13 de julho de 2008

Publicidade Turística

11 de julho de 2008

História e Teologia

Dentro de dois anos comemora-se o centenário da revolução de 5 de Outubro, que pela força, implantou o regímen dito “republicano” em Portugal.
As comemorações de dita efeméride, tal como até agora foram apresentadas, irão se debruçar não sobre aquilo que a 1ª República foi na realidade, mas sim sobre aquilo que os alegados “herdeiros” desse regímen gostariam que tivesse sido.
Em 2010 vai ser comemorado um regímen que nunca existiu.

Importa por isso fazer um combate. Um combate pela reposição da verdade e nada mais que a verdade.

E a verdade combate-se com FACTOS, factos esses prudentemente arrumados no fundo das gavetas da história, pelos “Historiadores” que nos últimos 50 anos escrevem a versão oficial da História, que na realidade nada mais são que teólogos que buscam apenas a confirmação dos seus dogmas.

Este trabalho de grupo que agora começa a dar os seus primeiros passos, não pretende ser uma obra teológica a qual, contra os dogmas da história republicana, procura contrapor os seus próprios dogmas. Os factos falam por si. Basta contá-los.

Tal como escreveu Ernest Renan na introdução ao 4º volume da História das origens do cristianismo – O Anti-Cristo […] Porque a história é a análise duma vida que se desenvolve, dum germe que se expande e a teologia é o inverso da própria vida. Atento apenas ao que confirma ou infirma os seus dogmas, o teólogo, até o mais liberal, é sempre, mesmo sem se aperceber, um apologista; o seu fim é defender ou refutar. O historiador não tem por missão senão contar […].

É norteado por esta visão de Renan, que inicio a minha colaboração no Blogue do Centenário da República e na plataforma a minha colaboração, tal como tenho vindo a fazer desde há três anos e meio no meu blogue Cartas Portuguesas.

10 de julho de 2008

Já circula!

Anos de sonhos, meses de construção e dias de montagem.


A minha Trix "Eurosprinter" já circula

Agora só falta a "Paisagem"


Nota: Aqui na Blogoesfera, com excepção do Pedro Guedes não parece haver muitos entusiastas destas coisas.

2 de julho de 2008

LIVRE!

Ficamos a aguardar a irada reacção contra a libertação de Ingrid Betancourt, acto inqualificável do capitalismo social-fascista Norte Americano, por parte dos embaixadores das FARC na União Europeia, Jerónimo de Sousa e Bernardino Soares

30 de junho de 2008

A Obra de Mugabe

Hoje, não sei a que horas, era esta a cotação do Dólar do Zimbabwé

£1 = 85,000,000,000
$1 = 40,928,000,000
€1 = 64,456,000,000


Porreiro Sr. Mugabe!

29 de junho de 2008

A Bola

Hoje, se houver justiça no Futebol, ganha a Espanha.

Adenda das 22h30: No Futebol ainda há Justiça

27 de junho de 2008

Programa para amanhã

Amanhã andarei por aqui:
Imagem roubada com carinho ao "Sexo dos Anjos"

26 de junho de 2008

O Choque tecnológico - A máquina que faz "PING"

O "Choque Tecnológico", bandeira do executivo presidido Sr. Eng.º Técnico José Sócrates, tem nesta noticia a prova de que esse tão propalado "choque", não passa de uma falácia propagandística sem qualquer conteúdo.
Usar os fundos destinados à investigação para pagar salários demonstra a ignorância dos decisores governamentais que pensam que a tecnologia é uma coisa que aparece com um mero estalar de dedos e que não necessita investimento.

Um outro exemplo é a famosa central solar de Almodôvar, que o governo apresenta como um "investimento" em novas tecnologias. Na realidade o que o estado fez foi um mero arrendamento de um terreno e alterações na lei de modo a tornar viável o que era inviável e assim financiar a indústria espanhola e alemã de células fotovoltaicas.
Nós largamos o dinheiro eles ficam com os lucros e a tecnologia.

Toda esta coisa do Choque Tecnológico apenas choca no valor da conta que iremos pagar. E esta conta é a única e única coisa que o "Choque" nos irá legar.

o "Choque tecnológico" Socrático está bem representado no filme dos Monty Phyton "O sentido da Vida". O "Choque Tecnológico" não é mais que a máquina que faz "PING", a mais cara em todo o hospital e serve apenas para fazer .... PING.



Ora digam lá se o administrador não é um Sócrates perfeito!

20 de junho de 2008

New York, New York

O João Gonçalves chama-lhe Guerrilha Urbana.



