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21 de novembro de 2009

Figuras de Estilo europeias

35 anos depois do 25 de Abril, os "democratas" lusos e europeus exultam com a eleição nomeação do "presidente" da Europa, um belga com cara de Vasco Granja em versão antipática e da nomeação da "ministra dos negócios estrangeiros", uma baronesa com cara de mulher-a-dias.

O mais fantástico é ver que no dealbar do ano do nosso "centenário da República", a União Europeia arranje um "Presidente" com menos legitimidade que o Almirante Américo Tomás (Este era eleito por duas centenas de portugueses, enquanto que o "qualquer coisa Rompe", foi eleito por 27 europeus).

O mais fantástico é que esta figurinha era o primeiro-ministro da Bélgica, opção n.º 30 da lista de primeiro-ministeriáveis lá do "plat pays".
Quanto à Baronesa-com-cara-de-mulher-a-dias, acho que nunca desempenhou qualquer cargo (se exceptuarmos o lugar de presidente da Câmara dos Lordes", cujas funções se resumiam a bater com um bastão no chão para acordar a sala e pouco mais), e por isso parece ter o perfil e a experiência para falar em nome de 27 estados com todos os líderes mundiais.

Verdadeiramente, a União Europeia passou a ser uma mera Figura de Estilo.
Ou sou eu que ando cego, mas todos os líderes estão muito contentes com isso.

21 de abril de 2009

Prós e Prós

Vi pouca coisa do debate do prós e prós, mas do pouco que vi apenas posso concluir que a cantoria do Professor Vital anda muito desafinada.

10 de abril de 2009

Sócrates, O Quediva de Portugal

Via Galo Verde cheguei a este interessante texto de Jack Soifer, consultor de Empresas:

A TECNOLOGIA do TGV tem 150 anos, não inova em nada, é só força bruta. Ao contrário do Alfa, que usa a ciência e é pendular, no TGV o bogie, o chassis e os carris são tradicionais, mas maiores; só o motor eléctrico substituiu a locomotiva a vapor.
O LightAlfa usa compósito, ligas de alumínio e carbono, e HDPVC na carruagem e chapa de aço reforça­do, em vez de ferro fundido no bogie. O fio dos motores é de liga de alumínio em vez de cobre. Tudo o torna mais leve, flexível nas curvas e exige muito menos betão nas pon­tes e retirada de terras nas serras.
O LightAlfa é tecnologia de ponta, faz 240km/h de média, quase igual ao TGV e, ao invés deste, não está nas mãos de só nove empresas de quatro países.
Ao ligar Faro a Braga pelo interior, o Train de Grand Developpement (TGD) com ramais para Badajoz e Vigo e gastando 1,5 mil milhões de euros, traria emprego a 78 firmas e 18 mil cidadãos portugueses.
Só seis empresas de França, Reino Unido e Alemanha estão certificadas para vender carris, material eléctrico e electrónico, carruagens, etc. para o TGV.
A Espanha tem três empresas certificadas para as pontes e a infra-estrutura.
Exige-se quatro anos e milhões para certificar.
Não estarão num cartel?
Estimativas de países que pensaram investir ou já fizeram TGV mostram brutais derrapagens. Os três grandes da UE exportariam para Portugal 65 a 74% dos 5 mil milhões, a Espanha uns 20% e as nossas três megas empresas 8 a 9%.
Mas três gerações (de Portugueses) teriam que pagar mais 4 mil milhões em juros e sobre lucros ao cartel e cada um dos nossos 5 milhões de empregados mais 500€/ano de impostos em subsídios do Governo ao consórcio do TGV.
Se o racional e inovador é o LightAlfa, que lobby de Bruxelas está a forçar um ministro a nos meter goela abaixo uma dívida irracional e uma velha tecnologia? Por que estes dados não chegam a José Sócrates?jackfer@sapo.pt
Acho que José Sócrates sabe disto. Mas afinal de contas andamos há 25 anos a endividar-nos para financiar a economia dos outros países europeus.
Sócrates arrisca-se assim a ser o Ismail Pasha de Portugal.

