30 de dezembro de 2006

Feliz Ano de 2007

A todos os leitores e amigos desejo um feliz ano de 2007, cheio de felicidades e sucessos.

17 de dezembro de 2006

Actualização

Actualizadas as "Cartas Portuguesas" com um maus sentimento de náusea que grassava nas hostes evolucionistas, quando do governo de Victor Higo de Azevedo Coutinho.

Obrigada, obrigada, obrigada

Momento Musical - O Lamento de Pinto da Costa


Where did your long hair go
Where is the girl I used to know
How could you lose that happy glow
Oh, Caroline no

Who took that look away
I remember how you used to say
You'd never change, but that's not true
Oh, Caroline you

Break my heart
I want to go and cry
It's so sad to watch a sweet thing die
Oh, Caroline why

Could I ever find in you again
Things that made me love you so much then
Could we ever bring 'em back once they have gone
Oh, Caroline no

Beach Boys - Caroline, No -(Brian Wilson/Tony Asher)

Momento Musical - Dedicado a todos os "Andradas"


Sempre detestei o "Paco Bandeira" Americano, mas nos dias que correm esta musica dá-me um certo prazer, pois os "Andradas" em geral e Pinto da Costa em particular, ficam com os nervos em franja ao ouvi-la.

16 de dezembro de 2006

Ao "Diseur" Pinto da Costa

Pinto da Costa, presidente de um Clube de Futebol, na realidade tem uma grande fustração. Apenas desejaria ter sido declamador!
Desde há alguns anos a esta parte, que sempre que se realiza um, jantar, uma recepção que Jorge Nuno, delicia os convidados com a sua "arte de declamar".
A assistência , geralmente composta por gente do meio futebolístico, traficantes de carne branca e de quando em vez, agentes culturais da cidade do Porto, necessitados de promoção para as suas últimas obras. Todos aplaudem com entusiasmo os versos declamados por tão ilustre "diseur". Aplaudem frenéticamente, mesmo quando por dentro já vomitam a décima milionésima declamação de "O Cântico Negro" de José Régio, o único poema que tão grande declamador conseguiu decorar.
Para que tão ilustres aplaudidores sofram menos, recomendo ao "Diseur" Pinto da Costa, que faça um esforço e decore outro poema. Por exemplo poderia decorar este poema de Júlio Dinis da "Morgadinha dos Canaviais", é bonito e é perfeitamente actual.

Atirei com bolas de oiro
à janela do morgado.
Acertei na morgadinha.
Ai Jesus! Estou desgraçado!
Ai Jesus! Estou desgraçado!
Ai Jesus vou p’rá cadeia!

Acertei na morgadinha
que estava a fazer meia.
Que estava a fazer meia
que estava no seu balcão.
Acertei na morgadinha
foi mesmo no coração.

Foi mesmo no coração
onde havia de acertar!
Agora vou p’rá cadeia
ninguém me pode salvar.

Poema "picado" no Blog "Sobre o tempo que passa"

