24 de março de 2005
Tradução Socrático-Português
Citação do Dia
in Grande Loja do Queijo Limiano
22 de março de 2005
SALGUEIRAL!!!!!

Faço minhas estas palavras de FG Santos - "É desta cepa de gente, que luta contra todas as adversidades mas acredita sempre que o seu labor sairá recompensado, que todos os colectivos precisam. Viva o Salgueiros!"
Força Salgueiros, que a alma volte a habitar no topo das bancadas do novo estádio.
Tradição e Revolução
Freitas Inocente
A dormir ...
20 de março de 2005
No pasa nada!!!!
Nem uma noticiazita sobre a política nacional.
A calma precede sempre a tempestade.....
José Gil
Chove Chuva
17 de março de 2005
16 de março de 2005
Uma dúvida SCUTiana
15 de março de 2005
Santana quer mesmo uma estátua
Acho que à segunda o PS vai mesmo fazer esta estátua ao Santana
"O PSD é o único partido do mundo capaz de cair duas vezes no truque do cavalo de tróia"
13 de março de 2005
12 de março de 2005
Condomínio Privado de "Interesse Público" - IV
Assim sendo no Decreto-Lei n.º 69/2000 de 3 de Maio, possui o art.º 3º - Dispensa do Procedimento AIA (Avaliação Impacto Ambiental), que diz no seu ponto n.º 1 o seguinte:
No ponto n.º 2 do mesmo art.º diz que:
"Para efeitos da instrução do pedido de dispensa, o proponente deve apresentar à entidade competente […] um requerimento […] devidamente fundamentado, no qual descreva o projecto e indique os seus principais efeitos no ambiente"
Parece-me que esta fundamentação é mais fácil de fazer, que fundamentar a necessidade de corte de 2600 sobreiros. Muito provavelmente o parecer do Dr. Freitas do Amaral, servirá como uma luva para fundamentar esta imprescindível dispensa.
A Prova dos Nove
São medidas que exigem uma grande dose de coragem política e que se forem tomadas num curto espaço de tempo, nos permitem acalentar a esperança de que este governo efectivamente pratique aquilo que afirma e seja diferente de todos os outros.
As medidas propostas são:
a) a revisão da decisão de construção da barragem do Sabor;
Eu ainda proponho uma adicional.
g) a renovação da recusa da opção pela produção da energia nuclear feita há cerca de 25 anos atrás.
Neste momento e como em quase todo o mundo está suspensa a construção de novas centrais, as grandes companhias internacionais de engenharia fazem pressão nos corredores do poder de Portugal para que, a coberto do cumprimento das metas impostas pela união europeia, sobre as emissões gasosas, Portugal inicie a construção de centrais nucleares.
Como podem ver todas estas medidas mexem contra grandes interesses bem estabelecidos nas cadeiras do poder e podem ser uma excelente prova dos nove para o novo governo.
11 de março de 2005
A caminho dos "Entas"
Dentro de exactamente um ano entrarei nos "entas", de onde, e muito provavelmente, já não sairei.
Condominio Privado de "Interesse Público" - III
10 de março de 2005
Condomínio Privado de "Interesse Público" - II
Condomínio Privado de "Interesse público"

O Abate destes sobreiros é fundamental à sua entidade patronal (Banco Espírito Santo) para viabilizar e embolsar extraordinárias mais-valias na construção de um condomínio fechado de luxo no Infantado (Benavente), projecto que se encontrava parado há mais de 10 anos e que agora foi considerado de “interesse público”.
Apesar de a Quercus ter exigido a suspensão desta decisão, não é de esperar que o novo governo recue nesta decisão, pois este, não quererá iniciar as suas funções, desagradando ao seu superior hierárquico (Banco Espírito Santo), que tem já o seu novo delegado (Manuel Pinho), nomeado para tomar posse no próximo Sábado e que assim poderá iniciar funções sem qualquer mácula.