6 de abril de 2009

Pirataria Holandesa

A Rosa Pomar é uma artista Portuguesa que entre outras coisas fabrica e vende estes coelhinhos amorosos.

Ao que parece uma multinacional Holandesa de nome Oilily, copiou descaradamente o trabalho de Rosa e vende as cópias made in China nas suas lojas.
A criadora não foi tida nem achada. Quando inquiriu a empresa, estes limitaram-se a dizer que "iam investigar" (seguindo os termos portugueses, claro está). Este é um acto de pura pirataria, (pelos visto a Holanda continua a honrar os seus pergaminhos históricos) que urge combater.

Já vi pela net pedidos para se fazer boicote à pirata Oilily, É uma boa ideia, mas inconsequente pois não tem lojas em Portugal.
Espero que a Rosa contrate um bom advogado, perito em direitos de autor e lute pela choruda indemnização a que justamente tem direito.

Não sei se valerá a pena contactar a AICEP, Seria deveras inusitado ver esse organismo a ajudar verdadeiramente uma empresa Portuguesa.

Se fosse o contrário, já haveria processos a decorrer em Portugal e o próprio estado Holandês já teria ameaçado com um qualquer embargo a Portugal.

28 de março de 2009

Em casa de Ferreiro ....

Parece incrivel que no maior aéropago da europa, de onde saem milhares de directivas e regulamentos de protecção à infância, maternidade, saúde e outros, não possua uma simples creche, para que as eurodeputadas possam deixar as suas crianças entregues aos cuidados de pessoal profissional, enquanto decidem sobre coisas importantes para o nosso dia-a-dia.
Foto roubada com carinho ao Jugular

1 de março de 2009

Mau começo para o super-europeísta Doutor Vital

Em termos Europeus, a escolha de Vital Moreira para cabeça de lista pelo PS para a as eleições europeias é uma excelente escolha e vai melhorar a mediocridade do parlamento europeu, geralmente mais ocupado a fazer regulamentos europeus proteccionistas e a trabalhar como o diabo no "inferno português", que a fazer algo positivo pela União.
Em termos nacionais, tal como bem disse Sócrates, vai ser mais um português a trabalhar para a "Europa" e não para "Portugal". Vital Moreira vai trabalhar naquilo que sabe, e no qual é um dos melhores, e não se vai preocupar com as especificidades do seu país, cuja classe dirigente nunca teve, nem sequer em esboço, qualquer projecto europeu, fazendo com que hoje em dia Portugal esteja a sofre como ninguém as agruras de um sistema para o qual nunca foi preparado.
Vital Moreira que hoje e sempre (desde 1990, pelo menos) defendeu tenazmente a Europa, até mesmo as mais radicais posições federalistas, não pode, numa hora em que a crise internacional faz a União enfrentar o seu maior desafio da sua história, o qual se não não for vencido, pode pôr em causa a sua própria existência, desvalorizar o conselho europeu que hoje se realiza e ao qual o nosso Primeiro-Ministro é o único ausente dos 27 chefes de governo da União.
Por mais informal que seja este conselho, a situação gravissíma que vivemos é muito pouco formal. É altura de arregaçar as mangas e trabalhar. Apresentar como desculpa para a ausência, um congresso partidário de um país faz-de-conta, onde se falou sobre tudo menos sobre aquilo que hoje em dia aflige toda a nação portuguesa.

19 de junho de 2008

A Dona Ernestina e anexo I do Regulamento (CE) nº 2200/96

Nem tudo o que parece absurdo na União Europeia o é.
Este postal do Gabriel Silva, apesar de o texto parecer um excelente texto escrito pela pena de Ionescu, só o é para quem desconhece em absoluto o que é a agricultura da actualidade. Desconheço o grau de conhecimento que Gabriel Silva tem da Agricultura moderna, mas o que ele escreveu resulta num exercício da mais pura demagogia barata. A qual se aproveita de uma linguagem técnica, perceptível e clara para os verdadeiros destinatários do regulamento, mas aparentemente absurda para os leigos na matéria.

