10 de fevereiro de 2010

O Alzheimer não perdoa

Mário Soares falou!

Mas para dizer o que disse, mais valia estar como o Alegre.

Caladinho.......

É este, aquele que adora ser laudado de "Pai da Democracia", de "Defensor da Liberdade" e "grande Anti-Fascista"?

É este velhote, aquele que em 1975, em nome da Liberdade impediu o PCP de ocupar o Jornal República?
É este o mesmo Mário Soares da Manifestação da Fonte Luminosa de 1975?

Peço encarecidamente à entourage do Dr. Soares:

Ajudem este velhinho a gozar o resto da sua vida com dignidade.

8 de fevereiro de 2010

Hoje tal como há 120 anos atrás

Após as declarações do comissário Almunia, que demonstram a validade do velho ditado "De Espanha, nem bom vento, nem bom casamento", ergueu-se em Portugal um enorme clamor contra os novos inimigos externos (Agências de Rating, Almunia, FMI, etc).
Desde Sócrates a Cavaco, passando pela Associação Nacional de Municípios, que hoje, caricatamente, mandou uma carta a Bruxelas a pedir a cabeça de Almunia numa salva de prata, todos ladram, mas de concreto nada fazem, nem sequer dão mostras de algum dia querer fazer alguma coisa.

Aliás esta reacção meramente verbal é exactamente idêntica à tida pelo Partido Republicano Português em 1890 ao ultimatum Britânico.
Hoje tal como há 120 anos atrás Portugal por culpa própria está perante poderes que lhe são superiores abre as goelas e grita, esbraceja e pula, mas de concreto não se atreve a mexer uma palha.


Esta reacção à perda de credibilidade da República nos mercados financeiros internacionais é fútil, inadequada e vai ter como resultado o aumento do nível de descrédito.

Em ano de comemoração do centenário da "República", nada como regressar a esses "heróicos" tempos.

Até os resultados finais vão ser os mesmos.

4 de fevereiro de 2010

Preocupante mesmo

O Carlos Barbosa de Oliveira publica um excerto de uma conversa no ar, transmitida pela Antena 1 num programa chamado Portugal dos pequeninos onde uma jornalista entrevista crianças.

Na referida emissão a jornalista pergunta a um fedelho de 11 ou 12 anos o que faria se fosse rico, a conversa avançou para coisas deveras preocupantes:

"
Comprava uma metralhadora e uma shot gun" - respondeu o fedelho descontraidamente
"
E para que é que tu querias a metralhadora?" - perguntou a Jornalista
"
Para matar todas as pessoas de que não gosto."
"
E quem é que tu matavas primeiro?" - pergunta a Jornalista.
"
O Sócrates", responde o fedelho.
"
Porque é que não gostas do Sócrates?"
"
Porque ele me obriga a estudar e eu detesto…"

NOTA: Importa salientar a fraca qualidade da Jornalista (Sónia Morais Santos) que deveria ter parado a entrevista assim que o Buícinha falou em armas e não fazer perguntas imbecis como quem queria ele matar.

Mas este tipo de comportamento não me surpreende num país, onde pessoas tidas como respeitáveis acham o assassínio político justificável, como ainda recentemente fez uma tal professor Universitário presidente de uma organização qualquer de "Livre-Pensamento", ou o Doutor Louçã faz amiúde.

Assim vai a nossa triste República

Também publicado no "Centenário da República"

1 de fevereiro de 2010

A MORTE SAIU À RUA

A morte saiu à rua num dia assim

Naquele lugar sem nome para qualquer fim

Uma gota rubra sobre a calçada cai

E um rio de sangue dum peito aberto sai

O vento que dá nas canas do canavial

E a foice duma ceifeira de Portugal

E o som da bigorna como um clarim do céu

Vão dizendo em toda a parte o rei morreu!

Teu sangue, Rei, reclama outra morte igual

Só olho por olho e dente por dente vale

À lei assassina à morte que te matou

Teu corpo pertence à terra que te abraçou

Aqui te afirmamos dente por dente assim

Que um dia rirá melhor quem rirá por fim

Na curva da estrada há covas feitas no chão

E em todas florirão, as flores duma nação

Poema de José Afonso, com ligeiras alterações minhas que em nada afectam o seu sentido.


Também publicado em "O Centenário da República"

18 de janeiro de 2010

O Futuro de acordo com Francisco Louçã

Manuel Alegre é tudo aquilo que Francisco Louçã desejaria ser quando for grande

14 de janeiro de 2010

Socrates anda a brincar?

Ai Haiti, Ai Haiti

O Haiti é daqueles paises que parece viver numa eterna maldição.

Levaram com o Pai;
Levaram com o Filho;

E agora, no entender de um ex-alcóolico, tornado pastor protestante, parece que lhes caiu o Espírito Santo em cima!

Como se não bastasse, a Angelina e o Brad vão aproveitar para se auto-promoverem no meio da desgraça.

