26 de março de 2008

Nada a fazer

Contra a Grécia ou contra a França é derrota pela certa, tal como contra a Inglaterra e Holanda é vitória garantida.

Não deitei atenção ao jogo, mas jogamos mal não foi?
Fiquei com a impressão que ganhamos na sarrafada!

22 de março de 2008

Ontem e hoje

Em 1934, um estudo de Tamagnini afirmava que a população escolar Portuguesa se dividia em 5 grupos diferentes:
1 ° - Ineducáveis 8%
2° - Normais estúpidos 15%
3° - Inteligência média 60%
4° - Inteligência superior. 15%
5° - Notáveis 2%

Informação retirada de um trabalho feito numa escola de eduqueses

Não sei os números oficiais de hoje em dia, mas acho que devem ser próximos dos seguintes:

1 ° - Jovens inocentes que a sociedade se recusa a integrar (ex Ineducáveis) 40%
2° - Jovens inocente parcialmente integrados (ex Normais estúpidos) 30%
3° - Jovens Palermas que querem ser tótós (Ex Inteligência média) 15%
4° - Jovens que recusam parcialmente a integração na sociedade (ex Inteligência superior). 10%
5° - Jovens completamente desintegrados dos objectivos da sociedade (Ex Notáveis) 5%

Como podem ver os objectivos do Ministério da Educação ainda estão longe de serem atingidos. Ainda há cerca de 15% de palermas que se recusam a integrar os objectivos da sociedade portuguesa - a Burrice absoluta.

Felizmente que a cena divulgada esta semana, numa escola da classe média-alta de uma importante cidade portuguesa, permite aos eduqueses a esperança de que o objectivo de alcançar o valor 0 (Zero) no 4º e 5º grupo está a um passo de ser alcançado

Faço minhas as palavras de ...

Marcelo Correia-Ribeiro no Incursões



Caro Marcelo. Acho que no seu último parágrafo você contribuiu para que o eduquês que vai elaborar o relatório tenha pouco trabalho. Basta copiar.

20 de março de 2008

O "Artista de Circo": Categoria - RICO

O Daniel Oliveira está no polo oposto das minhas ideias. Aliás não me lembro sequer de ter alguma vez concordado com ele.

Mas isso não é obstáculo para estar do seu lado contra a condenação que foi alvo, por ter dito que Alberto João tinha carteira profissional de artista de circo.
Quantas e quantas vezes, os políticos da nossa praça foram apodados de artistas de circo ou outras profissões piores ou filiações parentais de muito baixa condição, e responderam com classe, usando o silêncio dos indiferentes.
Tudo se resume a um problema de Classe. Ou melhor à falta dela, no carácter de Alberto João.

Por este motivo acho que a carteira profissional de Alberto João deve ostentar a categoria "Rico". Pois este revela sempre falta de "classe" quando brinca com aquele que tem a categoria "Pobre".

Caro Daniel, eu sei que a sentença ainda não transitou em julgado, mas se precisar de alguma coisa é só dizer.