A História deste projecto é, como não seria de esperar, uma história de contornos obscuros.
A Companhia das Lezírias foi fundada em 1836, reunindo terras da coroa e da Igreja. Dentro das terras da coroa incluía-se a casa do Infantado. Devido ao estado precário das finanças de Portugal, a Companhia das Lezírias foi vendida ao Conde de Farrobo. Em 1975 as Lezírias foram nacionalizadas, e dentro da sua lei orgânica, existe ainda uma cláusula que a impedia de alienar qualquer parcela de terreno. Como os terrenos são extraordinariamente apetecíveis, eis como o Banco Espírito Santo torneou o problema.
Constituiu uma empresa – Portucale – associada à Companhia da Lezírias (Na altura presidida por Hermínio Martinho) que entrou com o terreno de 500 hectares. Passado pouco tempo, a Companhia retira-se do negócio, recebendo em dinheiro o valor do terreno. Na altura o malabarismo custou o lugar a Martinho, mas o mal já estava feito.
Durante o consulado de Barroso, pensou-se em privatizar a Companhia das Lezírias (Hoje uma empresa saneada e altamente lucrativa), a coberto das costas largas do Défice. No entanto a sua ida para Bruxelas, e o curto consulado de Santana adiou a decisão.
Serão as Lezírias privatizadas? Eu não sei, mas talvez o “Espírito Santo” saiba!
9 de março de 2005
Dia Mundial da Mulher
7 de março de 2005
Freitas já não mora aqui

Momento da fundação do CDS - 1975
6 de março de 2005
Freitas: Para que te quero
O representante em Portugal de um grupo económico, que quer comprar a GALP, está a jogar com a curta memória dos Portugueses. Hoje em dia já ninguém se lembra do comportamento ignóbil, que este cobarde teve na altura da morte de Sá Carneiro. Nesta altura, todo o país esperava que Freitas tomasse as rédeas do governo, pois era ele, e só ele, o único Português com capacidade de governar bem o País e prosseguir com o projecto de Sá Carneiro. Nessa altura, Freitas foi-se embora e desapareceu da cena política até ao ano de 1986, quando achou que o país precisava dele. Nessa altura o País, e muito bem, disse-lhe que não. Inclusive eu, que apesar de monárquico, lá tive que engolir um sapo e ir votar (A única vez na minha vida) numa eleição presidencial e ainda por cima no Mário Soares.
Caro Freitas, o país não está às tuas ordens, tu não tens o direito de achar quando é que o país precisa de ti, é o país que chama aqueles que necessita. Quando a pátria te chamou, tu viraste-lhe as costas. Não é agora, quando esperas receber uma comissão de vários milhões, que vamos precisar de ti.
Freitas não serve;
Freitas é um cobarde;
Freitas não presta;
Freitas: Estamos muito melhor sem a tua presença.
5 de março de 2005
Falta de Classe
Como seria de esperar as concessionárias das Auto-Estradas protestaram e para não fugir à regra, o governo aceitou, sem reservas, as suas reivindicações.
Assim sendo, na passada quarta-feira, alguns lanços de auto-estrada, viram os seus preços aumentarem em 10% (Ex: Vila Franca – Carregado) para todas as classes.
Agora vem uma das anedotas da questão. (A outra foi o comunicado rectificativo ao comunicado da presidência do conselho de ministros)
Os monovolumes são já considerados veículos da classe 1?
NÃO
Para serem considerados veículos da classe 1, os seus proprietários terão de se dirigir à Direcção Geral de Viação (DGV), acompanhados dos seus veículos, para estes sofrerem um processo de medição (Que a DGV diz não saber como o fazer) para então serem, ou não, considerados Classe 1.
Uma coisa é certa, os Srs. automobilistas preparem-se para, perder um dia das vossas vidas, preencher um extenso requerimento, provavelmente acompanhado de fotocópias autenticadas do B.I., Cartão de Contribuinte, Livrete da Viatura e Título de registo de propriedade, como é tradicional acontecer nestes casos e pagar uma panóplia de taxas e impostos. Isto tudo sem qualquer garantia (excepto para os proprietários de VW Sharan e Ford Galaxy) de que o seu monovolume passe para a tão almejada Classe 1.
