que não tenha qualquer porta-voz. Exemplos: Os “Especuladores”, ou os “Mercados” .

Apenas devemos nomear um grupo bem definido de pessoas, caso este não reaja, ou não seja imediatamente perceptível pelo cidadão comum. Exemplo: a “Maçonaria”, o “Patronato” ou, para quem não está na política, os “Políticos”. A Maçonaria é sempre útil, pois devido ao seu secretismo não responde, ou se o faz, na pessoa do Grão-Mestre, este ao desmentir geralmente convence o povo que efectivamente é o culpado. O mesmo se passa com o “Patronato” e ainda mais com os “políticos”.

Os mais radicais podem escolher os “Judeus”, mas como hoje em dia são muito poucos em Portugal e ninguém os distingue na rua, só servem para justificar as desgraças dos Árabes. Os mais rascas podem ainda escolher os tradicionais “Pretos” e os recém-chegados “Chineses”. Mas estes apenas servem para as caixas de comentários do Correio da Manhã.

Os “OUTROS” também podem ser pessoas individuais, mas neste caso importa seguir duas regras. Convém estarem mortas ou então serem tão atacadas que não vão reparar naquilo que dissermos. No primeiro caso temos o “Salazar”, que como sabemos continua a ser responsável por quase todas as desgraças de Portugal, mesmo aquelas que sucedem 40 anos após a sua morte. No segundo caso temos o “Bush”, que continua a ser culpado de tudo e mais alguma coisa, desde a guerra do Iraque até à constipação que apanhámos recentemente.

Resumindo, quando queremos um “bode expiatório”, ou seja sempre, é melhor escolhermos uma entidade desconhecida, indiferenciada para ser os “OUTROS”. Algo meio envolto em nevoeiro tal como sucedâneo desta cultura, personificada em D. Sebastião a entrar na barra do Tejo numa manhã de nevoeiro . É o “OUTRO” que nos virá salvar.

Ao contrário dos “Outros”, a este outro não têm faltado candidatos que geralmente perdem rapidamente as graças da nação. João Franco, Afonso Costa, Cavaco, Sócrates tentaram-no ser mas com nulos resultados. Salazar conseguiu iludir durante 10-15 anos (graças ao trabalho desenvolvido por o “outro” Afonso Costa, diga-se), mas de nada nos valeu. Nos últimos 25 anos, a figura do “Outro” foi ocupada pela “Europa”, uma figura que a classe política nunca quis explicar aos Portugueses, e que subliminarmente foi percepcionada como “O-sítio-de-onde-vem-o-dinheiro-e-por-isso-não-podemos-dizer-mal”. E graças a ela os Portugueses deitaram-se à sombra da bananeira e viveram, feliz e despreocupadamente, pois em caso de problemas a “Europa” ali estava para resolver.

A crise económica e a Senhora Merkel encarregar-se-ão de passar a “Europa” do “Outro que nos vinha salvar” para os “Outros que nos estão a lixar”, coisa que em si mesma não é nenhuma surpresa. Aconteceu a todos que quiseram ser o “Outro”.

Mas a verdadeira crise que vivemos não é a dívida pública, nem a privada, nem a taxa de juro, muito menos a taxa de desemprego. Os Portugueses sentem-se em crise e estão deprimidos e sem ponta de ânimo, pois por mais que dêem voltas à cabeça não conseguem, pela primeira vez na História, vislumbrar um novo “Outro que nos venha salvar”.


Texto escrito para responder ao amável convite do Delito de opinião.

10 de janeiro de 2011

O outro lado do Espelho do "Glamour"

Todo o país ficou chocado com o sucedido a Carlos Castro. Aquilo que, o agora aspirante a Sing-Sing fez tem explicação! Mas não tem desculpa, nem qualquer atenuante.

Antes de me alongar, importa refirir que não gostava da “figurinha” Carlos Castro. Era uma “bichona” nojenta, com a mania que era bom e era desprovido de qualquer pontra de ética, ao ser cronista social e agenciador de “famosos” para festas. Os seus agenciados eram elogiados e os “agenciados” por outrem, eram criticados, acintosamente na maioria das vezes. Mas aquilo que lhe aconteceu, eu nãoo desejo nem ao meu pior inimigo.

