10 de fevereiro de 2010
O Alzheimer não perdoa
8 de fevereiro de 2010
Hoje tal como há 120 anos atrás
Desde Sócrates a Cavaco, passando pela Associação Nacional de Municípios, que hoje, caricatamente, mandou uma carta a Bruxelas a pedir a cabeça de Almunia numa salva de prata, todos ladram, mas de concreto nada fazem, nem sequer dão mostras de algum dia querer fazer alguma coisa.
Aliás esta reacção meramente verbal é exactamente idêntica à tida pelo Partido Republicano Português em 1890 ao ultimatum Britânico.
Hoje tal como há 120 anos atrás Portugal por culpa própria está perante poderes que lhe são superiores abre as goelas e grita, esbraceja e pula, mas de concreto não se atreve a mexer uma palha.
Esta reacção à perda de credibilidade da República nos mercados financeiros internacionais é fútil, inadequada e vai ter como resultado o aumento do nível de descrédito.
Em ano de comemoração do centenário da "República", nada como regressar a esses "heróicos" tempos.
Até os resultados finais vão ser os mesmos.
4 de fevereiro de 2010
Preocupante mesmo
Na referida emissão a jornalista pergunta a um fedelho de 11 ou 12 anos o que faria se fosse rico, a conversa avançou para coisas deveras preocupantes:
"Comprava uma metralhadora e uma shot gun" - respondeu o fedelho descontraidamente
"E para que é que tu querias a metralhadora?" - perguntou a Jornalista
"Para matar todas as pessoas de que não gosto."
"E quem é que tu matavas primeiro?" - pergunta a Jornalista.
"O Sócrates", responde o fedelho.
"Porque é que não gostas do Sócrates?"
"Porque ele me obriga a estudar e eu detesto…"
1 de fevereiro de 2010
A MORTE SAIU À RUA

A morte saiu à rua num dia assim
Naquele lugar sem nome para qualquer fim
Uma gota rubra sobre a calçada cai
E um rio de sangue dum peito aberto sai
O vento que dá nas canas do canavial
E a foice duma ceifeira de Portugal
E o som da bigorna como um clarim do céu
Vão dizendo em toda a parte o rei morreu!
Teu sangue, Rei, reclama outra morte igual
Só olho por olho e dente por dente vale
À lei assassina à morte que te matou
Teu corpo pertence à terra que te abraçou
Aqui te afirmamos dente por dente assim
Que um dia rirá melhor quem rirá por fim
Na curva da estrada há covas feitas no chão
E em todas florirão, as flores duma nação
Poema de José Afonso, com ligeiras alterações minhas que em nada afectam o seu sentido.
Também publicado em "O Centenário da República"
18 de janeiro de 2010
O Futuro de acordo com Francisco Louçã
14 de janeiro de 2010
Ai Haiti, Ai Haiti
5 de janeiro de 2010
À Atenção de Teixeira dos Santos
Ficção Argentina
26 de dezembro de 2009
A cova da Justiça está cada vez mais funda
Podem existir centenas de leis a permití-lo;
Podem existir dezenas de cronistas a aplaudir;
Mas o que o Ministério-Publico da Trofa fez, não foi um acto de justiça.
Foi apenas cavar uns metros mais fundo a campa da Justiça Portuguesa.
25 de dezembro de 2009
AEP - Associação de Estúpidos Perguiçosos
A AEP, o E significa Empresarial e não "Estúpidos", como a acção desta organização demonstra é uma organização que congrega desde Empresários competentes (muito poucos) a "empresários" que não honram os seus compromissos, que tratam os seus funcionários como escravos (A maioria). Aliás muito recentemente a AEP tentou por todos os meios impedir a subida do Salário de
Uma empresa que não consegue pagar um salário de 475 € não é uma empresa, é um depósito de Lixo
Este ano a AEP propôs a abolição do dia da Independência.
Não é para admirar!
Outra coisa não seria de esperar de quem vive de mão estendida a pedir
A palavra Independência não faz parte do dicionário dos Empresários Portugueses.
24 de dezembro de 2009
O Natal Socrático também existe!
Alguém deveria travar Paulo Pinto Mascarenhas, antes que ele cause mais danos a si próprio e àqueles para quem trabalha.
É preciso ter as costas bem quentes para poder andar por aí a fazer ameaças à integridade física em plena época natalícia.