1 de março de 2005
27 de fevereiro de 2005
Janta em Coimbra
23 de fevereiro de 2005
Marretada neles

Para quem não tem tempo ...
22 de fevereiro de 2005
Malabarismos
21 de fevereiro de 2005
Há um ano atrás - Traumas de Infância - O fungagá da Bicharada
Protesto ou descrença?
Preparar a mudança?
Passar à acção

19 de fevereiro de 2005
Dia de reflexão

18 de fevereiro de 2005
A propósito de eleições
A Reboque
É ver o que tem sido escrito pelo caixeiro da Grande Loja, Manuel de sua graça e o que JPP tem dito e escrito sobre o PSD...
Grande deve ter sido a ginástica que JPP fez para justificar porque vota PSD... comparem por exemplo, os leitores, o que o caixeiro Manuel, escreveu neste texto em 24 de Janeiro, e o que o Escriba-mor da blogoesfera escreveu no seu artigo de opinião no Público de ontem...
17 de fevereiro de 2005
14 de fevereiro de 2005
Não percebo nada disto

Nesta coisa do principe Carlos e da sua Camela Parker-Bowles, há uma coisa que não compreendo:
Anda tudo no Reino Unido a dizer que ele não pode ser rei pois é divorciado e vai casar em segundas núpcias. A principal reacção negativa é a da Igreja Anglicana.
Ora, esta igreja não foi fundada com base em nenhum motivo teológico, como foi o caso da Igreja Luterana alemã. Esta igreja foi fundada, devido ao facto de um Rei de Inglaterra querer casar com uma criada da sua mulher e como o papa não lhe concedeu o divórcio, ele mandou-o às urtigas e inventou a Igreja Anglicana, que rapidamente lhe concedeu a tão almejada licença. O Rei casou então com a criada, que literalmente "perdeu a cabeça" por ele.
Não será o reinado de Carlos, um regresso às origens da Igreja Anglicana?
Qual é o problema deles?
13 de fevereiro de 2005
Essências de Dionísio

Foi você que pediu....

Imortal

12 de fevereiro de 2005
Play it again, Anacleto
Eu bem gostaria de ser membro do Bloco de Esquerda, pois isso significaria que tinha poder de compra para aspirar a comprar todas as suas obras, e para poder comer caça todos os dias, como o camarada do cachimbo, mas infelizmente não sou, por isso não posso despender USD 440 (70 contos dos antigos) pela sua obra “Foundations of long wave theory” ou USD 120 (20 contos) pelo “Turbulence in the economics”.
“Well, it’s still the same old story
A fight of love and glory ….”
11 de fevereiro de 2005
Choque
Todos os partidos falam em dar choques a Portugal. Temos o "Choque" Tecnológico do Eng.º Sócrates e temos o "Choque" de gestão do Dr. Santana. Este último deixou-me ontem num autêntico "Estado de Choque" pois pela primeira vez vi o video do "Guerreiro Menino".
Não haverá por aí alguma CERCI caridosa, que admita o Dr. Santana e seus capangas para um tratamento adequado e que cada dia que passa, se torna mais urgente a bem da nação?
9 de fevereiro de 2005
Sondagem

Ted Tampinha & Kid Monius
6 de fevereiro de 2005
Universidade-a-sério/Universidade-a-brincar
Os velhos hábitos adquiridos na Universidade-a-brincar foram escrupulosamente mantidos. Quando chegou o exame, o aluno-a-brincar lá preparou com grande afinco o “Copianço” que introduziu no dicionário e “bute nos penantes, ala fazer o exame”.