Eu cá chamo-lhe ARTE.

Visões de um Futuro Presente

Ele já tem saudades da selecção

Nós NUNCA teremos saudades dele!

Visão de um Futuro não muito distante (I)

SAUDADES

A breve prazo ....
Nós vamos ter saudades dele

e ele de nós

19 de junho de 2008

A Dona Ernestina e anexo I do Regulamento (CE) nº 2200/96

Nem tudo o que parece absurdo na União Europeia o é.
Este postal do Gabriel Silva, apesar de o texto parecer um excelente texto escrito pela pena de Ionescu, só o é para quem desconhece em absoluto o que é a agricultura da actualidade. Desconheço o grau de conhecimento que Gabriel Silva tem da Agricultura moderna, mas o que ele escreveu resulta num exercício da mais pura demagogia barata. A qual se aproveita de uma linguagem técnica, perceptível e clara para os verdadeiros destinatários do regulamento, mas aparentemente absurda para os leigos na matéria.

Os regulamentos da União Europeia não são elaborados a pensar na banca da fruta da Dona Ernestina do mercado do Bolhão, uma vez que o comércio agrícola se destina, na sua grande maioria a unidades industriais de transformação e não à venda no mercado/supermercados.
Mesmo nestes últimos, os frutos e legumes passam por grandes cadeias d distribuição. Para isso é necessário e obrigatório o estabelecimento de valores legais de certos parâmetros fundamentais da qualidade dos produtos, pois é com base nesses parâmetros que são realizadas as transacções comerciais, para além da protecção dos consumidores.

Como é que o Gabriel Silva acha que uma fábrica de polpa, sumos e concentrados compra a matéria-prima?
Acha que é o agricultor, que diz que o pêssego está maduro porque lhe doeu a unha do pé na Segunda-Feira passada?

Como é que acha que o Continente compra as frutas, sabendo que estas vão ter um tempo de espera de alguns dias entre a compra e a colocação no escaparate? Sabendo que elas têm que estar maduras para satisfazer o seu cliente, as mesmas têm que ser compradas com um grau de maturação inferior de modo a que esta seja atingida no momento da compra. Da mesma maneira, uma fábrica de concentrado de tomate paga pelo tomate no ponto óptimo de maturação, se o tomate estiver imaturo, o carregamento pode ser recusado ou comprado com penalização.

A agricultura não é aquilo que um Lisboeta, ou Portuense pensa que é. É um meio industrial com tecnologia de ponta (A agricultura das leiras de 500 metros de comprimento por 50 cm de largura, com um velhote analfabeto a cavar com enxada, não é agricultura), e todas as colheitas têm métodos científicos de avaliação da maturação. No caso de frutas, tomates, ou uvas usa-se refractómetros e espectofotómetros, no caso de milho e outros cereais, usam-se … Satélites.

O regulamento que o Sr. Gabriel faz referencia é mais importante para a indústria, que para a banca da Dona Ernestina e por isso não é uma peça esconsa debitada por um burrocrata Bruxelense numa tarde de ócio.

Claro está que também serve para a ASAE, quando não tiver mais nada para fazer, chatear a Dona Ernestina e a sua banca de Fruta do Mercado do Bolhão.

Dúvida existêncial

O CAA, de vez em quando acerta na "Mouche".


O que diga-se de passagem me faz cair numa dúvida existêncial!

O que será o Benfica? A "Coca" ou o "Cavalo"?

17 de junho de 2008

Postal muito batido

Eu sei que este dito é muito batido.
Mas mesmo assim nunca é demais dizer que:

15 de junho de 2008

B de Benfica

Só faltaram as camisolas cor-de-rosa, para a selecção ser o Benfica

13 de junho de 2008

Agora Sim!

COOL, YEAH*
Porreiro, Pá

12 de junho de 2008

Porreiro, Pá

O Estado Português, maior caloteiro nacional, cujos atrasos nos pagamentos raiam o escândalo mundial, chegando a ter prazos de pagamento que talvez só o Zimbabwe de Mugabe os ultrapasse, acordou com as empresas de transporte, entre várias medidas, a obrigatoriedade de os prazos de pagamento dos clientes das empresas de transporte seja de 30 dias. O incumprimento do prazo de pagamento constitui contra-ordenação punível com coima, a processar pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres.

Naturalmente que ao assinar este compromisso, o Governo pensa em aplicar aos possíveis, e naturais, incumprimentos por parte do estado deste acordo as mesmas contra-ordenações que foram aplicadas a António Nunes e José Sócrates por não terem respeitado a Lei de Proibição de fumar.