Já diz o velho ditado: Um desastre nunca vem só.




A Praia

Pelos visto a construção do TGV serve para transformar Lisboa na Praia de Madrid.

Eu viv 10 anos em Lisboa, mas não me lembro de ter visto alguma praia na cidade.
Ou será que estava distraído?

5 de janeiro de 2010

À Atenção de Teixeira dos Santos

O Ministério das Finanças tem online todos os orçamentos do estado desde 1836.

A sua leitura é bastante esclarecedora e prometo-vos algumas surpresas, quando comparamos esses tempos longínquos com os dias de hoje.

Recomendo vivamente a Teixeira dos Santos que leia esses orçamentos de tempos mais conturbados que os actuais, pode ser que encontre neles boas ideias para o orçamento que se avizinha.
Deixo-vos aqui uma imagem de uma medida tomada pelo Ministério da Fazenda em 1837, que consistiu em reduzir os salários dos seus funcionários para uma poupança de 25%

Ficção Argentina

No Canal Fox Crime estão a passar duas séries Argentinas muito boas.

A primeira é "Mulheres Assassinas", que passa às Terças-Feiras e que retrata casos reais de assassinatos perpetrados por mulheres e não segue a linha de pensamento politicamente correcto de considerar as mulheres como vítimas. Nalguns casos as mulheres assassinas são vitimas noutros não. Tal como na vida real.

A segunda série é "Epitáfios" que passa às Segundas-Feiras e é uma história de um "serial Killer" com um enredo muito melhor que qualquer produto Norte-Americano".

Absolutamente a não perder.

26 de dezembro de 2009

A cova da Justiça está cada vez mais funda

Podem existir milhares de calhamaços de filosofia do direito a justificá-lo;
Podem existir centenas de leis a permití-lo;
Podem existir dezenas de cronistas a aplaudir;

Mas o que o Ministério-Publico da Trofa fez, não foi um acto de justiça.

Foi apenas cavar uns metros mais fundo a campa da Justiça Portuguesa.

Fujam, Vem aí um TGV

Sócrates vê uma luz ao fundo do "Túnel"

25 de dezembro de 2009

AEP - Associação de Estúpidos Perguiçosos

A A.E.P. mais uma vêz, como ciclicamente o tem feito e à falta de melhores ideias, insurge-se contra o número de feriados existentes em Portugal, que parece considerar a única razão do nosso atraso.

A AEP, o E significa Empresarial e não "Estúpidos", como a acção desta organização demonstra é uma organização que congrega desde Empresários competentes (muito poucos) a "empresários" que não honram os seus compromissos, que tratam os seus funcionários como escravos (A maioria). Aliás muito recentemente a AEP tentou por todos os meios impedir a subida do Salário de Miséria Mínimo Nacional, demonstrando assim a total incompetência dos seus membros.
Uma empresa que não consegue pagar um salário de 475 € não é uma empresa, é um depósito de Lixo

Este ano a AEP propôs a abolição do dia da Independência.

Não é para admirar!

Outra coisa não seria de esperar de quem vive de mão estendida a pedir esmola fundos ao estado, à União Europeia, quem quer que seja.

A palavra Independência não faz parte do dicionário dos Empresários Portugueses.

24 de dezembro de 2009

O Natal Socrático também existe!

É preciso recuar aos tempos da ditadura republica (1910-1926) para ver violência deste tipo à solta.
Alguém deveria travar Paulo Pinto Mascarenhas, antes que ele cause mais danos a si próprio e àqueles para quem trabalha.

É preciso ter as costas bem quentes para poder andar por aí a fazer ameaças à integridade física em plena época natalícia.

A formiga Branca está em pleno processo de se reconstruir.
Daqui a um ano em vêz de ameaças vãs, passarão a distribuir bengaladas em plena praça pública.

Caro Paulo, mesmo não o conhecendo de lada algum, se precisar de ajuda é só dizer.

NATAL

Desejo a todos os leitores um Santo e Feliz Natal

15 de dezembro de 2009

República Portuguesa - O País mais rico do Mundo

O Desemprego bate recordes.
Portugal está a um passo de imitar os Irlandeses e ver-se grego.
Enquanto isso existe um País riquíssimo, que também se chama Portugal (Onde reside o Peres Metelo) e que tem cidades tão ricas, mais ricas que uma capital das Arábias, como Paredes onde a edilidade local está a pensar comemorar o centenário da República com um mastro de um milhão de euros (1.000.000,00€) para lá colocar a maior Bandeira verde/Rubra do Mundo.
A Comissão do Centenário aplaude a iniciativa.
O governo permanece num silencio aprovador.
Ai que pena não vivermos num País tão rico como a República Portuguesa
Acho que desta vez o 31 da Armada vai ter que abrir uma subscrição pública para comprar uma Bandeira de Portugal verdadeira para ombrear com aquela que vão substiruir em Paredes

14 de dezembro de 2009

AZIA

A esquerdalhada está com azia devido ao justo e merecido prémio Pessoa atribuído ao Bispo do Porto D. Manuel Clemente.