A morte de Carlos Castro revela uma ponta do iceberg da manipulação de sonhos de uma certa juventude, que apenas aspira a uma vida de ócio, debaixo das luzes da ribalta, sempre em festas e com dinheiro fácil. Para quem não tem “pedigree” ou dinheiro, a entrada nesse mundo tem de ser feita através de uma muleta, como a profissão de Actor ou de modelo.

Mas para aceder a essas “muletas”, é necessário ter um “padrinho” ou tio (no caso de Carlos Castro). São geralmente pessoas do meio, gays ou hetero, homens ou mulheres, que dominam os cordelinhos dos “castings”, escolhendo a dedo, os jovens que, não sabendo representar, possuem dois dedos de cara e corpo. Estes “Padrinhos” prometem sucesso e entrada no mundo das festas a troco do controlo total da sua vida profissional e afectiva.

Quantos dos “Moranguitos e Moranguitas” (jovens actores e actrizes) conseguem os seus papeis em novelas, sem terem que "ir ao castigo" junto do “Padrinho” - Acho que os dedos de uma das nossas mãos chegam para os contar.

Conheço até uma caso, passado há uns anos atrás,de um ex-actor, quecontrolava “castings” de uma produtora. Um dia encontrou as malas à porta de casa, pois durante a época de audições, não sobrava nada para a mulher.

Em Nova Iorque, vimos o outro lado do espelho da vida de “Glamour” e a vista é tudo menos bonita.

15 de dezembro de 2010

Carlos Pinto Coelho (1944-2010)

Acontece..... mas não devia acontecer.

Acho que num dia triste para a cultura portuguesa o melhor é rirmo-nos com ....



Carlos Filinto Botelho

8 de março de 2010

Costa Martins e o roubo do 5 de Outubro

Morreu o Capitão de Abril Costa Martins. Morreu como um homem da força aérea gosta de morrer, de desastre de Avião.
Politicamente Costa Martins tinha uma mente abjecta. Foi ministro do trabalho, fugiu para o paraíso cubano a seguir ao 25 de Novembro e mais tarde para Luanda, quando viu que Cuba não era paraíso nenhum.
Mas em Luanda, Costa Martins não encontrou o Paraíso mas sim o inferno em versão Hard.
Foi atirado pelo cirrótico Agostinho Neto para as masmorras do MPLA e condenado à Morte. Eanes safou-o "in extremis" de ser pendurado por uma corda.

Mas Costa Martins ficou pela ideia de obrigar todos os Portugueses a "doar" o salario de um dia de trabalho para pagar a dívida externa.
O dia escolhido foi nem mais nem menos que o 5 de Outubro de 1975, que nesse ano calhou a um Domingo.
Do dinheiro "arrecadado" não se soube o rasto. A dívida, essa, continuou a aumentar.
E Costa Martins foi logo apontado como tendo metido o dinheiro ao Bolso. Parece que a acusação era falsa, mas o "Mito" perdurou e perdura.

Eu cá prefiro o Mito à realidade.

Um gajo que obriga os Portugueses a trabalhar no dia 5 de Outubro e mete o dinheiro ao bolsdo só pode ser um herói.

5 de janeiro de 2010

À Atenção de Teixeira dos Santos

O Ministério das Finanças tem online todos os orçamentos do estado desde 1836.

A sua leitura é bastante esclarecedora e prometo-vos algumas surpresas, quando comparamos esses tempos longínquos com os dias de hoje.

Recomendo vivamente a Teixeira dos Santos que leia esses orçamentos de tempos mais conturbados que os actuais, pode ser que encontre neles boas ideias para o orçamento que se avizinha.
Deixo-vos aqui uma imagem de uma medida tomada pelo Ministério da Fazenda em 1837, que consistiu em reduzir os salários dos seus funcionários para uma poupança de 25%

1 de dezembro de 2009

1º de Dezembro

Hoje no próprio dia da Restauração da Independência, a classe polítca portuguesa tem o desplante de entregar a nossa liberdade a uma organização desconhecida para todos os portugueses, políticos incluídos.

Para os Portugueses a União Europeia é apenas uma cornucópia de onde brota o dinheiro, mesmo que esse dinheiro apenas beneficie uns quantos em prejuízo de dez milhões. Por este motivo a maioria encolhe os ombros, iludida pelo discurso oficial de que o tratado é necessário para garantir os milhões.