No exame estava um vigilante-a-sério, que por acaso era um aluno-a-sério da Universidade-a-sério que topou a marosca e vai daí, apreende o dicionário com o respectivo “copianço”, ao aluno-a-brincar da Universidade-a-brincar.
A Universidade-a-sério, não gostou nada da esperteza do aluno-a-brincar e aplicou-lhe um valente pontapé no traseiro que o fez voltar à Universidade-a-brincar. Como costuma acontecer nestes casos, a Universidade-a-sério não quer ver mais alunos-a-brincar da Universidade-a-brincar nas suas instalações.
O Aluno-a-brincar, queixou-se a tudo e a todos, até ao seu Papá, pois acha que foi tratado injustamente. Parece que este “Carapau-de-corrida” queria ter um tratamento “Normal”.
Era bom que alguém explicasse a este “Chico-esperto” que uma Universidade-a-sério não aplica tratamentos-a-brincar aos alunos-a-brincar das Universidades-a-brincar!
Sondagem
3 de fevereiro de 2005
Em branco por falta de Salvação
Uma maioria absoluta, caro Paulo, nunca é um cheque em Branco, votar em candidatos que sabemos à partida serem medíocres, só porque os adversários são maus é que é um cheque em branco.
Brancos podem ser o merengue, a neve, os lençóis, o vestido de noiva, as casas, os votos, mas nunca os cheques!
Mesmo com Sócrates no poder, Portugal vai continuar a sua caminhada para o abismo, independentemente do tipo de maioria que o PS obtiver no próximo dia 20, pois os principais problemas que enfrentamos hoje não são devido à política Barroso/Santana/Portas, mas sim o resultado das más sementes lançadas à terra há 15-20 anos atrás e que agora começam a dar os seus frutos bem podres.
31 de janeiro de 2005
Mais cego é aquele que não quer ver
"Os iraquianos votam hoje. Ou melhor, alguns iraquianos vão hoje às urnas."
A taxa de participação foi de 60% (considerando que a maior parte dos sunitas não votou, pois seguiu encarneiradamente as ordens dos terroristas)
Ou seja se no dia 20, Sócrates for eleito com 40 % dos votos, Wemans, se for coerente, dirá:
"Sócrates foi eleito com muito poucos votos"
Jorge Wemans também disse:
"Amanhã, George W. Bush dirá que as eleições representaram uma enorme vitória sobre o terrorismo."
Neste caso acertou, mas não foi só Bush, foi o mundo inteiro
30 de janeiro de 2005
28 de janeiro de 2005
27 de janeiro de 2005
26 de janeiro de 2005
Diccionário Alemão-Nazi

25 de janeiro de 2005
23 de janeiro de 2005
Há Um ano atrás - O Senhor Konec
A maior experiência traumática que vivi, e pela amostragem que fiz, comum a todos os Portugueses da minha idade, foi o Vasco Granja.Desde 1974 até meados dos anos 80, o termo desenhos animados desapareceu do dicionário de língua portuguesa, sendo substituído pelo termo "Animação" que adquiriu contornos sinistros. Com o arranque do programa do Vasco Granja, chamado de “Animação”, as crianças portuguesas descobriram que a “animação” era uma arte cinematográfica localizada geograficamente a leste do rio Elba, não existindo em mais nenhum local do resto do mundo. Diziam as más-línguas na altura, que se tinha descoberto que Bugs Bunny era membro da União Nacional, que Speedy Gonzalez e Daffy Duck eram informadores da PIDE e pasme-se Mr. Magoo era da família do Dr. Salazar. Mesmo na ingenuidade dos meus 8 anos, não acreditei em tal coisa, apesar de o desaparecimento dos desenhos animados norte americanos cheirar a “saneamento”, como era moda dizer-se na altura.