A formiga Branca está em pleno processo de se reconstruir.
Daqui a um ano em vêz de ameaças vãs, passarão a distribuir bengaladas em plena praça pública.
Caro Paulo, mesmo não o conhecendo de lada algum, se precisar de ajuda é só dizer.
15 de dezembro de 2009
República Portuguesa - O País mais rico do Mundo
14 de dezembro de 2009
AZIA
9 de dezembro de 2009
Com amigos destes, Maria João Seixas não precisa de inimigos
7 de dezembro de 2009
Pública mentira
Quando o Público mudou de director e sobretudo depois de ouvir a sua sucessora aos microfones da TSF, disse para os meus botões “com tanto ênfase no equilíbrio de opiniões, temos mais um jornal 100% alinhado com José Sócrates”.
Logo no dia seguinte a Bárbara Reis escrevia um editorial apologético do casamento homossexual, não admitindo outra opinião senão a favorável. Para equilíbrio não está mau, a menos que para Bárbara Reis confunda equilíbrio com estabilidade de uma balança com um dos pratos bem no chão. Talvez esta estabilidade seja boa para os cofres do Jornal, dado que já deve ter garantido umas boas campanhas publicitárias do BCP e CDG, mas não é boa para o Jornal, que assim se torna num Diário de Noticias sem Câncio.
Mas a sanha do enviesamento não se limita às posições de José Sócrates, agora é o alinhamento total nas teses da esquerda caviar politicamente correcta (Já o era, mas agora nem existe contraditório). No fim de semana foram 6 páginas de propaganda islâmica. Nessas 6 páginas lemos coisas que sabemos que não existem - Que a comunidade islâmica europeia quer estar 100% integrada (Mas mantêm os nomes árabes, mesmo sem o serem), que é perfeitamente pacifica (apesar de todos os bombistas terem saído dela), que apenas quer fazer aquilo que nenhum cristão está autorizado a fazer num país árabe muçulmano. Em suma 6 páginas de Públicas Mentiras.
Hoje o enviesamento do Público era sobre a farsa do aquecimento global. O título dizia em parangonas “Nos últimos dez anos tivemos 4 anos mais quentes”. Quando hoje sabemos que a temperatura média não aumenta desde 1998.
Para o Público o “Climagate” não existe. Só faltava vir dizer que todos aqueles mails (que não foram negados pelos seus autores) não passam de invenções. Mas acho que tal não virá a acontecer pois o “culpado que antes se punha a jeito” já não reside na Casa Branca.
Nem sei que outras mentiras escrevia hoje o Público, comprei o i, mal-por-mal antes as reais fuças do Soares que as Febres imaginárias da Bárbara Reis.
A propósito da Mentiras que o Público escreve foram publicadas pelo João Miranda no Blasfémias.
A minha favorita é: [...] nações inteiras afundar-se-iam no mar[...]
LISBOA, onde os Anjos se tornam demónios para subirem ao Paraíso
A viabilização por parte de Helena Roseta da escura negociata dos Contentores de Alcântara, veio demonstrar que quando aparece um ANJO (geralmente à esquerda) que se afirma impoluto e que vai lutar pelo interesse público, temos de desconfiar e nunca lhe passar um cheque em branco.
Há uns anos atrás apareceu um tal de Zé, de peito feito contra os desmandos da Câmara, ele era o Terreiro do Paço, ele era o Túnel do Marquês, ele era o corte de árvores, o Super Zé estava em todas, afirmando sempre lutar contra os ricos, fortes e opressores e a favor dos fracos, pobres e oprimidos.
Assim que se viu Vereador, o Zé esqueceu-se dos fracos, pobre e oprimidos, e passou a andar de braço dado com os fortes, ricos e opressores, alugando o espaço público a Multinacionais, derrubando árvores nos jardins, como o que se passa agora no Príncipe Real.
É a Ética Republicana no seu esplendor
O Zé, tal como a Roseta, têm agora o lugar garantido no paraíso republicano que o PS oferece aos seus cobradores. E como não há duas sem três, estes que agora são demónios, aparecerão daqui a 4 anos travestidos de Anjos para pedir aos incautos de fraca memória uns votos que garantirão aos seus Vampiros a continuação dos seu banquete que suga o Sangue de Portugal.




