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4 de maio de 2010

Ó Louçã cala a Boca

Francisco Louçã não nos pára de surpreender!

Para alguém que é Catedrático de Economia, seria de esperar que antes de falar se informasse sobre os assuntos sobre que disserta.


De acordo com a TSF, Louçã afirmou que:

"O projecto da linha de alta velocidade deve ter uma incorporação pela indústria nacional» que possa criar empregos directos «pelo menos na ordem de 75 por cento», acrescentou o líder do Bloco".

A % de incorporação nacional não será de 75%, nem 50%, nem 25%, talvez 10-15%, se as terraplanagens e o cimento vier de empresas Portuguesas, se as terraplanagens forem executadas por e se não contarmos com a % de lucro que a empresa Portuguesa líder do Projecto vai por em cima do preço que vai pagar à empresas estrangeiras que efectivamente vão executar o projecto. O resto, balastro, carris, montagem dos carris, pontes e material circulante só pode vir de empresas "certificadas" para a construção de linhas de Alta Velocidade. Empresas certificadas: Só de França e Alemanha, a maioria e algumas Espanholas. Empresas Portuguesas "certificadas" só nos sonhos ...... ninguém gosta de concorrência.

França e a Alemanha é que adoram. Eles ficam com o crescimento económico, nós pagamos as dívidas com o dinheiro que não temos.

"O BE defende que não faz sentido construir duas linhas, uma para passageiros de Lisboa a Madrid e outra ao lado só para mercadorias, por isso defende que se poupem «250 milhões de euros» criando apenas uma linha para utilização dupla".

Esta simples afirmação tem duas calinadas!

Não há transporte de mercadorias a "alta velocidade". No máximo, os comboios de mercadorias circulam a 140-180 km/h, por dois motivos, a integridade das mercadorias e o peso total do comboio. Os comboios de alta-velocidade de passageiros circulam a 300-325 km/h, devido à sua potência aliada ao seu baixo peso (Alumínio + plástico). A presença na mesma linha de comboios com tais diferenças de velocidade é, por razões de segurança, fortemente limitativa do número de comboios que nela podem circular. Em França os TGV, em linhas não dedicadas, estão limitados à velocidade máxima de 250 km/h (+ 30 km/h que o nosso Alfa).

Outra calinada de Louçã, é que uma linha mista (Passageiros + Mercadorias) têm os declives limitados a 1.5 % (subir/descer 1.5m em 100m), por causa do enorme peso dos comboios de mercadorias. Os comboios de passageiros (TGV ou não) por serem mais leves podem transpor declives até 3.5%, o que tem um impacto gigantesco no custo da linha.

Os saudosos Parodiantes de Lisboa tinham uma personagem que Louçã Emula na Perfeição:

O Calinas, figurinha que só dizia asneiras e cujos sketches terminavam sempre com a Frase:

"Ó Calinas cala a boca"

18 de janeiro de 2010

O Futuro de acordo com Francisco Louçã

Manuel Alegre é tudo aquilo que Francisco Louçã desejaria ser quando for grande

2 de junho de 2009

Suspender o Mercado

O Bloco de Esquerda defende suspensão temporária das regras do mercado" diz o Ionline.

Acho que o bloco se quer a suspensão de leis, deve usar os seus esforços para coisas mais úteis como a Revogação da Lei da Gravidade.

Assim evitar-se-ia milhares de mortos no mundo. Muitos mais que aqueles que morrem devido às "regras do Mercado".

Só ontem teriam sido salvas 228 pessoas.

8 de fevereiro de 2009

Comunicado do Sindicato das Coelhinhas

O sindicato das coelhinhas vem desta maneira protestar e alertar para a perigosa deriva sexista e fascizante, ocorrida ontem no congresso do Bloco de Esquerda, realizado no Casal Ventoso, digo Vistoso, pela própria voz do seu pregador, digo líder Doutor Francisco Louçã.
Francisco Louçã declarou que se metessem dois coelhos numa caixa, logo apareceriam muitos coelhinhos.
O Sindicato das coelhinhas sabe que Francisco Louçã deseja avidamente que um casal homosexual possa gerar descendência, mas por causa da social-fascista, reaccionária e homofóbica "Mãe Natureza", que recusando aplicar as teses mais progressistas, continua a vedar tal hipótese à comunidade gay universal, mantendo a horrenda discriminação sexual em vigor à milhões de anos, o Padreca, digo, Doutor Francisco Louçã acabou por proferir uma frase profundamente sexista que discriminou todas as coelhinhas de Portugal e do mundo, ao se referir a "dois coelhos" e não a "um coelho e uma coelha", como tem vindo a ser hábito na esquerda portuguesa, desde há vários anos, desde que o Eng.º, digo, Irmão Leigo António Guterres acabou com a discriminação fascista, sexista e centenária, de começar os discursos com "Portugueses" passando a iniciá-los com o correcto "Portuguesas e Portugueses".

O Sindicato das Coelhinhas vem por esta maneira exigir ao Pastor, digo, Doutor Francisco Louçã um pedido formal de desculpas público de modo a tranquilizar Portugal e o Mundo que as suas afirmações não foram uma deriva totalitária, Fascista, Social-Fascista, Nazi-Fascista, Sexista, Homofóbica, contra a igualdade de género, mas sim um lamentável "lapsus linguae" sem qualquer segunda intenção.

Assinado O Sindicato das Coelhinhas


(Assinatura ilegível)


CGTP-IN - Unidos Vencermos

7 de junho de 2008

Visão de um Futuro não muito distante


Cartaz da candidatura do Zé, nas próximas eleições autárquicas

11 de setembro de 2007

Afinal Ganharam!

27 de agosto de 2007

O Charroco

Desde sempre que a cara de José Sá Fernandes, vulgo "O Zé", me fazia lembrar qualquer coisa, que até hoje não tinha conseguido identificar.
Ao ler este postal engraçado do João Caetano Dias, sobre o azeite, o vinho e as corvinas, lembrei-me que sempre que via a cara de José Sá Fernandes, vulgo "O Zé", o que me vinha à cabeça era o "Charroco" e as parecenças não se ficam só pela cara.

Ao consultar esta página, deparei-me com este primoroso texto escrito por Sofia Santiago.

"Charroco, um peixe de aspecto estranho que não prima pela simpatia mas que, ainda assim, é um exemplar interessante[...]"

[...]Trata‑se de um peixe robusto, ligeiramente deprimido[…]*

[...]O charroco é considerado um predador que se alimenta de crustáceos, moluscos e pequenos peixes[...]**

[…]As escamas são pequenas e estão embebidas numa substância viscosa que cobre todo o corpo, passando despercebidas. O corpo parece, por isso, estar coberto por uma pele semelhante à das rãs. Em "comum" com este anfíbio tem, aliás, outra característica: emite sons semelhantes a um coaxar, mas não repetidos, que são produzidos pela bexiga gasosa[…].

[…]Embora desengraçado e feio o charroco é afamado até pela poesia de António Gedeão. E depois de cozinhado pode dar‑nos um prazer sublime! Não sendo uma das espécies principais, é utilizado na caldeirada de peixe, sendo obrigatório, pelo menos, na famosa caldeirada à setubalense[…].

* - Em vêz de "Ligeiramente deprimido" o mais adequado seria "Bastante deprimente"
** - Crustáceos -Ameijoas; Pequenos Peixes - Corvina; O Azeite e o vinho são para acompanhar