Mas os milhões acabam daqui a 4 anos, quando os Portugueses se tiverem que ajoelhar a uma decisão tomada por pessoas que não elegeram, sem terem qualquer compensação, aí o povo Português terá, pela primeira vez, de realizar um acto intrinsecamente europeu, pois como Theobald_von_Bethmann-Hollweg bem ensinou, os tratados são meras folhas de papel e voltará a comemorar o 1º de Dezembro, uma festa que foi vítima de uma conspiração da classe política que enriquece a olhos vistos e vê no tratado que suja o nome de Lisboa, apenas um meio de continuar a enriquecer.

16 de agosto de 2009

10 de agosto de 2009

A verdadeira Bandeira Nacional

Já flutua na Praça do Município
O Ionline apoda a iniciativa de Terrorismo. Um apodo destes só pode ser uma determinação superior da Maçonaria. A sorte deles é os Monárquicos Portugueses serem civilizados e não embarcarem em métodos republicano/maçonicos de conquista do poder, tal como bombas, e assassínatos pelas costas, que o poder instalado pretende comemorar num orgásmo onanista de milhões de euros.

20 de junho de 2009

Tudo passa, mas o fado fica - Neca Rafael

2008 e 2009 foi ano em que apareceram vários grupos que propunham a fusão Fado/Rock, afirmando-se todos como inspirados na figura de António Variações, como o grande pioneiro da "modernização" do fado.

Nada mais errado!

Há quase 40 anos que o fadista do Porto
Neca Rafael (Manuel Garcia da Silva) (1906 - 1980) cantou o seu "fado" - Orquestra Barulheira. Este foi o exemplo precursor do que hoje se chama fado de fusão.


Mas como diz o Neca - "Tudo passa, mas o fado fica"

21 de maio de 2009

João Bénard da Costa (1935-2009)

A desgraça de Portugal nunca mais pára!
Hoje partiu, e para sempre, João Bénard da Costa - o homem dos filmes.
Fundador da Revista "O Tempo e o Modo", dedicou a maior parte da sua vida à sua grande paixão - O Cinema, tendo sido director da Cinemateca durante mais de 30 anos.
Uma perda irreparável para Portugal, que assim continua a empobrecer a olhos vistos.

19 de maio de 2009

Orgia Espinhense

Hoje o país ouviu uma curiosa definição de orgia
Estão umas raparigas a dançar. Estão uns homens deitados.
Os homens comem, comem e vomitam;
Os homens comem, comem e
vomitam;

Os homens comem, comem e vomitam.

Mas eles não estão a comer comida!

Comem as raparigas!

Confesso que nunca vomitei depois de ....

Mas talvez tenha acontecido aos "partenaires" da "Stora" de Espinho, que, segundo ela própria, recebeu o seu primeiro beijo no 12º ano.

Nota: Devido à sua rápida suspensão, motivada pelas gravações não autorizadas por Juíz de Direito, posso afirmar que Pinto da Costa não faz parte do seu nome e também não deve ter um cartão PS na carteira.

17 de maio de 2009

O Porto vai ter Oceanário

Parece que está próxima a abertura de um Oceanário no Porto. endo que a capital do norte tem como estratégia ser uma cópia fiel de Lisboa, este facto era já esperado desde 1998.
Claro está que o Oceanário do Porto (Abandonada a ideia hermanística do Tripanário) tinha que ser mais chique que o de Lisboa. Por esse motivo em vez de se chamar Oceanário ou Aquário chamar-se-á "SeaLife".
É em lingua de "Cámone" e como tudo o que tenha nome "estrángeiro" é, como se costuma dizer no "Burgo", "muito mais melhor bom!".
Ao ler este postal no "A Baixa do Porto", sobre a abertura deste novo espaço de ócio, parece que como em Lisbo, ou em Mora, vai haver o batismo das "Lontras", pelo que para manter a tradição, terá que ser um dupla Fadista/Futebolista.
O meu voto vai para Florência/Pinto da Costa.

14 de abril de 2009

O Abandono de Portugal

Paulo Rangel pelo PSD
Diogo Feio e Nuno Melo pelo CDS
Miguel Portas pelo BE

bem....

Vá lá...

Vital Moreira pelo PS

Com esta "fuga" dos poucos bons parlamentares para a Europa, acho que haverá cada vez menos razões para votar nas legislativas.

Exercício de Cálculo

Será que perante os dados divulgados hoje pelo Banco de Portugal, o presidente desta instituição irá repetir o exercício de cálculo "Qual será o déficit português se não forem alteradas as politicas em vigor?"
Ou será que este exercício apenas se faz quando o PS substitui o PSD no poder?

