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5 de julho de 2011

Adeus à "Espanhola"

A CP anunciou o fim da ligação Porto-Vigo a partir do próximo Domingo.

É uma decisão que se adivinhava, pois quando um comboio leva 3h19 minutos a fazer cerca de 160 km (Pelos carris), enquanto uma camioneta de carreira demora 1h30 a fazer o percurso de 145 km por estrada, não é difícil prever qual é o meio de transporte que vai acabar!

Se a isto juntarmos o amor que as forças vivas da região têm pela linha do Minho, que incluso levou ao malcriado, que governou Viana do Castelo até há dois anos atrás, a propor a sua substituição por um "Metro de Superfície" nada nesta noticia é para admirar.

O resto da Linha do Minho também vai pelo mesmo caminho pois por a circular em pleno século XXI comboios com a velocidade média de 50 km/h (os interregionais) ou 40 km/h (os regionais) quer apenas dizer que é uma linha para fechar.

13 de abril de 2011

A verdadeira bandeira da 3ª república

Pela terceira vez na terceira república, o FMI encontra-se entre nós com a palmatória na mão. Uma presença assim, e agora que não temos império, podemos dispensar a esfera armilar. Como somos um país oficialmente laico, digo ateu, digo anticatólico, as 5 chagas estão a mais.

Como uma bandeira apenas verde e vermelha dá um "look" ferroviário, podemos colocar lá, a organização que nesta terceira república se tornou já uma constância - O símbolo do FMI!

28 de fevereiro de 2011

14 de fevereiro de 2011

A Gamela do Orçamento da República


Neste documento estão listadas todas as organizações da administração pública que existiam em 2009, ocupando 144 páginas.
Nesta lista estão desde as CCDR’s as Câmaras Municipais e Freguesias, Hospitais e Universidade e um sem número de empresas municipais, “agências” e associações cujo nome e profusão me leva a suspeitar que apenas existem como armazém de “Tachos” bem pagos.
Analizando esta lista surgem alguns nomes, que para não dizer outra coisa, os apodo de “Caricatos”

Assim sendo temos:
A "Associação de freguesias da cidade de Beja", que são apenas 4 e não percebo porque têm uma associação? E o resto das freguesias do concelho? São de 2ª Classe?

Em Santarém, também temos a “Associação de Freguesias de Direito Público da Cidade de Santarém”. Em Santarém são apenas 4 freguesias, embora desconheça se todas são de “Direito Público”. Ao contrário do Concelho de Beja, no de Santarém existe ainda a “Scalabis Norte – Associação de Freguesias de Direito Público do Norte do Concelho”.
Descendo um pouco no mapa, chegamos ao Alentejo e aí temos uma profusão de comensais do orçamento:
Começando no litoral temos:

Polis Litoral Sudoeste – Sociedade para a Requalificação e Valorização do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, S.A.” e a “A.M. L. A. - Associação dos Municípios do Litoral Alentejano”, mas ainda há mais. Mesmo existindo a AMLA, também existe a “A.M.B.A.A.L - Associação de Municípios do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral
OK?
Mas ainda não acabou. ~
Ainda existe a “C.I.M.A.L. - Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral” e a “ADL – Associação de Desenvolvimento do Litoral Alentejano” e a “ESDIME – Agência para o Desenvolvimento Local no Alentejo Sudoeste CRL” (Alentejo sudoeste=Alentejo Litoral)

Deixando o litoral e indo para o norte da antiga provincia encontramos a "Associação de Municípios do Norte Alentejano", a “Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo”, a “AREANATEJO – Agência Regional de Energia e Ambiente do Norte Alentejano e Tejo” e por fim a “ADER-AL – Associação para o Desenvolvimento do Espaço Rural do Norte do Alentejo”.
Na parte ambiental, temos três associações que têm exactamente o mesmo propósito:

AMAGRA – Associação de Municípios Alentejanos para a Gestão Regional do Ambiente” e a “AMALGA – Associação de Municípios Alentejanos para a Gestão do Ambiente”. Não contentes com duas associações a tratar do mesmo em todo o Alentejo, os municipios do Alto Alentejo criaram a “AMAMB – Associação de Municípios do Alto Alentejo para o Ambiente”, para tratar dos assuntos que já eram tratados pela AMAGRA e pela a AMALGA.
Mas não se pense que esta sextuplicação de associações para a mesma coisa é um exclusivo do Alentejo, para onde quer que olhemos vemos associações e agências com o mesmo fim, para as mesmas zonas, para já não falar de nomes caricatos como “Wrc – Web Para A Região Centro, Agência de Desenvolvimento Regional, S.A.” WEB para a região centro!!!! e !”UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento I.P.” (O que é que isto quer dizer?)