Quando a esquerdalhada está com azia, eu estou feliz.

9 de dezembro de 2009

Com amigos destes, Maria João Seixas não precisa de inimigos

Reduzir o curriculum de Maria João Seixas a uma mera Girl:

Como fez Eduardo Pitta, é tão insultuoso como outras reacções que se viram por aí na Blogoesfera.

Reduzir o trabalho de Maria João Seixas a uma série de postos que ocupou e que nem sequer são muito relevantes para a sua experiência, demonstra apenas que gosta tanto dela como o saudoso César Monteiro. Só faltou reduzi-la a uma qualquer Teresa Caeiro, dizendo que o facto de ser casada com um Realizador de Cinema a qualificava especialmente para o cargo.

Mais errado que Pitta está Vasco Pulido Valente. A acreditar nas noticias vindas a público parece que Maria João Seixas está disposta a tirar o cheiro a bafio da Cinemateca. Isso já é uma grande coisa.

7 de dezembro de 2009

Pública mentira

Quando o Público mudou de director e sobretudo depois de ouvir a sua sucessora aos microfones da TSF, disse para os meus botões “com tanto ênfase no equilíbrio de opiniões, temos mais um jornal 100% alinhado com José Sócrates”.


Logo no dia seguinte a Bárbara Reis escrevia um editorial apologético do casamento homossexual, não admitindo outra opinião senão a favorável. Para equilíbrio não está mau, a menos que para Bárbara Reis confunda equilíbrio com estabilidade de uma balança com um dos pratos bem no chão. Talvez esta estabilidade seja boa para os cofres do Jornal, dado que já deve ter garantido umas boas campanhas publicitárias do BCP e CDG, mas não é boa para o Jornal, que assim se torna num Diário de Noticias sem Câncio.


Mas a sanha do enviesamento não se limita às posições de José Sócrates, agora é o alinhamento total nas teses da esquerda caviar politicamente correcta (Já o era, mas agora nem existe contraditório). No fim de semana foram 6 páginas de propaganda islâmica. Nessas 6 páginas lemos coisas que sabemos que não existem - Que a comunidade islâmica europeia quer estar 100% integrada (Mas mantêm os nomes árabes, mesmo sem o serem), que é perfeitamente pacifica (apesar de todos os bombistas terem saído dela), que apenas quer fazer aquilo que nenhum cristão está autorizado a fazer num país árabe muçulmano. Em suma 6 páginas de Públicas Mentiras.


Hoje o enviesamento do Público era sobre a farsa do aquecimento global. O título dizia em parangonas “Nos últimos dez anos tivemos 4 anos mais quentes”. Quando hoje sabemos que a temperatura média não aumenta desde 1998.

Para o Público o “Climagate” não existe. Só faltava vir dizer que todos aqueles mails (que não foram negados pelos seus autores) não passam de invenções. Mas acho que tal não virá a acontecer pois o “culpado que antes se punha a jeito” já não reside na Casa Branca.

Nem sei que outras mentiras escrevia hoje o Público, comprei o i, mal-por-mal antes as reais fuças do Soares que as Febres imaginárias da Bárbara Reis.


A propósito da Mentiras que o Público escreve foram publicadas pelo João Miranda no Blasfémias.


A minha favorita é: [...] nações inteiras afundar-se-iam no mar[...]

LISBOA, onde os Anjos se tornam demónios para subirem ao Paraíso

A viabilização por parte de Helena Roseta da escura negociata dos Contentores de Alcântara, veio demonstrar que quando aparece um ANJO (geralmente à esquerda) que se afirma impoluto e que vai lutar pelo interesse público, temos de desconfiar e nunca lhe passar um cheque em branco.


Há uns anos atrás apareceu um tal de Zé, de peito feito contra os desmandos da Câmara, ele era o Terreiro do Paço, ele era o Túnel do Marquês, ele era o corte de árvores, o Super Zé estava em todas, afirmando sempre lutar contra os ricos, fortes e opressores e a favor dos fracos, pobres e oprimidos.


Assim que se viu Vereador, o Zé esqueceu-se dos fracos, pobre e oprimidos, e passou a andar de braço dado com os fortes, ricos e opressores, alugando o espaço público a Multinacionais, derrubando árvores nos jardins, como o que se passa agora no Príncipe Real.


É a Ética Republicana no seu esplendor


O Zé, tal como a Roseta, têm agora o lugar garantido no paraíso republicano que o PS oferece aos seus cobradores. E como não há duas sem três, estes que agora são demónios, aparecerão daqui a 4 anos travestidos de Anjos para pedir aos incautos de fraca memória uns votos que garantirão aos seus Vampiros a continuação dos seu banquete que suga o Sangue de Portugal.