35 anos depois do 25 de Abril, os "democratas" lusos e europeus exultam com a eleição nomeação do "presidente" da Europa, um belga com cara de Vasco Granja em versão antipática e da nomeação da "ministra dos negócios estrangeiros", uma baronesa com cara de mulher-a-dias.21 de novembro de 2009
Figuras de Estilo europeias
35 anos depois do 25 de Abril, os "democratas" lusos e europeus exultam com a eleição nomeação do "presidente" da Europa, um belga com cara de Vasco Granja em versão antipática e da nomeação da "ministra dos negócios estrangeiros", uma baronesa com cara de mulher-a-dias.21 de abril de 2009
Prós e Prós
10 de abril de 2009
Sócrates, O Quediva de Portugal
A TECNOLOGIA do TGV tem 150 anos, não inova em nada, é só força bruta. Ao contrário do Alfa, que usa a ciência e é pendular, no TGV o bogie, o chassis e os carris são tradicionais, mas maiores; só o motor eléctrico substituiu a locomotiva a vapor.
6 de abril de 2009
Pirataria Holandesa
Ao que parece uma multinacional Holandesa de nome Oilily, copiou descaradamente o trabalho de Rosa e vende as cópias made in China nas suas lojas.A criadora não foi tida nem achada. Quando inquiriu a empresa, estes limitaram-se a dizer que "iam investigar" (seguindo os termos portugueses, claro está). Este é um acto de pura pirataria, (pelos visto a Holanda continua a honrar os seus pergaminhos históricos) que urge combater.
Já vi pela net pedidos para se fazer boicote à pirata Oilily, É uma boa ideia, mas inconsequente pois não tem lojas em Portugal.
Espero que a Rosa contrate um bom advogado, perito em direitos de autor e lute pela choruda indemnização a que justamente tem direito.
Não sei se valerá a pena contactar a AICEP, Seria deveras inusitado ver esse organismo a ajudar verdadeiramente uma empresa Portuguesa.
Se fosse o contrário, já haveria processos a decorrer em Portugal e o próprio estado Holandês já teria ameaçado com um qualquer embargo a Portugal.
28 de março de 2009
Em casa de Ferreiro ....
Parece incrivel que no maior aéropago da europa, de onde saem milhares de directivas e regulamentos de protecção à infância, maternidade, saúde e outros, não possua uma simples creche, para que as eurodeputadas possam deixar as suas crianças entregues aos cuidados de pessoal profissional, enquanto decidem sobre coisas importantes para o nosso dia-a-dia.1 de março de 2009
Mau começo para o super-europeísta Doutor Vital
19 de junho de 2008
A Dona Ernestina e anexo I do Regulamento (CE) nº 2200/96
Este postal do Gabriel Silva, apesar de o texto parecer um excelente texto escrito pela pena de Ionescu, só o é para quem desconhece em absoluto o que é a agricultura da actualidade. Desconheço o grau de conhecimento que Gabriel Silva tem da Agricultura moderna, mas o que ele escreveu resulta num exercício da mais pura demagogia barata. A qual se aproveita de uma linguagem técnica, perceptível e clara para os verdadeiros destinatários do regulamento, mas aparentemente absurda para os leigos na matéria.
Os regulamentos da União Europeia não são elaborados a pensar na banca da fruta da Dona Ernestina do mercado do Bolhão, uma vez que o comércio agrícola se destina, na sua grande maioria a unidades industriais de transformação e não à venda no mercado/supermercados.
Como é que o Gabriel Silva acha que uma fábrica de polpa, sumos e concentrados compra a matéria-prima?
Acha que é o agricultor, que diz que o pêssego está maduro porque lhe doeu a unha do pé na Segunda-Feira passada?
Como é que acha que o Continente compra as frutas, sabendo que estas vão ter um tempo de espera de alguns dias entre a compra e a colocação no escaparate? Sabendo que elas têm que estar maduras para satisfazer o seu cliente, as mesmas têm que ser compradas com um grau de maturação inferior de modo a que esta seja atingida no momento da compra. Da mesma maneira, uma fábrica de concentrado de tomate paga pelo tomate no ponto óptimo de maturação, se o tomate estiver imaturo, o carregamento pode ser recusado ou comprado com penalização.
A agricultura não é aquilo que um Lisboeta, ou Portuense pensa que é. É um meio industrial com tecnologia de ponta (A agricultura das leiras de 500 metros de comprimento por 50 cm de largura, com um velhote analfabeto a cavar com enxada, não é agricultura), e todas as colheitas têm métodos científicos de avaliação da maturação. No caso de frutas, tomates, ou uvas usa-se refractómetros e espectofotómetros, no caso de milho e outros cereais, usam-se … Satélites.
O regulamento que o Sr. Gabriel faz referencia é mais importante para a indústria, que para a banca da Dona Ernestina e por isso não é uma peça esconsa debitada por um burrocrata Bruxelense numa tarde de ócio.
Claro está que também serve para a ASAE, quando não tiver mais nada para fazer, chatear a Dona Ernestina e a sua banca de Fruta do Mercado do Bolhão.
13 de junho de 2008
23 de abril de 2008
Sol na Eira e Chuva no Nabal
Como ninguém a queria, quem a quis marcou uma reunião em Lisboa.
Nessa reunião, com uma safa, apagaram a "Constituição" e escreveram "Tratado Constitucional".
Mas havia uns gémeos que detectaram a marosca e vai de dizer Não.
E Não disseram até que os que queriam dizer Sim, lhes untaram as mãos com mais uns milhões de euros e uma mão cheia de deputados.
E os gémeos passaram a dizer Sim.
Mas para o povo, que não é burro, não vê diferença entre "Tratado constitucional e "Constituição", por isso e para os que querem dizer Sim, impedirem a maioria de dizer Não, resolveram aplicar ao documento o ideal da agricultura - Sol na Eira e chuva no Nabal.
Assim, e ao mesmo tempo, temos um:
"Tratado Constitucional", que apenas e só para efeitos de ratificação é completamente diferente da "Constituição".
"Tratado Constitucional" que para efeitos de aplicação é quase igual a 100% à anterior "Constituição".
PORREIRO, PÁ!