E o que é a Gamal – Grande Área Metropolitana do Algarve? E a Grande Área Metropolitana de Viseu? E a Grande Área Metropolitana do Minho? Eu não sei, mas é uma coisa que sai do nosso bolso.

A única coisa que me surpreende é que com tantos a comerem sem nada produzirem, como é que a República Portuguesa ainda não faliu completamente.

20 de janeiro de 2011

LYONCE VIIKTÓRYA!!!!

Não caro leitor, não me enganei a escrever!
O título acima é o nome que a Floribela e o Yanick Djaló puderam ao seu rebento. Tem mesmo dois Is e K e Y.

Mas quem foi o Filha da P_ _ _ do funcionário do registo civil que aceitou este nome? Já foi despedido?

E a comissão de protecção de menores, ainda não tirou o bébé aos pais? Com este nome o seu futuro está em perigo.

Contente deve estar a "Presidenta" do Brasil, que amanhã vai anunciar ao país que, graças à Floribela, os Portugueses nunca mais vão gozar com os nomes Brasileiros, como Um dois três de Oliveira Quatro, graças à LYONCE VIIKTÓRYA, são os Brasileiros que pela primeira vez na história vão poder contar anedotas sobre nomes portugueses.

18 de janeiro de 2011

O segundo Assassínio de Carlos Castro

No meio dos ratos, das baratas e dos vermes*.

Foi num lugar frequentado por estes bichos, que as irmãs de Carlos Castro e um "Alegado" amigo deitaram as cinzas do malogrado jornalista.

Já aqui disse que não gostava da “Figurinha” Carlos Castro, mas o nojento acto de despejar as suas cinzas num poço de ventilação do metro de Nova Iorque faz com que Castro se torne na primeira pessoa que foi novamente assassinada duas semanas depois de ter sido morto. Com este acto insano acho que talvez, estas irmãs e o alegado “Amigo”, realmente não gostassem dele.

Este acto apanhou de surpresa os Nova Iorquinos, que nas caixas de comentários dos jornais se mostram chocados, pelo acto contra a saúde pública que foi praticado e pelo ultrage à memória de uma pessoa que morreu tragicamente, como se pode ver neste comentário colocado pelo leitor Zebediah do New York Post “This is proof even his sisters hated the fat old guy. They could have flushed him down the toilet but this way is more humiliating. They got to do it in public... Either that or they're even greater imbeciles than he was. The upside of this is we'll have more news to read soon when the sisters and their mustachioed squatting friend get convicted.

Dumping the ashes down the vent - The cruelest psychopath wouldn't have thought of this.”

Ao qual eu acrescento: Nem o maior homofóbico português se lembraria de escolher um sitio destes para deitar as cinzas de Carlos Castro.

* - Aquelas cinzas que não foram parar aos pulmões dos transeuntes e utentes do Metro de Nova Iorque.

Nota: Os jornais norte americanos escreveram "to dump", o que significa "deitar ao lixo".

4 de janeiro de 2011

Não é part-time - É apenas incompetência

Como monárquico olho para as próximas eleições como um muçulmano para uma febra mas não posso deixar de achar que neste gruopo de candidatos, existe uma pessoa com carácter, 3 pataratas, um pateta alegre e um palhaço sem farda.

Desde há semanas que o único tema da campanha são umas acções da SLN que o candidato Silva comprou e depois vendeu com 140% de mais valia. Estes movimentos ocorreram numa altura em que na bolsa certas acções se valorizava a 1000%. A dizer alguma coisa este facto apenas demonstra que o Candidato Silva não tem futuro como especulador bolsista.

