Anti-clockwise; Blasted Mechanism; António; Blind Zero; Brigada Vítor Jara; Manuel Freire
Carlos Barreto;Carlos Bica & Trio Azul; Frank Mobus; Jim Black; Cristina Branco; Chicago Blues Harp All Stars (EUA);Chullage; Deolinda; Fanfare Ciocarlia (Roménia); Esma Redzepova (Macedónia)
Jony Lliev (Bulgária); Kaloome (França); Florentina Sandu (Roménia); Luísa Amaro; Jacinta; Levellers (Irlanda); Kora Sons; Couple Coffee Band; Ricardo Parreira; Fernando Alvim; Raquel Tavares; Chico Madureira; Aldina Duarte; Rosa Madeira; Peste & Sida; Quatro ao Sul; Quarteto Matt Pavolka; Sam the Kid; Sexteto Mário Barreiros; Sérgio Godinho; Vitorino Salomé; Tito Paris; Janita Salomé; Luanda Cozetti (Brasil); Juka (São Tomé e Príncipe); André Cabaço (Moçambique); Guto Pires (Guiné Bissau)
Quikkas (Angola); Telectu; Han Bennink; Walter Pratti; Tora Tora Big Band; Milton Gullis; André Cabaço; Kika Santos; Toumani Diabate & Symmetric Orchestra (Mali); Trivenção
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8 de setembro de 2007
Avante Terrorismo!
"[...]o PCP considera que o povo colombiano, na sua expressão das FARC, com essa separação em relação a métodos, tem todo o direito a responder a uma violência fascista, terrorista, que não limpa a imagem do Governo Uribe. Há um processo de intenção de classificar de terrorismo uma parte que luta pela defesa da soberania e de procura da melhoria das condições do seu povo. Para não ser deturpado nas palavras, o PCP tem como princípio geral a solidariedade para com todos os povos, movimentos e organizações que lutam pela sua independência, por uma vida melhor para os seus povos, incluindo o recurso à luta armada. O PCP é contra qualquer acto terrorista que ignore essa luta de resistência e essa luta de emancipação[...]".
Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP e ministro plenipotenciário das FARC na Europa em declarações ao Público (Link não disponível) via A Natureza do Mal
A presença das FARC na festa do avante, mesmo que travestida sob a forma de Partido Comunista Colombiano, envergonha o país.
Se estes senhores, abaixo indicados, se limitarem a actuar sem pronunciarem uma palavra sobre os crimes das FARC e das pessoas que detém em cativeiro há longos anos, tornar-se-ão em seus apoiantes declarados:
19 de agosto de 2007
A demissão do Estado
A justiça e a segurança são funções basilares do Estado de Direito, que apenas o estado pode desempenhar, pois ele e só ele, tem capacidade para o fazer correctamente.
Quando o estado se demite do desempenho das suas funções básica, o resultado é a instauração do caos.
Caos, porque perante a passividade das autoridades, quem quer prevaricar sente-se encorajado a o fazer. Caos, porque, perante a passividade das autoridades, quem se sentir ameaçado irá tomar a defesa e a justiça pelas suas próprias mãos.
O ignóbil acto de vandalismo, e violência, realizado por um bando de criminosos contra um campo de milho, devidamente legalizado e dentro de uma propriedade privada, perante a passividade (apoio) das autoridades e total ausência de consequências para os vândalos, é um perigoso sinal que encorajará os vândalos a realizar mais acções violentas. E é um perigoso sinal porque os agricultores, após anos de insultos e esquecimento por parte do poder central, ao assistirem à passividade da GNR e ao apoio de forças políticas aos crimes realizados em Silves, tomarão nas suas mãos a defesa do seu parco ganha-pão.
O Portugal de Sócrates está a tornar-se um loval perigoso.
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