22 de janeiro de 2005
Sobre o Momento Político Nacional
Excerto de "O Quiosque - Luís Afonso - Jornal "O Correio da Manhã" 21/01/2005
19 de janeiro de 2005
Cópia do Dia - Branqueamento
17 de janeiro de 2005
Vozes da minha vida - Victória de Los Angeles
Victoria de Los Angeles (1923-2005)
Encontrava-me a preparar uma série de postais sobre as grandes cantoras (Clássica e não só), quando soube do falecimento da Soprano Espanhola, Victória de Los Angeles.
Para quem não conhece Victoria de Los Angeles foi a maior cantora lirica espanhola do século XX, e seguramente figura no panteão das melhores de sempre.
Paz à sua alma
14 de janeiro de 2005
GORA EUSKADI

Ibarretxe, "Lendakari" da região autónoma do Pais Basco espanhol, está a colocar "Nuestros Hermanitos" à beira de um grande ataque de nervos. Com o seu plano, que prevê um referendo para uma "autonomia alargada" (Não sei Basco, mas acho que isto quer dizer INDEPENDÊNCIA) está à beira de conseguir sem armas, sem ódio e sem violência, aquilo que 40 anos de bombas etarras não conseguiram. Aliás a ETA foi, nestes últimos 30 anos o maior aliado do imperialismo castelhano, pois foi graças a esta organização que o poder imperialista de Madrid justificou a sua ocupação e a sua negação do direito à auto-determinação do povo Basco.
Ainda falta muita água correr por debaixo da ponte. O caminho até à independência é longo e tortuoso. Os Bascos, vão ter contra eles a Europa inteira (Novos países independentes, só nos Balcãs), mas estou crente de que vão conseguir.Não sei se passa por aqui algum leitor Basco, mas ofereço desde já os meus préstimos para ajudar a cair a primeira peça do Dominó Imperial Espanhol. A sobrevivência da nossa nação, como tal, assim o exige. Todos os portugueses que amem a sua pátria assim deverão proceder.
12 de janeiro de 2005
Uma Espanhola “QUEIROSIANA” (Actualizado)
Esta Sr.ª, tem por graça Guta Moura Guedes, e suspeito que este facto é ponto importante do seu “curriculum” para além disso foi anteriormente directora da Experimentadesign – Bienal de Lisboa. O que é a Experimenta, não sei, mas o Designer X, que percebe do assunto, diz o seguinte: «Mas que grande resultado é esse de convidar designers estrangeiros a vir expor e falar ao nosso país com apoios obtidos à custa de uma imagem construída do papel impresso à roupa?».
Bastante interessante é também a frase de Natxo Checa, no Designer X - «Talvez não tenha currículo suficiente, além do charme. Mas, se a cultura em Portugal funciona assim (...)»
Para além deste facto, parece que está apontada para ser a ministra da cultura de um hipotético novo governo de Santana Lopes (O que felizmente nunca acontecerá!).
A dita Senhora, tem outra faceta, é uma ”Iberista” e participou recentemente no Congresso da Quinta Coluna Espanhola em Portugal, também conhecido por “Compromisso Portugal”, tendo escrito este texto asqueroso, que pode ser lido aqui, e que me escuso a comentar.
Bem vistas as coisas basta a esta senhora mudar uma letrinha apenas do seu nome para ser Espanhola, não uma Espanhola qualquer, mas sim uma verdadeira “Espanhola Queirosiana”.
Aproveitar a desgraça dos outros (2ª Parte)
La organización humanitaria Intermón Oxfam y la Coordinadora de ONG de Desarrollo de España (CONGDE) lamentan que el 90 por ciento de la ayuda española a los países afectados por el tsunami que asoló este pasado domingo el Golfo de Bengala se conceda en formas de créditos del Fondo de Ayuda al Desarrollo (FAD), reembolsables y condicionados a la adquisición de productos españoles, "cuando el resto de países ofrece donaciones y condonación de deuda".
A juicio de Intermón, la respuesta económica del Gobierno español a los países afectados por el tsunami del Océano Índico no cumple las expectativas "y corre el riesgo de caer en los mismos errores de antes", sobre todo porque las ayudas ofrecidas por el Gobierno emplean el mecanismo FAD, son fondos reembolsables y, en gran medida, ligados a la adquisición de productos españoles, señaló la ONG en un comunicado.