Ontem o Candidato Silva afirmou que a gestão actual do BPN é assegurada em part-time, o que motivou a ira dos outros candidatos. A meu ver esta ira não tem qualquer razão de ser, e para isso socorro-me de um postal de Norberto Pires no insuspeito "De Rerum Natura"



[...]Se as perdas fossem assumidas hoje, o custo directo para o Estado era de 2,5 mil milhões de euros. Se o BPN deixar de pagar o empréstimo à CGD temos de somar mais 4,8 mil milhões de euros, o que dá algo da ordem dos 7,3 mil milhões de euros. É um número astronómico.

Para terem uma ideia, com esse dinheiro era possível:
1. Construir
70 hospitais pediátricos como o de Coimbra (cada um custa 104 milhões de euros);
2. Comprar
486 mil FIAT 500 (cada um custa 15 mil euros);
3. Comprar
30 Airbus A380 (cada um custa 253,3 milhões de euros);
4.
Pagar o funcionamento de todas as universidades portuguesas durante 10.4 anos (custam ~700 milhões de euros por ano);
5.
Pagar 500 euros por mês a cada desempregado (600 mil actualmente) durante 24,3 anos (custaria 300 milhões por ano);
6.
Construir o TGV com ligação ao Porto (5 mil milhões) e a Madrid (2,2 mil milhões) sem precisar de ajuda da UE;
7.
Construir o novo aeroporto em Alcochete (5 mil milhões) e ainda sobravam 2,3 mil milhões para fazer hospitais, escolas, etc.
8. Fazer cerca de
141 obras iguais ao Metro Mondego (o custo da 1ª fase é de ~52 milhões de euros) que beneficiaria várias centenas de milhares de pessoas da zona centro de Portugal.[...]

Ao que eu acrescentaria

9.- Mandar construir 15 submarinos (Ou melhor construir uma marinha completa -Fragatas + Corvetas + patrulhas - inteiramente nova em folha.

Ao chamar "gestão em part-time" o Candidato Silva estava apenas a ser simpático com os senhores. Os números acima apontados mostram que actualmente o BPN ou é gerido por incompetentes ou é um veículo de transferência de dinheiro para um lado qualquer.

Com uma gestão assim mais valia porem lá os bonecos do contra-informação. o menos poupava-se nos salários

9 de dezembro de 2010

Quinhentos euros

Justifiquem como quiserem. Para mim uma empresa que não consiga pagar aos seus funcionários uns míseros 500 € de salário é um empresa que está completamente fora do mundo económico em que Portugal está envolvido.

3 de outubro de 2010

O Pior de dois mundos

Há algumas décadas, cientistas agrários tentaram cruzar a planta do rabanete com a do Agrião com o objectivo de obter um híbrido no qual tanto a raiz como a folhagem fosse comestível.
Infelizmente o híbrido resultante tinha a raiz do agrião e as folhas da planta do rabanete.

O Portugal de hoje em dia é como o resultado falhado desta experiência laboratorial. Podiamos ter um país que combinasse as liberdades próprias de uma democracia com o rigor e respeito pelos dinheiros públicos que Salazar tinha.
Ficamos com os tiques autoritários do Dr. Santa Comba aliados ao esbanjamento da riqueza nacional.

Em Suma o Portugal deste inicio de século conseguiu aliar o pior de dois mundos.

25 de maio de 2010

As Autarquias e o Déficit

Este texto foi publicado originalmente em 4 de Agosto de 2006
12 Freguesias em 2 Km2
A figura mostra uma área da cidade de Lisboa (Baixa, Alfama, Mouraria e Castelo) com cerca de 1 Km2. Nela estão assinaladas as juntas de freguesias existentes, nessa área com 1 Km de lado. No total são 12 juntas de freguesias. È de notar que na zona esquerda da figura 3 sedes de juntas de freguesia estão a menos de 100 m de distância uma das outras.