Pedro Arroja - Crónicas de um Universo paralelo

Desde que Pedro Arroja chegou à blogoesfera que o Blasfémias passou a ser bastante mais interessante. Os postais dele são verdadeiras pérolas lunáticas. O Homem não vive neste universo, deve escrever os seus textos num paraíso artificial ou num qualquer Universo paralelo, conectado ao nosso por um buraco negro situado algures na freguesia das Antas da cidade do Porto.
Neste Postal, Pedro Arroja teoriza sobre a corrupção no Sector Público e o Sector Privado, afirmando que a corrupção não existe neste último, existindo apenas no Primeiro. Até tem razão, mas não pelos motivos que apresenta. Na realidade para haver corrupção é necessário que o "corrompido" seja funcionário público, ou de alguma maneira ligado ao "interesse do estado".
Quando alguém na esfera privada compra mercadorias ou serviços mais caros, pois irá obter daí um benefício pecuniário pessoal prejudicando a empresa onde trabalha, este crime não é enquadrado pelas leis de combate à corrupção.
Mas isto não invalida o facto de no sector privado se pratiquem esquemas de "luvas". Pratica-se e muito. Apenas difere do sector público numa única coisa: A probabilidade de ser apanhado é mais elevada que na esfera pública.
Mas até aqui nada de novo! As opiniões a favor da economia libertária do Dr. Arroja são por demais conhecidas e este texto nada lhes acrescenta. O objectivo deste texto é meramente comercial.
A certa altura o Dr. Arroja faz estas lunáticas afirmações:
e não se fica por aqui
Trocando por miúdos:
Milhões viram Baía a tirar um frango de dentro da capoeira em plena catedral. Apenas Olarápio Benquerença é que estava com a visão 10/10. Todos ou outros é que viam mal.
Milhões viram Ricardo a defender uma bola dentro da baliza. Apenas o árbrito é que via bem. Milhões de portugueses estavam com estigmatismo.
Milhões viram, via TV, vários jogadores "daquela equipa que menos perde" a dar murros ao árbrito no Estádio Mário Durte. Estávamos a ver mal, pois isso nunca se passou. Até o prórpio agredido disse que nada se tinha passado e o seu relatório, escrito após uma conversa com um agente de "vocês sabem quem".
Milhões viram um jornalista a ser espancado em pleno relvado das Antas, em directo na TV. Estavamos miopes, aquilo nunca se passou! Até o próprio jornalista, após telefonema de "vocês sabem quem", disse que nada se tinha passado.
O Dr. Arroja, nado e criado em Lisboa, comporta-se como um cristão convertido ao Islamismo, tem de demonstrar o seu amor inequívoco por Alá, nem que para isso tenha de passar por parvo aos olhos das pessoas normais. No entanto aceito que esta seja nos dias que correm, uma boa estratégia comercial, para um gestor de fortunas Alfacinha em terras tripeiras.

14 de dezembro de 2006

Boa Nova

A nomeação de Maria José Morgado como coordenadora do processo apito dourado para além de ser uma notícia é uma boa noticia.
Ao contrário de
Jorge Ferreira, acho que a intenção é levar as coisas até às ultimas consequências e não a de lhe passar uma batata quente para as mãos para ela se chamuscar. Aliás ela seria a pior pessoa para lhe fazer isso. Maria José morgado não se vai deixar intimidar por nada nem ninguém, muito menos por traficantes de carne branca portuenses.
Se a intenção é que o apito seja abafado, enganaram-se, se Maria José não aceitar as pressões baterá com a porta, tão forte que o edificio do sistema de justiça, já tão abalado com a protecção conferida a pedófilos importantes, ruirá.

13 de dezembro de 2006

O Leitor

Desde que o blo.gs foi comprado pela Yahoo, que o seu serviço tem vindo a decair até um nível de indigência. Primeiro desapareceram as actualizações automáticas, agora nem o ping manual é possível.
Mas felizmente existe o Google, que lançou recentemente o Reader, assim já podemos seguir os nossos blogues favoritos, e não só.
O reader está ainda em teste, mas aceita qualquer blog, mesmo for a do universo blogger.
No entanto "O Adufe" e o "Do Portugal Profundo" não consegui ligar -"No feed available" e o "Abrupto" aparece como "title unknown" e sem qualquer conteúdo.

Mesmo assim recomenda-se.

11 de dezembro de 2006

Momentos

Momento "Portugal dos Pequeninos"
  • Um debate na televisão nacional sobre o orçamento de uma autarquia

Momento "Nojo total"

  • O Barbas aos beijos à Carolina ex-Pinto da Costa Salgado. O Benfica está mesmo em crise!

Momento "Apaguem a memória"

  • Duran "Danny Kaye" Clemente a dar lições de liberdade e Democracia aos Portugueses.

5 de dezembro de 2006

O novo Blogger

Já alguém utiliza o "Novo Blogger"?
A mudança é segura?

Tem vantagens em relação ao actual?