El 90% de la ayuda oficial española estará comprendida por créditos FAD. La ayuda oficial asciende a 53 millones de euros. De éstos, sólo 5 millones son en forma de donación y los 48 millones restantes son créditos FAD.
Esta apuesta por el crédito FAD es, cuanto menos, "sorprendente", a juicio de Intermón Oxfam, "visto que la primera versión oficial del nuevo Plan Director de Cooperación expresa de manera clara que 'por definición, los fondos dedicados a ayuda humanitaria serán no reembolsables y desvinculados'".
Intermón Oxfam hizo público recientemente un estudio en el cual se evidenciaba que el crédito FAD no sirve para las ayudas de emergencia. Seis años después del huracán Mitch --donde hubo el mismo tipo de ayuda--, la gran mayoría de los fondos siguen sin ejecutarse en Centroamérica, afirma la organización. Estos créditos generalmente están ligados a la compra de productos españoles.
Los fondos aprobados ahora prevén la posibilidad de que una parte de los créditos no estén condicionados a la compra de productos españoles, pero en tales casos las condiciones del crédito son muchísimo más duras (50% de gratuidad en lugar de 80%).
Según el director de investigaciones de Intermón Oxfam, José María Vera, "mientras el grueso de países donantes están ofreciendo donaciones y condonación de deuda a los países afectados, nuestro Gobierno ofrece créditos que generarán más deuda externa". "El Gobierno debería aportar recursos extraordinarios para donación en lugar de recurrir a la fórmula FAD", prosigue Vera.
"El hecho de que la emergencia sea en estas fechas permite recurrir a fondos extraordinarios de los presupuestos del 2004 o del 2005", añade. "Esperemos que exista un salto cualitativo en la ayuda española, pero en las partidas aprobadas no hemos apreciado ninguna diferencia", advierte el responsable de Intermón Oxfam.
Por su parte, la CONGDE considera que los créditos FAD no deben utilizarse para atender situaciones de emergencia o, en caso de reconstrucción, para necesidades sociales básicas, como sanidad o educación.
"Los créditos en los países afectados por el maremoto generarán un aumento de su deuda exterior y por lo tanto no son útiles para este tipo de desastres", afirmó el presidente de la CONGDE, David Álvarez, en un comunicado. "Se trata de un tipo de ayuda incompatible con una emergencia: es lenta en su adjudicación, está ligada a intereses comerciales españoles y genera deuda a los países receptores", añade.
"Por ejemplo, Etiopía, Uganda y Camerún tuvieron que devolver más de 23 millones de euros de créditos FAD durante la crisis alimentaria, seis veces más que la ayuda recibida como donación", concluye.
La Coordinadora hace también un llamamiento a las entidades bancarias que operan en España, para que colaboren en la emergencia del sureste Asiático y no cobren los gastos de transferencia en las donaciones que la población está haciendo a las ONG.
"Sabemos que la ley permite que las entidades decidan sobre las comisiones a sus clientes, por eso pedimos que no se lucren a costa de la generosidad de la sociedad española", reclama el presidente de la CONGDE.
11 de janeiro de 2005
Aproveitar a desgraça dos outros
Esta minha frase é o resultado prático de vários anos a lidar profissionalmente com "nuestros hermanos".
Leio no Contra-Corrente o seguinte postal, bastante elucidativo do que acima afirmei:
"Parece que Zapatero, o príncipe castelhano, envidou esforços sobrenaturais no sentido de se aliviar de uns milhões de euros, colocando Espanha no 5.º lugar dos países que mais contribuíram para a ajuda aos países vitima do tsunami. Grave, notável, magnânimo gesto. Acontece que a dita ajuda foi manhosamente concedida na forma de empréstimo. Resultado: agudizará a dívida externa dos países que dela irão beneficiar. A Intermón Oxfam e a CONGDE, em declarações ao diário Minuto Digital, já lamentaram o facto: "90% da ajuda espanhola aos países afectados pelo tsunami será concedida sob a forma de crédito, no âmbito do Fundo de Ajuda e Desenvolvimento (FAD), reembolsável e condicionado à aquisição de produtos espanhóis - isto, quando maioria dos restantes países está a atribuir donativos a fundo perdido". Repito: notável, o gesto."