Isto perfaz um total de 190 Hectares e 26044 eleitores a dividir por 12 freguesias. Estas 12 juntas de freguesia têm, para além do presidente, uma data de secretários e outros funcionários que se limitam a gerir em média 0.15 Km2 (15 hectares) de território.
Se compararmos com a freguesia de Benfica onde sensivelmente o mesmo número de funcionários serve 794 Hectares e 39 559 eleitores, a ineficiência do Sistema administrativo salta à vista.
No caso de freguesias urbanas, e dependendo do número de habitantes estas 12 freguesias poderiam ser substituídas por uma ou no máximo duas Juntas de freguesia, tendo estas duas Juntas o mesmo número de funcionários que hoje em dia têm … duas Juntas de freguesia.

Por isso esta
notícia, apesar de se referir a freguesias do Porto e não de Lisboa é uma decisão que merece o nosso aplauso e que contribuirá decisivamente para a melhoria global do país. Tal como há 160 anos o foi a reforma de Mouzinho da Silveira que de num dia fez desaparecer 600 concelhos, conseguindo assim equilibrar as parcas finanças do Portugal do pós-guerra civil.

Naturalmente que haverá sempre quem esteja contra (Presidentes das Juntas e respectivos funcionários) mas hoje em dia, espero que os seus latidos não incomodem a caravana que impreterivelmente terá de passar.

6 de maio de 2010

22 de março de 2010

Quistos Repelentes

José António Barreiros escreve hoje sobre um "Quisto Repelente"

Pouquíssimos sabem que purga um quisto repelente, uma sífilis de juventude, purulenta, pestífera. Queria então ser assistente universitário. A vigilante PIDE não deixou. O rapaz não se conformou. Era uma carreira que lhe vedavam. Meteu requerimento. Na António Maria Cardoso, onde foi pelo seu pé, ajoelhou, servil. Jurou fidelidade à Constituição de 1933, abjurou, justificou com inconsciências o que eram ousadias radicais. Denunciou colegas. A polícia tinha organizado uns autos que, para macaquearem os dos tribunais, ostentavam na capa o título «autos de revisão». O jovem candidato indicou testemunhas. Só uma se dignou, respondendo por escrito, por ser juiz conselheiro. Fez um cínico depoimento de ouvir dizer: que lhe diziam que o rapaz hoje era outro, que só queria livros e boas maneiras, conformismo, obediência. O outro, director dos serviços de Censura à imprensa, nem lá pôs os pés. No final os «pides» opinaram que sim, que o colaborador rapaz já oferecia garantias de cooperar «na realização dos fins superiores do Estado».

José António Barreiro não nomeia tão prfícua personagem, nem o seu nome vem ao caso.
Concordo inteiramente com ele.
Personagens destas existem aos milhares, e todas elas se caracterizam por uma questão que colocam sempre a quem os questiona:

Onde estavas tu no 25 de Abril?

18 de março de 2010

Podemos esperar alguma coisa disto?

Que raio de Policia é esta que obriga os seus agentes a pagar as reparações dos carros patrulha que são danificados em perseguições policiais?
Que raio de polícia é esta que não organiza treinos regulares de tiro de modo a que os seus agentes tenham boa pontaria, ou até mesmo saibam manejar a arma que lhes está distribuída?

O que é que podemos esperar de uma polícia que não dá aos seus agentes os meios necessários para que a organização que servem mereça o nome de "Polícia"?

1 de março de 2010

Lá Fora é que é bom! Será mesmo?

É uma pena terem que ter morrido cerca de 50 franceses para que os arautos da desgraça nacional conhecidos pela sua máxima "Lá fora é que é bom!", metessem a viola no saco e se remetessem ao silêncio por causa da desgraça da Madeira.

4 de fevereiro de 2010

Preocupante mesmo

O Carlos Barbosa de Oliveira publica um excerto de uma conversa no ar, transmitida pela Antena 1 num programa chamado Portugal dos pequeninos onde uma jornalista entrevista crianças.

