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12 de fevereiro de 2007

E Deus tossiu

Ontem os portugueses votaram SIM ao aborto.
Hoje de manhã a terra tremeu, 5.8 na escala de Richter.
O maior abalo de terra dos últimos 30 anos
Coincidências!!!!

11 de fevereiro de 2007

Aborto

Independentemente dos resultados, defendi a única opção civilizada e correcta.
Mesmo que eu fosse o único, assim continuaria a pensar.

Momento da noite: Edite Estrela, aquela senhora que nos ensinava onde colocar o til, disse que Portugal agora era um país moderno como os outros paises mais desenvolvidos.

Amanhã os salários vão duplicar?

Música para o dia de hoje

Crosby, Stills & Nash

Teach your children

Música para o dia de Hoje

God Bless the Child

Blood, Sweat & Tears- Com David Clayton Thomas a cantar

8 de fevereiro de 2007

Um RAP pouco inteligente

Recebi um mail a pedir que deixasse de ver o programa dos gatos fedorentos. É um mail inútil, pois nunca fui espectador desse programa!
Para mim nunca gostei desta cópia de subúrbio dos Monty Python, não que alguns dos números não sejam bem conseguidos, sobretudo aquelas em que os "gatos" não aparecem, mas para chegar ao humor dos Monty é preciso bem mais que boas intenções.
A estrela da companhia é Ricardo Araújo Pereira (RAP). RAP tem em si a semente de um grande humorista, mas dificilmente ela germinará. O problema de RAP é que em Portugal é impossível fazer humor sem se debruçar sobre 2 aspectos da vida portuguesa:

Política e futebol
e RAP gosta de fazer humor sobre estes dois aspectos da vida Portuguesa, mas tem um senão que mais nenhum humorista Português tem. RAP é um militante politicamente activo do Bloco e Benfiquista assumido
Sobre a primeira, RAP propagou o seu apoio ao Bloco em plena campanha, tecendo comentários de mau gosto sobre o PCP. Escreve habitualmente na visão artigos de propaganda, aprovada pelo BE, travestida de humor. RAP apoiou com estrondo o SIM ao aborto livre e transformou o programa dos gatos numa coisa que “dizem que é uma espécie de tempo de antena”.
Quanto ao desporto, o melhor é nem falar. Benfiquista tal como eu, adoras brincar com o treinador da equipa rival, achando que isso é o máximo, os benfiquistas (alguns) gostam, os sportinguistas nem pensar e os Portistas, por seres do Benfica, também não.

Ricardo, por acaso não pensaste por que é que ninguém sabe a cor Politica e o clube de:
Vilhena;
Herman José;
Mafalda Mendes de Almeida;
Nuno Artur Silva;
Joaquim Monchique;
E muitos outros

É apenas porque eles sabem que só sendo independentes é que o público lhes dá audiência. Todos riem, os visados, os adversários dos visados e os indiferentes, ao passo que no teu programa, nem sequer consegues fazer rir os que são do teu clube!

É triste e pouco inteligente a tua atitude, mas pode ser que nem sequer chegues a cair do pedestal onde adoras estar. Num país que consegue rir com a indigência dos “Malucos do riso”, naturalmente consegue achar graça ao teu programa que “dizem ser uma espécie de tempo de antena”

7 de fevereiro de 2007

SIM (Preguiça, omissão e irresponsabilidade)

Leio com algum espanto, a acusação por parte de alguns apoiantes do SIM, de que os apoiantes do NÃO nada fizeram nestes últimos anos, para acabar com o aborto clandestino!

Sendo os apoiantes do NÃO, cidadãos descomprometidos com a classe política, com rarissímas excepções, O que não acontece com o SIM, a acusação é uma parvoíce pegada.

O mais grave é ver um ex-ministro da justiça (Vera Jardim) a lançar esta parva acusação, ele que é culpado por omissão do Genocídio provocado pela recusa do sistema de justiça em investigar, julgar e condenar as clínicas assassinas, que não praticam "Crime de Aborto", mas sim um Genocídio. Falo de clínicas organizadas e não das parteiras* vão-de-escada que como peixe miúdo que são, são as únicas que foram, são e serão incomodadas pelo sistema de Justiça.