Republicanos Asquerosos

Graças ao João Matos e Silva do Sem Controno, li esta asquerosa pérola republicana.
Lisboa, 17 Mar (Lusa)
O jornalista e maçon Inácio Ludgero* defendeu hoje que os debates entre República e Monarquia já "não fazem qualquer sentido", considerando que Portugal conquistou o direito a ser republicano a 5 de Outubro de 1910.
"Somos e seremos uma República. Conquistámos esse direito gloriosamente a 5 de Outubro de 1910, e agora dar voz a uma minoria, que nem sabe quem é o seu verdadeiro Rei, é uma pura perda de tempo, um disparate sem sentido", afirmou Inácio Ludgero, [...].
[...], Inácio Ludgero fez questão de prestar homenagem a Manuel dos Reis Buíça e Alfredo Luís Costa, os autores dos disparos que mataram o rei D. Carlos e o príncipe herdeiro D. Luís Filipe, no dia 01 de Fevereiro de 1908."Quero prestar homenagem a estes dois cidadãos impolutos, que sendo assassinados, matando (...) foram capazes de mudar o rumo da história pela Pátria e pela República", afirmou, defendendo que "nas revoluções pela Liberdade tem de haver mortes".
Vincando a sua condição de maçon assumido, Inácio Ludgero sublinha que os inimigos da Maçonaria "não são nem os monárquicos, nem os católicos, ou de qualquer outro credo, ateus, ou Homens que sejam de qualquer raça ou partido"."
Os verdadeiros inimigos da Maçonaria são os membros de uma seita que dá pelo nome de Opus Dei e quem os apoia, a Igreja Católica, Vaticano com seu papa, no seu profundo reaccionarismo intolerante e racista (onde a mulher nada vale) e todos os ditadores que ainda governam neste nosso mundo", disse.[...]
SMA/GC.© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.2008-03-17 17:25:01
* Integrado, como efectivo, na redacção da revista "Visão", do grupo Edimpresa. Maçon do Grande Oriente Lusitano - GOL.
Para quem conhece minimamente o mudus operandi de uma organização maçónica, sabe que esta opinião emitida (ladrada?) por Inácio Lugero (com a nova ortografia acabam as "finezas") não é uma opinião pessoal. A Maçonaria não permite aos seus membros enquanto tal, a emissão de opiniões pessoais. Esta é uma comunicação oficial do Grão-Mestre da Maçonaria e deve ser lida e entendida como tal.
Pelo que concluo que o Grande Oriente Lusitano existe para promover uma ideologia baseada na intolerância e ódio à igreja católica, tal como outras promovem a intolerância e o ódio aos negros, amarelos, homosexuais, etc.
Por outro lado não me surpreende esta tomada de posição do GOL. O recente debate televisivo se bem que não se possa apontar um "vencedor", resultou na transmissão de uma imagem renovada , moderna, positiva e avançada da Causa Monárquica, algo que o GOL, esteio fundamental da incompetente clase política que nos governa desde há pelo menos 25 anos, viu com enorme preocupação, pois Republicanos da estirpe Maçónica são uma confrangedora minoria. A grande maioria do Povo Português é indiferente ao tipo de regime e por isso poderá pender para a raestauração monárquica, caso a causa Monárquica consiga aparecer aos seus olhos, como vector de mudança para Portugal.

Fico a aguardar as homeagens do GOL a outros individuos, de republicanismo certificado, que matando, foram capazes de mudar o rumo da história tais como:
  • Adolfo Hitler;
  • Robespierre;
  • José Estaline;
  • Pol Pot;
  • Idi Amin;
  • Khomeiny

19 de março de 2008

Euromilhões

Não é ficção.
Nos Estados Unidos você pode estacionar o seu avião particular, na garagem da sua casa.

Stellar Park, Phoenix-Arizona

17 de março de 2008

Finalmente, Uma LUZ no Norte

Desde há alguns anos que o epíteto "Nortenho" (Portuense) deixou de significar trabalhador honrado e passou a significar alguém que olha para o passado, que espera por um D. "Sevastião" qualquer que o tire do buraco onde está e que atribui todas as culpas da situação em que caiu a uma conspiração com epicentro em Lisboa. Curiosamente algumas dessas personagens responsáveis pela imagem que o "nortenho" (Portuense) tem, hoje em dia, no resto do país, agregam-se num único blogue, onde os comentários conseguem cometer a proeza de superar os da edição online do Correio da Manhã.

Mas no entanto ainda há esperança! Enquanto muitos falam, na sombra, e longe dos holofotes dos meios de comunicação, existem pessoas que estão a desenvolver trabalho e que, provavelmente serão elas quem vai voltar a trazer o norte para a posição de liderança económica que já teve e que muita falta faz a todo o Portugal.
Claro está que uma "posta de pescada" do Manuel Serrão, tem mais audiência e divulgação que o trabalho sério, honesto, que na sombra várias instituições têm vindo a fazer ao longo dos últimos anos.

Talvez por isso a entrevista de Cristina Azevedo ao suplemento norte do Público, na passada Segunda-Feira tenha passado completamente despercebida.

Pela primeira vez que vejo alguém do norte a falar sem ter que atribuir culpas a factores exógenos a teorias da conspiração e que revela um conhecimento real e concreto da situação e factores que levaram a Região Norte à sua situação actual.