Notável mesmo!
Qual a % do empréstimo que tem de ser gasta em Espanha?
(Financiamento de Organizações Nada Governamentais Espanholas, compra de produtos espanhóis, fretes de aviões espanhóis, etc…)
Nota: Nestas coisas da Ajuda Internacional, os Espanhóis não estão sozinhos.Em todos os grandes países, a maior percentagem da ajuda concedida aos países pobres, fica no próprio País dador. Ao contrário do que se pensa, as grandes Organizações Nada Governamentais (o Não Governamental é puro eufemismo), tipo CARE ou Médicos sem Fronteiras, não são mais que braços humanitários das políticas externas dos seus países de origem. Isto para não falar do bom negócio que cada catástrofe representa para os funcionários das ditas organizações. (Pelo menos no caso da primeira, qualquer “Voluntário” que esteja em missão, recebe uma pequena fortuna mensal.
9 de janeiro de 2005
Maremoto explicado (em parte)
7 de janeiro de 2005
Quem fala assim não é gago
Palavras que o autor deste blogue subscreve por inteiro.
6 de janeiro de 2005
Condominices
Nem sempre Eça é actual
Na primeira República o panorama foi muito pior, o recenseamento era mais restrito. Nas eleições de 1913 apenas existiam 400 000 eleitores recenseados (menos de 50% que em 1894, para uma população 50% superior) e a taxa de participação foi de 37.5% (150 000 votos expressos) nas restantes eleições o número de cidadãos recenseados nunca ultrapassou os 600 000, excepção feita ao consulado de Sidónio Pais em que o número de cidadãos recenseados chegou aos 900 000, com uma taxa de participação de 57% (510 000 votos expressos) – mas convém referir que nesta eleição, os boletins de voto apenas continham uma única hipótese de escolha - Sidónio!!!
Nada mau para um regime que gritava: Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
Durante o Estado Novo, foi o que se sabe, as eleições eram uma fantochada, que no mínimo era igual às eleições da 1ª República.
Até ao 25 de Abril, o texto de Eça, escrito em 1867 assenta como uma luva (No Parlamento não está a representação nacional, está a representação oficial […] Aquela representação não é nacional, é ministerial: não representa o povo que a rejeita e que a censura, representa simplesmente os homens que lhe dão os cargos opulentos e os estipêndios largos)
A partir de 1975, o panorama mudou totalmente, o recenseamento eleitoral não possui qualquer restrição (apenas a da idade) é obrigatório por lei, e as eleições são inteiramente Livres.
O Parlamento eleito é-o, por todos os Portugueses sem excepção e quem não se dá ao trabalho de se deslocar às assembleias de voto, para exercer o seu direito, não pode vir depois criticar, que os Deputados são preguiçosos, não fazem nenhum, são de péssima qualidade, etc. e tal.
Isto não quer dizer que o sistema seja perfeito, longe disso!
A representatividade actual não é a ideal, certas figuras de cartaz, são-no até ao dia das eleições, pois a seguir rumam aos seus postos bem remunerados e deixam a cadeira a algum funcionário partidário desconhecido.
O Postal do dia
3 de janeiro de 2005
Recomeçam as cartas
30 de dezembro de 2004
Subsídios de desemprego e doença vão ser pagos ainda este ano
Trabalhar ao Domingo?