30 de novembro de 2006

A “Caixinha” dos Jornalistas

João Pedro Henriques (JPH) está pesaroso pelo facto do governo Socrates acabado com o sub-sistema de saúde dos jornalistas. Segundo JPH pelo mesmo dinheiro anterior, agora tem um serviço de inferior qualidade.
Depois da Caixa de Previdência dos Jornalistas fechar continuarei a descontar o mesmo. Em troca receberei um serviço pior do que recebo.”

Pois é caro JPH, quando foi o sub-sistema dos militares ou o dos bancários, os jornalistas deram grandes contributos para o seu fim, quer através da divulgação de notícias, quer através de investigações onde descobriam mais um sub-sistemazito que aumentava o deficit, agora virou-se o feitiço contra o feiticeiro e os próprios jornalistas foram engolidos pelo monstro controlador de despesas.

Os jornalistas, nos últimos anos travestiram-se de virgens impolutas e atacaram o corporativismo dos juízes, dos delegados do MP, dos professores, dos militares, dos polícias, dos farmacêuticos, dos advogados e dos médicos. Apenas uma classe profissional lhes escapou à lupa - Eles próprios!!

Os jornalistas, como qualquer corporação, são um espelho da nação. Existem os bons e os maus, os que sabem escrever e os analfabetos, uns seguem à risca as regras da ética, outros vendem-se por dez reis de mel coado.
Mas quando um é atacado todos cerram fileiras, como boa corporação que são.
O exemplo mais recente foi o “caso envelope 9” onde 2 jornalistas, dos que se vendem, publicaram os titulares de números de telefones confidenciais. Quando o MP avançou, caiu o Carmo e a Trindade, os 2 jornalistas deixaram de ser “uns vendidos” e passaram a ser “do melhor que há” e o jornal foi promovido a “Diário de referência”, pelos mesmos jornalistas que no dia anterior o apodavam de “Pasquim Imundo” e tinham vergonha da sua existência.

Na sociedade Portuguesa não existem virgens impolutas, a única que por cá passou apenas se demorou alguns meses na Cova da Iria e até hoje não voltou.
Fica bastante mal a uma classe corporativa tentar afirmar uma superioridade moral que não possui nem nunca possuirá. Nem ela nem outra qualquer, e quando os “jornalistas de política” acham que o “de” é supérfluo e o deixam cair, transformando-se em “jornalistas políticos”, com link directo ao programa de governo no Blog, “Amargos de boca” acontecem com bastante frequência.

É triste descer à realidade e descobrir que afinal somos todos comuns mortais

Dia da Independência

Amanhã comemora-se o 366º aniversário da Restauração da Independência nacional.
As comemorações, organizadas pela Sociedade Histórica da Independência de Portugal, e que primam pela ausência das mais "altas" individualidades da Nação de Portugal tem o seguinte programa:
  • 12h00 – MISSA SOLENE DE ACÇÃO DE GRAÇAS, na Igreja Paroquial de Santa Justa, no Largo de São Domingos;
  • 16h00 – HOMENAGEM AOS HERÓIS DA RESTAURAÇÃO, na Praça dos Restauradores;
  • 17h15 – ASSINATURA DO LIVRO DE HONRA DA S.H.I.P., no Palácio da Independência.

Das 14h30 às 18h30, no Palácio da Independência, decorrem visitas às Exposições “Hinos, marchas, cantos patrióticos e obras dedicadas” – colecção do Maestro Dr. Manuel Ivo Cruz e “Reais Hospitais Militares de S.João de Deus na Fronteira Luso-Espanhola (Séculos XVII e XVIII)”, promovida pela Comissão Portuguesa de História Militar e Ordem Hospitaleira de São João de Deus.