Pela primeira vez vejo que alguém em Portugal (Continente e regiões autónomas) está a fazer um planeamento a longo prazo, com apostas que me parecem sérias e pertinentes e que, arrisco a dizer, provavelmente serão bem sucedidas. No entanto este trabalho vai demorar algum tempo até começar a apresentar resultados visíveis, mas o caminho é seguramente por aí.

Nota: Para quem não se lembra, a Cristina Azevedo é aquela senhora que há algum tempo atrás toureava semanalmente o CAA na RTP-N em lides para duas orelhas, rabo e pata.

Como o Público insiste em manter um acesso restrito à sua edição online, coloco aqui a entrevista na integra.

O processo de reestruturação da indústria nortenha ainda vai durar algum tempo, com repercussões ao nível do desemprego. Mas a região vai tendo consciência das alternativas

Licenciada em Relações Internacionais Económicas e Políticas pela Universidade do Minho e ex-directora de marketing da antiga bolsa de Lisboa e Porto, Cristina Azevedo desenvolveu, em oito anos na CCDR-N, seis dos quais como vice-presidente, uma visão estruturada dos problemas da Região Norte e das formas de os atacar. Nesta entrevista, deixa pistas sobre algumas das prioridades da comissão: apostar na diversificação da economia - através do desenvolvimento de sectores como o da saúde e dispositivo médico e o das indústrias criativas, por exemplo - sem abandonar a atenção de que necessitam os sectores tradicionais, como os têxteis, o calçado e o vinho, que será alvo de um projecto específico.

PÚBLICO/RÁDIO NOVA - Nestes anos que leva na CCDR, a região não tem conseguido acompanhar o nível de crescimento económico do país, que nem sequer é muito famoso. Ainda acredita que haja futuro para o Norte que não seja o de mais e mais desemprego e estagnação económica?

Cristina Azevedo - Absolutamente. Não consigo sequer imaginar outra coisa. Estamos numa região que vale 28 por cento do PIB [produto interno bruto] nacional, 34,3 por cento do emprego, 35,4 por cento da população, que é provavelmente o dado mais importante. Porque de facto nós temos o que muitos territórios não têm. Temos gente e temos gente nova. E mais do que isso, temos progressivamente gente cada vez mais qualificada. É verdade que não conseguimos encontrar ainda formas de fixar os melhores, permanentemente. Mas estou convencida de que isso vai ser possível, e que a região está simplesmente a atravessar uma crise que outras regiões atravessaram, com situações até bem mais difíceis, como foi o caso espanhol, com taxas de desemprego muito maiores.

Parece-lhe então que o desemprego, mais do um falhanço das políticas para a região, é simplesmente um sinal de que as mudanças estão de facto a acontecer?

Com certeza. Reparem: a vantagem competitiva de uma mão-de-obra barata obviamente que não podia durar. E durou, provavelmente, tempo demais. Neste momento os nichos de mercado são outros e é para eles que têm de produzir os nossos sectores ditos tradicionais - que são de eleição do ponto de vista do emprego e da renda que garantem. Mas têm de ter mais valor acrescentado e mais gente qualificada. E estão a evoluir para aí. O calçado e o têxtil são sectores que começam a dar sinais consistentes de que estão a seguir essa via, mas libertam pessoas menos preparadas.

Mas o que é que está a falhar?

O tempo. A reestruturação industrial é sempre um processo complicado. E até julgo que a qualidade da nossa produção jogou um bocadinho contra nós. Tivemos um mercado fiel durante demasiado tempo. E os empresários não mudam se não tiverem motivação para mudar, pelo que aguentaram até ao limite em que a nossa mão-de-obra barata deixou de ser competitiva. É uma mudança violenta. E é nossa responsabilidade colectiva fazer a mudança.

Mas temos também de dizer às pessoas que esta fase ainda vai durar. Não?

Demora. E é perigoso, difícil e quase irresponsável gerir expectativas de curto prazo. O que temos de fazer é monitorizar se aquilo que estamos a fazer vai no bom caminho. Apesar de tudo, as últimas contas trimestrais reveladas pelo INE - são de 2005, é verdade - mostram que estamos num crescimento acima da média do país, pela primeira vez nos últimos anos. Espero que quando soubermos as de 2006 e 2007 os resultados sejam ainda melhores. São processos longos, e mentirá quem disser que não é assim.