Não é à sociedade civil que compete "Fazer coisas", é à classe política que se apresenta voluntariamente a eleições e a que pertence Vera Jardim, é que tem que "arregaçar as mangas" e trabalhar.

Compete também aos magistrados, como Rui Pereira ou Maria José Morgado (MJM), investigar as dezenas de denúncias que periodicamente caem na magistratura. E não estou a falar de denúncias de mulheres que fizeram abortos! São denúncias de clínicas, com indicação da rua, número e andar, que MJM diz ser uma enorme fonte de rendimentos ilícitos, apesar disso MJM cruza os braços. Será esta a atitude correcta de quem gosta de projectar a imagem da justiceira implacável?
E não venham com a desculpa de que nada fazem por causa das "coitadinhas" e das "pobrezinhas" das mulheres desesperadas pois para “engavetar” os genocidas não é necessário incomodá-las. As drogas empregues no aborto não são específicas? Os equipamentos usados também? Não basta interceptar os esgotos, ou o lixo para se obter o resultado do crime?

Será que vamos a votos dia 11 apenas porque quem se ofereceu para trabalhar, não está com disposição para tal?

* Apenas refiro o termo “Parteiras” pois tal é a designação usual, para o subscritor Parteira é uma nobre profissão e todos os seus bons profissionais não podem ser manchados pela ínfima minoria deste profissionais se dedica a este hediondo crime

26 de janeiro de 2007

Domingo à Tarde.....


20 de janeiro de 2007

Máscaras

A esquerda caviar, herdeira do Jacobinismo - pai fundador da hipocrisia na política, mantém este velho hábito. Enoja-se com aqueles que defendem os seus direitos e os seus pointos de vista, vedando-lhes a emissão de opiniões, dizendo que violam a lei. Mas esses hipócritas, cuja participação em campanhas está vedada pela mesma lei que os ministros da Igreja, inventaram uma maneira de a tornear - A Máscara de cidadão.

Assim quando um magistrado, ministro, polícia ou militar quiser participar numa campanha política, só tem de usar a máscara de cidadão. Como a máscara é invisivel para todos menos para eles próprios, os Portugueses, após o dia 11, terão dificuldade em saber quando estas figurinhas falam, se o fazem como detentores dos cargos que ocupam, ou se o fazem como meros "Cidadãos".

Por isso recomendo que efectivamente usem "Máscaras", para além de evitar confusões, fica bem, pois estamos a entrar na época adequada ao seu uso.

Aqui vão alguns exemplos:

Maria José Morgado cidadã, não confundir com Maria José Morgado, delegada do Ministério Público, a usar da palavra num encontro a favor do aborto a pedido Correia de Campos, cidadão ( não confundir com Correia de Campos, Ministro da Saúde) a fazer uma declaração a favor do aborto como contraceptivo.


José Sócrates Pinto de Sousa (não confundir com José Socrates sem Pinto de Sousa, Primeiro-Ministro) com vai aparecer na futura campanha a favor do aborto livre e grat..., digo, pago por todos nós

[...]Tudo isto é caricatural. Já nem é o terem as pessoas duas caras, conforme as conveniências, é já nem terem cara com que se apresentem e serem outros a enfiarem-lhes a máscara, conforme as necessidades!
Desculpem meter-me nisto, mas francamente, há um limite para tudo, para a exibição e para o rebaixamento.[...]

José António Barreiros

Portugal País do Milésimo Mundo

Como é possível haver mulheres condenadas por praticarem um crime de aborto?
Isto é próprio de um país do milésimo mundo.
Pessoal do SIM "bute nos penantes" com, e toca a ir protestar para o Tribunal de Coruche. O Bloco de Esquerda fornece as correntes e as algemas.

16 de janeiro de 2007

Eles estão com medo!

Uma falsa noticia no jornal não-oficial do governo PS.
Esta falsa manchete, concerteza penasada gizada e aprovada no largo do Rato, na realidade ilustra a radicalização dos apoiantes do aborto.