
It's still the same old story
A fight for love and glory
A case of do or die.
The world will always welcome lovers
As time goes by.
Oh yes, the world will always welcome lovers
As time goes by
"As time goes by", letra e música de Herman Hupfeld




Na definição de Alberto Carlos de Menezes, superintendente da agricultura e Juiz desembargador da relação do Porto, no seu livro “A prática dos Tombos“ – Lisboa Impressão Régia - 1819, no parágrafo 1º do Capitulo I diz que um Tombo é: “É um procésso forense constituído pelo Catálogo, descripção, ou relaçãode fazendas, propriedades, direitos, património Morgados, Commendas, e Almoxarifados, designando o local, confrontações, limites, estremas e marcos com a sua medição; documentando os títulos da sua adquisição originária, ou secundariamente com provas do Domínio, e posse legal por Instrumentos reconhecidos em pública forma.”
Após o terramoto de 1755, o arquivo foi mudado para o então convento de São Bento da Ave-Maria, hoje o Palácio de São Bento, sede do Parlamento Nacional, transportando consigo o nome da sua localização original, que nunca mais perdeu. Até há perto de dez anos atrás o arquivo esteve depositado em São Bento em condições atrozes.

Apenas no final dos anos 80, as entidades governamentais acabaram com séculos de incompetência e iniciaram uma nova política de arquivos, que se traduziu na construção do actual edifício, seguindo normas de engenharia apertada, que permite ao edifício resistir a grandes cataclismos tais como terramotos e explosões nucleares. Paralelamente foi iniciada uma política de investimento maciço nos arquivos distritais, fazendo com que Portugal, se possa orgulhar do seu sistema de arquivo da História, caso a Ministra se decida a realmente a ser “da Cultura”.
Por outro lado eu estou confiante, a Torre do Tombo sobreviveu a um dos maiores terramotos da história da humanidade, sobreviveu a dois séculos de esquecimento e de abandono, também sobreviverá incólume a esta era de políticos “anões”.
Postal publicadono Café Expresso







Imagem: Tabacaria.org
A minha aprendizagem do sistema capitalista começou muito cedo, logo na Escola Primária.
Na escola do Adro, em Matosinhos, quando tocava a intervalo, reunia-se a bolsa dos cromos, na qual se realizavam transacções. Nestas transacções não havia dinheiro envolvido (Na altura, anos 70 também não havia). Existia um complicado sistema de cotações estabelecido com base na dificuldade em obter o cromo pela via normal (Saquetas com 4, ou rebuçados no caso dos futebolistas). Assim sendo o cromo 210 da colecção do Vickie, o Viking, chegou a ser transaccionado por 50 cromos dos mais fáceis. Os valores mais exorbitantes eram alcançados quando o cromo pretendido fechava a colecção.
Em 1974, tive que dar uma equipa completa do Leixões e do Benfica (Dos rebuçados Universal), para obter o cromo do “Big-Boy da Union Pacific” que completou a minha colecção dos comboios. Mas valeu a pena, como fui o primeiro da escola a completar a colecção, a minha caderneta circulou por todos os alunos da escola. Senti-me como o Oliveira se sentiu após ter comprado a PT multimédia.


No século XVII e XVIII, flui para Portugal, vinda do Brasil, uma fortuna sob a forma de ouro e diamantes. Toda essa fortuna foi gasta em obras faraónicas, compradas sobretudo nos paises estrangeiros, e o pouco que foi bem investido, desapareceu nas invasões napoleónicas. Desse tempo restam apenas Palácios, Conventos, Igrejas e Aquedutos. As enormes fortunas ganhas nessa altura, desaparecerampouco depois. Quem se lembra hoje em dia de Farrobo, de Henrique Burnay, etc...
Hoje em dia, desde há 20 anos atrás, flui para o nosso país uma fortuna, vinda da Europa, sob a forma de fundos Europeus (Em quantidade bastante superior ao ouro do Brasil em valores actuais). Toda esta fortuna foi gasta em obras faraónicas, centros culturais enormes, industria que já se sabia não ser viável, bens de equipamento estrangeiro. Os pouco empresários que os usaram para efectivamente melhorar as suas empresas, apenas o fizeram para as venderem por um bom preço, ao primeiro espanhol que viram.
Tal como há 200 anos atrás arriscamo-nos a que no futuro, apenas subsistam o Centro Cultural de Belém, a casa da músico, uns quantos estádios, umas pontes e auto-estradas.

Eu, tal como uma grande parte do país assistiu incrédulo e surpreendido com a notícia em que se entrevistava o grão-mestre do Grande Oriente Lusitano e este anunciava a descoberta de uma lista com 3600 nomes de ex-agentes da PIDE/DGS, seus informadores e, como o Buíça-mor bem frisou, de Padres informadores da PIDE.
A notícia, na realidade não é notícia nenhuma, é pura e simplesmente um acto de chantagem. Contra quem? Não sei! Mas o chantageado já sabe.
Outra coisa não seria possível. Sendo a maçonaria uma organização que funciona com um elevado grau de secretismo, vem anunciar que, numa das suas raras cerimónias públicas, um dos seus membros anuncia alto e bom som, que possui essa sensível lista!!!
Mas os Buiças acham que nós somos uns lorpas ingénuos para acreditarmos nesta patranha?????
Quem será o objecto desta chantagem?
Quem é que está a incomodar os Buiças? Ou quem é que num futuro muito próximo poderá ascender a um alto cargo, cargo esse bastante incomodativo para a expansão dos “ideias” do G.O.L.

Bolinar é a arte de navegar contra o vento. A Caravela Portuguesa foi o primeiro navio de médio porte a conseguir fazê-lo, e esse facto abriu as portas da era dos descobrimentos, o qual foi o ponto de partida para uma epopeia humana, que teve o seu ponto mais alto em Julho de 1969, com a chegada do primeiro homem à lua, mas que ainda não terminou.
Iniciei com este texto sobre a volta da mina - Uma "bolina" histórica" a minha participação no Café Expresso, um blogue semanal que congrega um grupo de amigos que se conheceram na Blogoesfera, dos mais diversos quadrantes geográficos (Norte, centro, sul até Paris de França) e politicos, desde o Pedro Guedes até à fadista Valéria Mendes (que pareçe ser a favorita do Buiça) deste jardim à Beira-Mar plantado.
Os redactores do Café expresso, para além de mim, são:
Zé do Telhado do Tá de Chuva
Francisco Nunes do Planicie Heroíca
Golfinho do Golfinhu2
José Gonçalves do Bloquisto
Manuela do Passo a Passo
Maria do Puta de Vida
Paulo Querido do O Vento lá fora
Pedro Guedes do Ultimo Reduto
Inês F do Teacher
Raúl do Congeminações
Thita do ABC dos Miúdos
Valéria Mendes do Fadista Valéria Mendes
Vitriólica do Internet para as domésticas já
Wind do Webclub


"O PSD é o único partido do mundo capaz de cair duas vezes no truque do cavalo de tróia"


Momento da fundação do CDS - 1975