Entretanto, o que é se faz a essas dezenas de milhares de pessoas que não têm hipótese de encarar um mercado de trabalho mais exigente?

Essa é uma pergunta que não tem uma só resposta, porque nós temos um perfil muito variado de desempregados. Se nuns casos há lugar para políticas assistencialistas e reformas antecipadas, noutros há espaço para a reconversão. Há sectores que precisam de mão-de-obra que não é de topo. Os sectores do turismo e da construção podem absorver parte dessa mão-de-obra.

E as várias estruturas de poder estão a trabalhar em conjunto para fazer do turismo essa aposta de que fala? Há sinergia?

É deficiente. Estamos perante um conjunto de fenómenos muito complexos, que surgem em simultâneo. Temos subespaços no Norte que emergem como destinos de alta qualidade - o Douro e o Minho-Lima - pelas suas características ambientais. A CCDR criou em Lamego – não no Porto ou em Lisboa – uma escola de turismo, que está a qualificar um conjunto significativo de jovens que vão dar apoio aos complexos turísticos que estão a nascer. Agora, estamos em cruzeiro, estamos a fazer um caminho. Mas as soluções estão instaladas. Não podem é produzir resultados de um dia para o outro.

É vogal da comissão executiva do Programa Operacional do Norte, que tem 2700 milhões de euros para ajudar a região a dar o salto até 2013. Estamos numa fase inicial, mas pode dar-nos uma ideia de projectos, das prioridades?

O programa é diferente dos anteriores. Está estruturado em torno de duas ideias fundamentais, sendo que uma tem mais peso do que a outra. Incorpora a agenda para a competitividade, e cerca de mil milhões de euros são dedicados à competitividade da actividade produtiva: das empresas (quase 400 milhões de euros), das infra-estruturas de contexto, como os parques empresariais, ciência e tecnologia, e das instituições de investigação e desenvolvimento.

Das várias vertentes, qual lhe parece ser a que mais impacte poderá ter na mudança do perfil produtivo da região?

Há uma nova forma de fazer política económica, e de fazer política económica de base regional, que é o que o país precisa. Não tenho nada contra a captação de Projectos de Interesse Nacional, os chamados PIN, para o Norte do país – julgo até que estamos a ser desfavorecidos nessa matéria e que temos que recorrer a metodologias tipo chave-na-mão para atrair investidores estrangeiros, mas talvez mais importante do que isso seja um olhar para os clusters que já existem, e os que podem vir a nascer.

A CCDR-N tem ajudado a atrair a atenção sobre um desses clusters, no caso o da saúde e dos dispositivos médicos.

No que diz respeito ao pólo de competitividade para a saúde - que vai dar origem a uma entidade e a uma marca, que serão anunciadas brevemente -, a CCDR teve como objectivo usar as competências de planeamento regional em favor de uma política económica que visa potenciar aqueles que são os recursos diferenciadores da região. E na saúde, ao contrário do que possa imaginar quem estiver menos atento, há factores diferenciadores que nós identificamos desde a actualização do diagnóstico prospectivo feita em 2005: a presença da maior farmacêutica do país, a Bial, os 1800 investigadores, 700 dos quais doutorados, instituições de referência na área da investigação, como os três institutos que deram origem ao I3S [Instituto de Investigação e Inovação em Saúde], e que com este processo de fusão se dimensionam para competir à escala global... Havia todas as razões para juntar estes agentes e pô-los a criar mais negócio, através de um fluxo mais rápido entre o que se investiga e o que se produz.

E onde é que podemos chegar com este pólo de competividade?

Poderemos produzir novos fármacos, novos dispositivos médicos. O quê, exactamente, dependerá dos parceiros que se estão a envolver, e que manterão um grande nível de confidencialidade nos seus projectos. O pólo não vai dizer o que se deverá fazer, criará é um ambiente propício à multiplicação de negócios. E poderá fazer outra coisa muito importante, que é criar uma marca e posicionar o país, como aconteceu com o projecto de Oresund (Sul da Suécia e Norte da Dinamarca), que juntou instituições dos dois países no Medicon Valley.