Na referida emissão a jornalista pergunta a um fedelho de 11 ou 12 anos o que faria se fosse rico, a conversa avançou para coisas deveras preocupantes:

"
Comprava uma metralhadora e uma shot gun" - respondeu o fedelho descontraidamente
"
E para que é que tu querias a metralhadora?" - perguntou a Jornalista
"
Para matar todas as pessoas de que não gosto."
"
E quem é que tu matavas primeiro?" - pergunta a Jornalista.
"
O Sócrates", responde o fedelho.
"
Porque é que não gostas do Sócrates?"
"
Porque ele me obriga a estudar e eu detesto…"

NOTA: Importa salientar a fraca qualidade da Jornalista (Sónia Morais Santos) que deveria ter parado a entrevista assim que o Buícinha falou em armas e não fazer perguntas imbecis como quem queria ele matar.

Mas este tipo de comportamento não me surpreende num país, onde pessoas tidas como respeitáveis acham o assassínio político justificável, como ainda recentemente fez uma tal professor Universitário presidente de uma organização qualquer de "Livre-Pensamento", ou o Doutor Louçã faz amiúde.

Assim vai a nossa triste República

Também publicado no "Centenário da República"

26 de dezembro de 2009

A cova da Justiça está cada vez mais funda

Podem existir milhares de calhamaços de filosofia do direito a justificá-lo;
Podem existir centenas de leis a permití-lo;
Podem existir dezenas de cronistas a aplaudir;

Mas o que o Ministério-Publico da Trofa fez, não foi um acto de justiça.

Foi apenas cavar uns metros mais fundo a campa da Justiça Portuguesa.

9 de julho de 2009

Inadmissível

É a única coisa que se pode dizer da manifestação de estivadores, que ontem ocorreu em frente ao parlamento.

Não que os estivadores não possam exprimir o que lhes vai na alma através de impropérios pouco educados. Mas quando estes impropérios e ameaças de morte são feitos por elementos de cara tapada com disparos de petardos à mistura devem ser tratados como um acto terrorista.

Na civilização ocidental onde estamos inseridos, tapar a cara tem o significado de não querer ser reconhecido pela prática de actos vergonhosos. Por isso é que os ladrões usam um lenço ou passa-montanhas e um arguido esconde a sua cara debaixo do casaco quando entra no tribunal.
Em Portugal onde os protestos corporativos se pautam pelo cumprimento de boas regras de civilidade (Professores, CGTP, etc), os estivadores ao agirem como ontem se viu, ficam com a fama de Selvagens, apesar de a maioria da sua classe não o ser.
Mas mais preocupante que as ameaças de morte e os petardos, foi assistir à passividade das forças policiais presentes, a qual, com o arrastar da crise e das tensões laborais vai seguramente encorajar a infiltração de desordeiros, os quais transformarão manifestações pacíficas em actos de vandalismo e pilhagem, como é normal nos outros países europeus.
E convém ter em conta que certo partido que actualmente aparece a capitalizar o descontentamento é conhecido pelos cursos de agitadores que promove em acampamentos de verão.
No futuro, e com o beneplácito das forças de segurança, não vão faltar oportunidades de aplicarem os conhecimentos adquiridos.

29 de junho de 2009

Descubra as diferenças

A propósito de um estudo que no dia de hoje, muito foi citado. Lembrei-me de colocar este desafio aos leitores.

Descubra você mesmo as diferenças após 35 anos

24 de junho de 2009

Portugal - Febre das "Cidades"

O gráfico acima mostra as décadas e o número de vilas que foram elevadas à categoria de "Cidade" em Portugal, desde 1150.
Tirando as 8 cidades anteriores à fundação, apenas ocorreram surtos de "elevações" no século XVI e XIX.
A seguir ao 28 de Maio de 1926 e até ao 25 de Abril, foram criadas umas 6 cidades. sendo que 3 ocorreram num só dia de 1973 (Almada. Espinho e Póvoa do Varzim).
O regime saído do 25 de Abril manteve-se quieto até 1981.
A partir e até aos nossos dias é um fartote de "elevações". Até admira como é que ainda existem vilas e aldeias em Portugal.
Com 40 cidades em 1980, Portugal passou a contar com 81 em 1990, 126 em 2000 e em 2009 o número vai em 156.

Quer que o seu lugarejo seja cidade? Basta pedir a Assembleia da república dá!