Os regulamentos da União Europeia não são elaborados a pensar na banca da fruta da Dona Ernestina do mercado do Bolhão, uma vez que o comércio agrícola se destina, na sua grande maioria a unidades industriais de transformação e não à venda no mercado/supermercados.
Mesmo nestes últimos, os frutos e legumes passam por grandes cadeias d distribuição. Para isso é necessário e obrigatório o estabelecimento de valores legais de certos parâmetros fundamentais da qualidade dos produtos, pois é com base nesses parâmetros que são realizadas as transacções comerciais, para além da protecção dos consumidores.

Como é que o Gabriel Silva acha que uma fábrica de polpa, sumos e concentrados compra a matéria-prima?
Acha que é o agricultor, que diz que o pêssego está maduro porque lhe doeu a unha do pé na Segunda-Feira passada?

Como é que acha que o Continente compra as frutas, sabendo que estas vão ter um tempo de espera de alguns dias entre a compra e a colocação no escaparate? Sabendo que elas têm que estar maduras para satisfazer o seu cliente, as mesmas têm que ser compradas com um grau de maturação inferior de modo a que esta seja atingida no momento da compra. Da mesma maneira, uma fábrica de concentrado de tomate paga pelo tomate no ponto óptimo de maturação, se o tomate estiver imaturo, o carregamento pode ser recusado ou comprado com penalização.

A agricultura não é aquilo que um Lisboeta, ou Portuense pensa que é. É um meio industrial com tecnologia de ponta (A agricultura das leiras de 500 metros de comprimento por 50 cm de largura, com um velhote analfabeto a cavar com enxada, não é agricultura), e todas as colheitas têm métodos científicos de avaliação da maturação. No caso de frutas, tomates, ou uvas usa-se refractómetros e espectofotómetros, no caso de milho e outros cereais, usam-se … Satélites.

O regulamento que o Sr. Gabriel faz referencia é mais importante para a indústria, que para a banca da Dona Ernestina e por isso não é uma peça esconsa debitada por um burrocrata Bruxelense numa tarde de ócio.

Claro está que também serve para a ASAE, quando não tiver mais nada para fazer, chatear a Dona Ernestina e a sua banca de Fruta do Mercado do Bolhão.

13 de junho de 2008

Agora Sim!

COOL, YEAH*
Porreiro, Pá

23 de abril de 2008

Sol na Eira e Chuva no Nabal

Era uma vez uma constituição que ninguém queria.
Como ninguém a queria, quem a quis marcou uma reunião em Lisboa.

Nessa reunião, com uma safa, apagaram a "Constituição" e escreveram "Tratado Constitucional".

Mas havia uns gémeos que detectaram a marosca e vai de dizer Não.
E Não disseram até que os que queriam dizer Sim, lhes untaram as mãos com mais uns milhões de euros e uma mão cheia de deputados.
E os gémeos passaram a dizer Sim.

Mas para o povo, que não é burro, não vê diferença entre "Tratado constitucional e "Constituição", por isso e para os que querem dizer Sim, impedirem a maioria de dizer Não, resolveram aplicar ao documento o ideal da agricultura - Sol na Eira e chuva no Nabal.

Assim, e ao mesmo tempo, temos um:

"Tratado Constitucional", que apenas e só para efeitos de ratificação é completamente diferente da "Constituição".
"Tratado Constitucional" que para efeitos de aplicação é quase igual a 100% à anterior "Constituição".

PORREIRO, PÁ!

19 de abril de 2008

Diálogos imaginários - Numa cimeira europeia

Diz Berlusconi para Zapatero:
A minha "Gaja"
É melhor que a tua!

Ao fundo da mesa Sócrates pensa com os seus botões
Se a Lurditas perdesse uns quilitos ....

18 de setembro de 2007

Dúvida?


Se a Microsoft fosse uma empresa europeia também seria multada em 500 000 000 €?