O professor Sobrinho Simões admitiu há tempos que o projecto se poderia chamar Bio Atlantic Health Cluster. É essa a marca?

A comissão patrocinou um estudo de branding, e há uma short list, na qual se inclui essa designação. Mas neste momento não há uma decisão tomada.

Qual vai ser o modelo de gestão deste projecto?

Será criada uma associação privada sem fins lucrativos, na qual a CCDR terá um papel recuado, de observador. O pólo vai funcionar na sede da comissão, mas a sociedade será gerida pelos restantes parceiros: as empresas, os hospitais, os centros de investigação, num número mais alargado do que o que foi dado a conhecer no ano passado. O grupo de fundadores que trabalharam nisto nos últimos dois anos tinha nove elementos, e é de âmbito nacional, já que inclui o Centro de Neurociências da Universidade de Coimbra, o Instituto de Medicina Molecular e a farmacêutica Hovione, de Lisboa. Não podíamos confinar isto a uma área à volta do Porto. O grupo de fundadores, só por si, valia já 350 milhões de euros em volume de negócios e tem mais de 3000 pessoas a trabalhar, a maioria delas muito qualificadas.

Acredita que com este projecto se consiga fixar na região alguns dos cérebros que ela tem deixado escapar?

É evidente que sim. E se falharmos nisso, falhamos no mais importante. Esta área reclama gente de altíssima qualidade. Julgo que podemos pensar em avançar no futuro para um cluster físico, onde possamos instalar centros de investigação e desenvolvimento de empresas desta área.

15 de março de 2008

Um Virús passeia pela Blogoesfera.

Subitamente e sem pré-aviso, vários blogues alojados no Blogger foram atacados pelo vírus Maria Armanda e mudaram-se com armas e bagagens para o Sapo.
Este blogue que começou lá, mudou-se já há bastante tempo para aqui.
E por cá vai ficar.
É que com um governo que quer proíbir piercings nos lábios, de certeza que está a pensar em maneiras de cozer a boca a vozes incómodas. No diligente Sapo, isso está perfeitamente ao seu alcance, coisa que no Blogger é impossível de fazer.

Um outro Iraque

A distinta Euro-deputada Ana Gomes mostra-nos em alguns postais que a invasão do Iraque pelos Estados Unidos valeu a pena.
E esta hein.....

11 de março de 2008

Microsoft Visual Maps

Alertado pelo Público, fui ver o Microsoft Visual maps.


Acho que o Google Earth foi ultrapassado.

A perspectiva "Olho de Ave" mostra-nos a Avenida da Liberdade enquanto se preparava um qualquer desfile ou manifestação.

Prós e Contras - O Rescaldo

O prós e contras de ontem foi, em meu entender, o melhor a que já ssisti.
Os principais culpados foram os próprios intervenientes, de ambos os lados, e o facto de Fátima Campos Ferreira, ter estado calada, não fez perguntas idiotas e deixou falar todos os intervenientes..
Todas as intervenções foram de bom nível e talvez apenas Daniel Oliveira e Rui Tavares fossem os menos bons.
O Grande Gonçalo Ribeiro Teles esteve bem, como sempre, fiquei com impressão que o programa de ontem serviu para o arquitecto passar o testemunho a Teixeira Pinto.
Infelizmente, se a Restauração chegar, Ribeiro Teles já não estará cá entre nós, mas se hoje o verdadeiro ideal monárquico ainda vive em Portugal é à acção de Ribeiro Teles, coadjuvado por Luís Coimbra, Henrique Barrilaro Ruas e outros que o devemos.
Paulo Teixeira Pinto surpreendeu-me pela positiva. Foi muito claro nas suas afirmações, passou facilmente a mensagem e teve uma boa estratégia para anular o contraditório que lhe foi feito.
Há por aí quem se queixe da mensagem que passou, mas como Adelino Maltez frisou hoje no seu Tempo que Passa, a mensagem e as ideias de Teixeira Pinto são as adequadas para que seja varrida uma certa má impressão que a monarquia tem no Português comum

"[...]Do mesmo modo, será impossível qualquer instauracionismo monárquico se
persistir na opinião pública a confusão entre a ideia monárquica e o aristocratismo, muito principalmente daquele que continua a ser ostentado por Certos Aristocretinos da nossa praça, maioritariamente descendendentes da falsa fidalguia do baronato devorista, que usurparam os títulos através da especulação financeira e dos golpes partidocráticos.
[...]

