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22 de abril de 2009
4 de abril de 2009
José, meu nome é José Sócrates
Parece que José Socrates meteu um processo em cima de João Miguel Tavares, José Manuel Fernandes, Cristina Ferreira e Paulo Ferreira.
Isto fez-me lembrar o Tony Silva, o grande criador de toda a "música Ró" que ao saber que o seu tema tinha sido "copiado" por outros ameaçava com "meto-lhes um Prucesssso em cima"
O mesmo acontece com Sócrates, assim que Santos Silva entra com o público na mão, ele diz institivamente - "Meta-lhes um Prucessssssso em cima"
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Sócrates; Freeportgate
21 de fevereiro de 2009
A aritmética e as métricas das mulheres de letras.
Fica bem a fernanda câncio defender os que lhe são mais próximos. Mas ao menos que o faça com verdade e não com cortinas de fumo.
Não vejo na opinião pública alguém que censure Sócrates por este ter fugido ao pagamento da sisa, coisa que pelo menos 98% dos Portugueses que compraram propriedades nos últimos anos fizeram.
Não se pede a Sócrates que seja como um certo casal mediático, que comprou um belo apartamento numa zona nobre de Lisboa e o declarou por inteiro às finanças. Estas agradeceram e todos os outros condóminos do prédio tiveram que rectificar as suas declarações de sisa em 100%.
Não conheço Sócrates, mas parece ser um "porreiraço". Aquele tipo de pessoa que gosta de se dar bem e ser bem visto pelos vizinhos. Por isso compreendo que tenha feito como os outros. Claro está que o "emigrante" pode declarar por interio a compra da fração,pois esava isento de IVA. Sócrates teve a sorte de nesse tempo o governo a que pertencia ser bastante mais condescendente que a Drª Ferreira Leite e o facto de haver no mesmo prédio apartamentos com diferenças de valorde 50% ter passado despercebidoa aos adormecidos trabalhadores das finanças.
Mas ao falar do índice de preços dos escritórios quando Sócrates comprou uma habitação é lançar uma cortina de fumo. Os apartamentos do Héron venderam-se rapidamente, os escritórios nem por isso, foram necessários vários anos para vender todos. Aliás nunca em Lisboa os preços da habitação desceram 25%. Só agora, com a crise é que o mercado da habitação começa a baixar os preços significativamente.
Aliás sobre isto, a fernanda poderia perguntar aos seus colegas do DN, aqueles que, ao contrário dela, têm já um par de patins calçados. Eles a teriam elucidado sobre a evolução dospreços do mercado da habitação em Lisboa nos anos 90.
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2 de fevereiro de 2009
O Caso Freeport e o ocaso dos jornalistas
Já não há Jornalistas!Agora, os Jornais, estão entregues a “jornalistas”, que em bom português quer dizer “Trabalho à Jorna”.
A Manchete do Correio da Manhã do passado Sábado, é um exemplo de trabalho à jorna
O título indicia uma “Cacha”.
Mas a notícia nem noticia é. A senhora, vendeu a sua moradia perto de Cascais e com o dinheiro da venda comprou um apartamento por cima do apartamento do filho. O facto de a vendedora ter sido uma empresa off-shore, não teve nada a ver com ela. Apenas quem fez o prédio, vendeu-o a uma off-shore e esta comercializou o empreendimento (horroroso diga-se de passagem).

Mas a notícia nem noticia é. A senhora, vendeu a sua moradia perto de Cascais e com o dinheiro da venda comprou um apartamento por cima do apartamento do filho. O facto de a vendedora ter sido uma empresa off-shore, não teve nada a ver com ela. Apenas quem fez o prédio, vendeu-o a uma off-shore e esta comercializou o empreendimento (horroroso diga-se de passagem).
Isto demonstra a rascaria que impera nas redacções dos jornais e nas suas direcções editorias. Publicar uma não-noticia em manchete, ainda por cima atrever-se a colocar um carimbo “CM Investigação” torna o jornal inútil. Aliás esta edição do CM, apenas teria alguma utilidade se fosse impressa em papel higiénico.
Para consolação de alguns trabalhadores à jorna, apenas digo que em Inglaterra a situação é a mesma. Aqui até se acusa os corta-fitas de estarem envolvidos na corrupção.
Para consolação de alguns trabalhadores à jorna, apenas digo que em Inglaterra a situação é a mesma. Aqui até se acusa os corta-fitas de estarem envolvidos na corrupção.
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Um lente de lenta compreensão
Antes de o Professor Vital mandar mais umas das suas postas de pescada, sobre aquilo que não sabe e desconhece totalmente deveria consultar quem sabe e percebe, de modo a não fazer a figura de urso, que fica sempre mal num "lente" de Coimbra.
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29 de janeiro de 2009
28 de janeiro de 2009
A Honra perdida da República
O caso Freeport trouxe-me à lembrança uma das causas da decadência (irreversível) da República Portuguesa
Francisco Sousa Tavares A Republica Portuguesa após 25 de Abril nunca conseguiu gerar Republicanos com a honra e dignidade e integridade com que este Monárquico serviu essa mesma Republica.
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27 de janeiro de 2009
No Jardim do Pitta
Pareçe que Eduardo Pitta ficou um pouco "enxofrado" com a crítica que eu, e outros blogues, lhe fizeram relativamente a este seu postal.
Como a blogoesfera é também, e espro que o continue a ser, um lugar onde para além das diferenças existe um espírito de entreajuda, recomendo ao Eduardo, a leitura do Blogue de Pedro Almeida Vieira, O Estrago da Nação, onde, sem pontapés, tem vindo a escrever postais técnicos sobre a aprovação do Estudo de Impacto Ambiental do Freeport.
Recomendo sobretudo a leitura deste postal, onde fala sobre a "celeridade" da aprovação final do Estudo
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25 de janeiro de 2009
A Ética
Sobre o caso Freeport, escreve José Adelino Maltez:
"[...]apenas apetece voltar a glosar Cícero: nem tudo o que é lícito é moralmente recomendável ou politicamente exemplar.[...]"
Isso é para pessoas como eu, como o Jodé Adelino, como qualquer pessoa com educação e sentido de responsabilidade.
Mas para esta República, a visão é outra: "A ética é o que está na lei".
Por exemplo: Para evitar novos Freeport, este governo republicano inventou os PIN, destinado a aprovar projectos de financiadores partidários em zonas proibidas.
"[...]apenas apetece voltar a glosar Cícero: nem tudo o que é lícito é moralmente recomendável ou politicamente exemplar.[...]"
Isso é para pessoas como eu, como o Jodé Adelino, como qualquer pessoa com educação e sentido de responsabilidade.
Mas para esta República, a visão é outra: "A ética é o que está na lei".
Por exemplo: Para evitar novos Freeport, este governo republicano inventou os PIN, destinado a aprovar projectos de financiadores partidários em zonas proibidas.
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