10 de abril de 2009

Sócrates, O Quediva de Portugal

Via Galo Verde cheguei a este interessante texto de Jack Soifer, consultor de Empresas:

A TECNOLOGIA do TGV tem 150 anos, não inova em nada, é só força bruta. Ao contrário do Alfa, que usa a ciência e é pendular, no TGV o bogie, o chassis e os carris são tradicionais, mas maiores; só o motor eléctrico substituiu a locomotiva a vapor.
O LightAlfa usa compósito, ligas de alumínio e carbono, e HDPVC na carruagem e chapa de aço reforça­do, em vez de ferro fundido no bogie. O fio dos motores é de liga de alumínio em vez de cobre. Tudo o torna mais leve, flexível nas curvas e exige muito menos betão nas pon­tes e retirada de terras nas serras.
O LightAlfa é tecnologia de ponta, faz 240km/h de média, quase igual ao TGV e, ao invés deste, não está nas mãos de só nove empresas de quatro países.
Ao ligar Faro a Braga pelo interior, o Train de Grand Developpement (TGD) com ramais para Badajoz e Vigo e gastando 1,5 mil milhões de euros, traria emprego a 78 firmas e 18 mil cidadãos portugueses.
Só seis empresas de França, Reino Unido e Alemanha estão certificadas para vender carris, material eléctrico e electrónico, carruagens, etc. para o TGV.
A Espanha tem três empresas certificadas para as pontes e a infra-estrutura.
Exige-se quatro anos e milhões para certificar.
Não estarão num cartel?
Estimativas de países que pensaram investir ou já fizeram TGV mostram brutais derrapagens. Os três grandes da UE exportariam para Portugal 65 a 74% dos 5 mil milhões, a Espanha uns 20% e as nossas três megas empresas 8 a 9%.
Mas três gerações (de Portugueses) teriam que pagar mais 4 mil milhões em juros e sobre lucros ao cartel e cada um dos nossos 5 milhões de empregados mais 500€/ano de impostos em subsídios do Governo ao consórcio do TGV.
Se o racional e inovador é o LightAlfa, que lobby de Bruxelas está a forçar um ministro a nos meter goela abaixo uma dívida irracional e uma velha tecnologia? Por que estes dados não chegam a José Sócrates?jackfer@sapo.pt
Acho que José Sócrates sabe disto. Mas afinal de contas andamos há 25 anos a endividar-nos para financiar a economia dos outros países europeus.
Sócrates arrisca-se assim a ser o Ismail Pasha de Portugal.

3 de abril de 2009

Santo Condestável

O salão nobre do Palácio da Independência foi pequeno para a enorme assistência que aí se deslocou para a conferência de Pedro Picoito e do Padre João Seabra sobre D. Nuno Álvares Pereira.
Pedro Picoito falou sobre as diversas visões históricas de D. Nuno e de como os historiadores recorreram à sua figura, para justificarem figuras tão díspares como Salazar ou Fidel Castro.
O Padre João Seabra, no seu estilo peculiar falou sobre os motivos da santidade do Beato Nuno, que não residem apenas na sua fase Carmelita, mas mais na sua lealdade aos príncipios de honra que sempre nortearam a sua vida.

A conferência foi gravada e será emitida pela antena um no dia da canonização.

2 de abril de 2009

Conferência sobre o Santo Condestável

Hoje pelas 21h30, no Palácio da Independência realizar-se-á uma conferência dedicada ao tema:
Nuno Álvares Pereira - Ventura e Aventura.
A conferência terá como oradores o Padre João Seabra e o Pedro Picoito, e é organizada pelo Centro Cultural Pedro Hispano e a Sociedade História da Independência de Portugal.
A entrada é livre.
A não perder dada a actualidade do tema com a canonização de Beato Nuno de Santa Maria.

13 de março de 2009

Moda .....

Realiza-se este fim-de-semana a MODA LISBOA/ESTORIL.

Aviso aos incautos e distraídos - A MODA LISBOA/ESTORIL, caracteriza-se por não se realizar nem em Lisboa, nem no Estoril.

O Evento realiza-se na Cidadela de CASCAIS!!!!

21 de fevereiro de 2009

Habemus Sanctum

No próximo dia 26 de Abril, em Roma