O Palácio da Independência estará de portas abertas, e é uma excelente oportunidade para visitar por dentro um dos (senão mesmo o único) Palácio pré-terramoto que existe em Lisboa

Bandeira roubada - Inversão de opinião

São extraordinárias as cambalhotas que a esquerda caviar dá.
As salas de chuto, que conjuntamente com o aborto, são enormes bandeiras "gauchistes", vão ser montadas e inauguradas em Lisboa por uma vereação de direita.
João Morgado Fernandes (JMF) está chateado pois o seu bairro “com sossego, espaços verdes e várias instalações públicas” e cócó de cachorro no passeio, presumo eu, vai ser local de passeio de toxicodependentes em trânsito para a sala.
Mas se os utilizadores da sala forem incomodar para outro lado, na Praça do município, por exemplo, JMF já não vê problemas!
Tudo bem desde que sejam outros a arcar com os incómodos.

"Picado" por João Pedro Henriques, JMF alega que a localização é ilegal. Mas será que a sua opinião seria a mesma se fosse o Bloquista Sá Fernandes a propôr a criação das salas de chuto?

O que seria se o cardeal Policarpo e a igreja católica aceitassem o aborto. Será que veríamos Louçã em luta pelo direito à vida?

28 de novembro de 2006

Recomeço após um interregno

Ao fim de quase um ano de paragem, por motivos profissionais, reinicio aqui a publicação das "Cartas Portuguesas - A 1ª Republica por correspondência".
Recomeço onde parei, no final do ano de 1914. As próximas cartas mostram a convulsão que grassou em Portugal no primeiro semestre de 1915, com o Golpe das Espadas em Fevereiro, a tentativa de realização de um sufrágio mais alargado e não controlado pelo Partido Democrático, sua preparação pelo Partido Evolucionista de António José de Almeida, com cartas do próprio e o pânico que grassava nas hostes democráticas do Distrito de Viana.

21 de novembro de 2006

Denúncia anónima

Se o Sistema Judicial Português seguisse os conselhos de Pedro Arroja, José "Dragão-de-Ouro" Veiga nunca seria incomodado pela Justiça.

De certeza absoluta que a Juíza Fátima Matamouros não está a conduzir a investigação.

Ainda bem!

20 de novembro de 2006

Serviço Público

O Ilustre Professor José Adelino Maltez criou 2 novos portais de informação:
Um portal, dedicado à biografia do pensamento político, inclui autores e obras, em regime de biobliografia cronográfica, obra prestes a ser editada em papel. (A qual aguardo ansiosamente).
Outro, chamado Cosmopolis, dedicado à história do presente, visa dar fundamento à análise da conjuntura internacional desde 1945 à actualidade, com cronologias mensais, bibliografias e espaços especiais para a conjuntura mundial, europeia e portuguesa, para além de um ensaio de biografias dos actores políticos.
Esta iniciativa, tal como o anterior Portal Respublica, é realizada pelo Professor Maltez a título individual, sem qualquer subsidio estatal com o único objectivo de ajudar os seus alunos do ISCSP e, claro está, para utilização de todos aqueles que se interessam por estes temas.
Bem Haja, Professor Maltez

Boa Luz II

Eu não pedia tanto, mas já agora não deixem este Dragão de Ouro à solta.
É que os Dragões, ao contrário das galinhas, Voam e muito alto!

16 de novembro de 2006

Boa Luz

O meu coração Benfiquista rejubila de alegria com a saída do José "Dragão de Ouro" Veiga do Benfica.

O Benfica aos Benfiqustas

14 de novembro de 2006

Acordes imortais

O José da grande loja informa-nos de uma disputa judicial sobre os créditos da autoria de uma das canções mais imortais da música moderna, ao seu postal apenas faltou uma ilustração sonora,a qual aproveito para aqui a deixar.


A música marcou o chamado "verão do amor" de 1967, mas se repararem na letra, mais do que amor, o circulava pelos Procol Harum e em Keith reid em particular era o LSD.

She said, 'There is no reason
and the truth is plain to see.'
But I wandered through my playing cards
and would not let her be
one of sixteen vestal virgins
who were leaving for the coast
and although my eyes were open
they might have just as well've been closed
Na realidade "A Whiter Shade of Pale" não marcou apenas o Verão do amor, marcou muitos mais verões, é uma música imortal, ao qual os acordes do órgão Hammond representam 80% do sucesso.