Este ano estou a pensar ir a Inglaterra e aos Estados Unidos.Mas depois das declarações do Director da PJ, acho que só vou fazer a viagem se arranjar na candonga ...
Assim serei muito mais bem tratado
Este ano estou a pensar ir a Inglaterra e aos Estados Unidos.
Vem aí o centenário da República. Hoje com quase 100 anos a república é uma vaca leiteira em plena produção. Há tetas e leite para todos, como nunca se viu e muitos poucos se atreveram a imaginar.

Salão de Fumo do Dirigível Hindenburg (Picada no Blog Obvious)
Com Sócrates a “Ética”, republicana ou não, desapareceu do discurso oficial até há alguns meses atrás quando Mário Lino afirmou que “Ética é o que vem na lei”. Devido ao percurso ideológico de Lino, deduzo que para ele a "lei" se resume aos textos publicados pelo Diário da República e não a um conceito mais alargado de “Lei”, como por exemplo o Sermão da Montanha, a Torah, etc. Ou seja para Mário Lino para tornar um comportamento abjecto em comportamento ético basta emitir um despacho ou uma mera declaração de rectificação que altere a letra da lei.
Tudo isto não passaria de mais uma das inúmeras “Boutades” a que Lino nos vem habituando, se neste ínicio de ano não tivéssemos assistido in-loco de como se transforma um comportamento eticamente reprovável (Violação da lei por parte de quem tem a obrigação de a fazer cumprir) num comportamento ético e legal.
O Sr.
Em vez de revelar uma postura”ética tradicional” (pedir desculpa e pagar a primeira multa desde a entrada em vigor da lei),
O Expresso numa clara violação do protocolo de Quioto, dedica 14 páginas da Única, não contando com a capa, a uma inútil entrevista com uma tal de Maria Eugénia, viúva do Ditador cirrótico de Angola, Agostinho Neto
Ontem morreu Luís Pacheco!
O que é que eu posso dizer de
"O
[…]o Namora é abaixo de cão, nem é abaixo de Namora, é abaixo de cão[…]
[…]o Saramago[…] Eu comprei o Evangelho, ele costumava-me mandar, mas eu comprei: li duas páginas e depois fui ver que faltavam ainda 500 ou 400 e não li mais nada[…]
[…]A Natália Correia é uma devassa, vocês ponham isso que ela fica toda zangada […] «Ó sua maluca, você não é uma libertina, você é uma devassa», é uma estragadona que não respeita pai nem mãe, vai meter-se com o irmão de uma mulher minha, com um tio deste, quando eu estava preso no Limoeiro. Ela meteu-se com uma mulher minha. Quer dizer, abusou da situação de eu estar preso para aproveitar uma rapariga que estava lá em casa por caridade […]
[…]
[…] Agora esta Pedrosa (Inês) é uma estúpida[…] Deve ser muito estúpida. Li umas coisas dela horrorosas, completamente idiotas[…]
Excertos da entrevista de Luis Pacheco a Carlos Quevedo e a Rui Zink, publicada na Revista K em 1992
Vagabundo militante durante toda a vida, Luiz Pacheco começa por criar a histórica editora Contraponto em 1950. Sob este selo saem, nos anos seguintes, títulos de Herberto Helder, Mário Cesariny, José Gomes Ferreira, Vergílio Ferreira, José Cardoso Pires, Natália Correia e António Maria Lisboa, entre outros. É um editor fundamental no seu tempo, muito ligado ao movimento surrealista, mas ao qual não se prende.
É escritor dos melhores: certeiro, escorreito, vivido e profundo conhecedor do mundo literário. Em 1959 publica a Carta-Sincera a José Gomes Ferreira, escrita em 1953, em A Antologia em 1958, organizada por Cesariny. O Teodolito é feito público em 1962. Depois seguem-se memoráveis textos da literatura portuguesa como Comunidade (1964), Crítica de CircunstânciaO Libertino Passeia por Braga, a Idolátrica, o Seu Esplendor (1970), Exercícios de EstiloLiteratura Comestível (1972) e Pacheco versus Cesariny (1974).
Desentendimentos circunstanciais com Mário Cesariny levam à publicação do Jornal do Gato, em 1974, pela mão do poeta surrealista, que compila um conjunto de cartas de Luiz Pacheco a diversos interlocutores, para no final lhe responder publicamente. Foi Pacheco a abrir os precedentes, com a publicação de Pacheco versus Cesariny. Quando entrevista a Carlos Quevedo" st="on">em entrevista a Carlos Quevedo e a Rui Zink, em 1992, lhe perguntam porquê, responde simples: «Isso sempre foi um hábito meu, dar o nome aos bois.»
Escreve e publica panfletos e pequenos contos, dos quais, o primeiro de todos, História Antiga e Conhecida, primariamente publicado em 1946 num volume com vários autores, é recuperado em 2002 sob a designação Os doutores, a salvação e o menino Jesus. De 1981, lembramos O Caso das Criancinhas Desaparecidas. Nos panfletos estão títulos como Crueldade Testicular (1960) ou A PIDE nunca existiu (1976).
Na poesia, campo onde poderia ter sido, a querer, um supra-Pessoa, afirmou o próprio, pode ser lido na Antologia da poesia erótica e satírica (1966), organizada por Natália Correia. Quis ser crítico feroz, denunciando a desonestidade intelectual. Vítima mediática dessa vontade foi Fernando Namora, a quem Luiz Pacheco acusou de plagiar algumas passagens de Aparição
Em 2005, foi recuperado pela D. Quixote, que publicou Diário remendado 1971-1975, e pela Quasi, que edita Cartas ao léu: 24 cartas a
Quanto a 2008, a Tinta da China deve editar, ainda este mês, as últimas entrevistas concedidas pelo escritor, compiladas por João Pedro George, que prepara ainda a tese de doutoramento sobre o escritor, editor, tradutor e crítico literário. E espírito livre.