Sinceramente falando acho que Paulo Teixeira Pinto vai fazer com que a causa monárquica deixe de ser conhecida como "A causa sem efeito".
Mas o trabalho é enorme e vai durar muito tempo, e terá por começar pela "limpeza da casa", mas ontem fiquei com a impressão que vamos conseguir.
Sobre o Professor Adelino Maltez, já ontem falei. E hoje, tal como ele previa ontem, foi atacado pelos dois lados.
Eu não tenho nenhum motivo para o atacar. Se bem que um tanto utópico, apenas tenho a dizer que ontem Adelino Maltez apontou o caminho.
É por aí.

Prós e Contras - A última Bandeira

O Conde de Mesquitela mostra a ultima bandeira Monárquica hasteada em Portugal. Diz e mostra uma inscrição a dizer salva-vidas (Seria do Salva-Vidas do Iate Amélia).

Posso afirmar que é genuína, pois a bandeira tem a divisão 1/3 - 2/3 da proporção Azul e Branco, que era característica da Bandeira naval. A Bandeira Nacional tinha a proporção 1/2 - 1/2.

A causa para a Bandeira Naval ter proporções distintas prendia-se com o facto de o vento desfiar a bandeira, pelo que estas tinham uma maior proporção de branco que ao longo do tempo se ia desfiando, passando para a proporção 1/2 - 1/2. Este facto conferia à bandeira hasteada na popa dos Navios uma maior longevidade, necessária nos tempos em que os navios faziam comissões de vários anos fora do país.

Prós e Contras - Teixeira Pinto

Paulo Teixeira Pinto fala. Os republicanos de serviço no palco seguem o seu discurso como dois caloiros a ouvir um catedrático, no seu primeiro dia de aulas.

Prós e Contras - Criador de Porcos

O Sérvio Pedro Karageorg (Pedro I da Sérvia -1904-1916) era Criador de Porcos.
De certeza que Daniel Oliveira se recusava a ser seu súbdito. Não por ser rei, mas muito provavelmente por ser criador de Porcos.

Prós e Contras - Tinha de aparecer o Berloque

Daniel Oliveira, que aparece nas TV's, não por mérito próprio, mas por ser filho de quem é, perora sobre o filho do gasolineiro que ascende à chefia do estado. Como se ele gostasse de ver filhos do Povo acima da sua figura de "auto-convencido intelectual", filho de intelectual.

Prós e Contras - Pátria com Figura humana

José Adelino Maltez faz a intervenção da noite. Geralmente melhor na palavra escrita que na expressão oral, hoje foi bastante claro, explícito e eficaz.

Utópico?
Idealista?

Talvez!

Mas assim é que se avança.

10 de março de 2008

Prós e Contras - Rei ou Presidente

António Reis, Buíça-mor da República, lider de uma organização secreta que controla todos os níveis do estado à revelia da vontade popular, acha pouco ético que uma família legue por herança a chefia do estado, porque esta tem de estar alicerçada na "vontade Popular.

Portunhol Jornalístico

Desde há algum tempo que os jornalistas portugueses, da Rádio e Televisão, têm vindo a fazer autenticas figuras de parvo a tentarem pronunciar correctamente os nomes espanhóis, como se estivessem a falar unicamente para ouvintes ou telespectadores espanhóis.

Ao invés de lerem os nomes como se Português se tratasse. Exemplo:

Mariano Rajoy = Mariano Rajoi
José Luiz Zapatero= José Luis Zapatero
Pedro Almodóvar= Pedro Almodovar

Não. Os Senhores jornalistas tentam fazer figuras de autênticos palhaços. Hoje de manhã era impossível ouvir Rádio sem ouvir dizer:
  • GGGGósé Luissss Dezzzzapatzéró
  • Mariano GGGájoi
  • Rosa Diezzzz
  • Pédró Almodóvár
  • GGGósé Luisss Cébriánnnnn
Quando as noticias passavam para a bola as ondas enchiam-se com Cámátcho, por tudo quanto era rádio.

E não se pode exterminá-los?