Hoje foi assassinada uma grande mulher. Benazir Bhutto, herdeira política do seu pai, Zulfikar Ali-Bhutto. Assassinada tal como os seus dois irmãos, seguindo assim o mesmo destino trágico do seu pai.
Completamente alheados da população, o Centrão baba-se por um lugarzito na "Caixa". O facto de Vara, um verdadeiro "Caixa Bancário" promovido a banqueiro por força de uma licenciatura moderna, não parece preocupar nem a oposição, nem a economia, pois o que está em dicussão não é o mérito mas sim o Tacho que este e o outro comissário político deixam em aberto na Caixa Geral.
Apesar de Mário Lino garantir que o deserto começava apenas na margem sul do Tejo, o "Brother Leader" veio provar que o Deserto já atravessou o Rio. Pelo menos já chega a São Julião da Barra.






12h00 – MISSA SOLENE DE ACÇÃO DE GRAÇAS, na Igreja Paroquial de Santa Justa, no Largo de São Domingos;
16h00 – HOMENAGEM AOS HERÓIS DA RESTAURAÇÃO, na Praça dos Restauradores;
17h15 – ASSINATURA DO LIVRO DE HONRA DA SHIP, no Palácio da Independência;
Das 14h30 às 18h30 – VISITA À EXPOSIÇÃO DE POSTAIS “IMAGENS DE ÁFRICA E DO ORIENTE”, da colecção do
Dr. João Loureiro, no Palácio da Independência.
Bérnard Henry-Levy - Filósofo Francês
Tahar Ben Jalloun - Poeta Marroquino
Paul Rusesabagina - Cidadão Ruandes, cuja acção durante o genocidio foi retratada no Filme "Hotel Ruanda"
Carlos Amaral Dias - Psiquiatra
Às 15h00 na Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira.
Ao contrário dos anos anteriores eu estarei em Santa Maria da Feira