29 de dezembro de 2004
O Algarve está a “milhas” de Phuket
Ontem, no telejornal de um canal televisivo e no meio do bombardeamento mediático do maremoto, passou uma reportagem com vários minutos sobre as perspectivas de aumento da “facturação” para o Algarve, que a tragédia do Indico poderá proporcionar. Na reportagem era entrevistado, salvo erro, o Presidente da Região de Turismo do Algarve
Não me vou alongar com considerações sobre a pulhice que é, pensar em facturar à custa da desgraça dos outros. Tal como José António Barreiros disse, e muito bem […] mas não encontro palavras que melhor me sirvam. Filhos da puta!
O que também me indignou é ver que a Região de Turismo mais importante do nosso país, está entregue, não a um profissional do Turismo, mas a um mentecapto que de Turismo nada sabe nem quer saber. Eu não sou especialista em Turismo, mas uma coisa eu sei! Quem vai para a Tailândia, não inclui o Algarve na lista de possibilidades, quanto muito inclui o México, Brasil, Republica Dominicana, Bora-Bora, etc.
E porque não inclui o Algarve?
Porque desde há muitos anos, que os Srs. Presidentes da Região de Turismo conjuntamente com os Srs. Autarcas Algarvios, agem como delegados dos interesses da indústria da Construção civil, sendo eles os principais responsáveis pela MERDA que a costa algarvia é hoje em dia, apenas capaz de seduzir o baixo proletariado britânico e os Portugueses que ainda não têm a disponibilidade financeira de fazer férias no estrangeiro e que vão para o Algarve carregando às costas uma mercearia completa, sonhando com duas semanas de AI em Varadero ou Koh Samui.
27 de dezembro de 2004
Richter 9.0
The devastating megathrust earthquake of December 26th, 2004 occurred on the interface of the India and Burma plates and was cause by the release of stresses that develop as the India plate subducts beneath the overriding Burma plate. The India plate begins its decent into the mantle at the Sunda trench which lies to the west of the earthquake's epicenter. The trench is the surface expression of the India-Burma plate interface.
The tectonics of the region is complex and involves the interaction of the Australian, Sunda and Eurasian plates in addition to the India and Burma plate. The India and Australia plates move northeastwards at a rate of about 6 cm/year relative to the Burma plate. This results in oblique convergence at the Sunda trench. Some of this oblique motion is accommodated on the right-lateral transform faults and rifts that separate the Burma and Sunda plates.
Preliminary locations of larger aftershocks following the megathrust earthquake show that approximately 1000 km of the plate boundary slipped as a result of the earthquake. Aftershocks are distributed along much of the shallow plate interface and primarily extend northwards of the epicenter to the Andaman Islands.
The worlds largest recorded earthquakes were all megathrust events and occur where one tectonic plate subducts beneath another. These include: the magnitude 9.5 1960 Chile earthquake, the magnitude 9.2 1964 Prince William Sound, Alaska earthquake, the magnitude 9.1 1957 Andreanof, Alaska earthquake, and the magnitude 9.0 1952 Kamchatka earthquake. As with the recent event, megathrust earthquakes often generate large tsunamis that can cause damage over a much wider area than is directly effected by ground shaking near the earthquake's rupture.
Explore as páginas do U.S. Geological Survey Earthquake Hazards Program, para alêm de informação sobre o terramoto de ontem, possui muitas informações e sites sobre como proceder em caso de terramoto. O "Big-One" de Lisboa está aí ao virar da esquina
Tachos para todos
26 de dezembro de 2004
Pinguins "Paneleiros"
Noticiam hoje vários orgãos de informação nacionais.
Esta noticia é produto de dois factores:
- Estamos numa semana de pouca produção noticiosa, o que faz com que as luzes da ribalta incidam sobre as noticias mais idiotas que apareçam.
- Os Jornalistas de todo o mundo (não apenas os Portugueses) demonstram serem um bando de ignorantes.
A noticia é apresentada como uma grande descoberta. Na realidade os cientistas apenas "descobriram" uma coisa que já está "descoberta" há muitos anos.
Este tema foi objecto de uma tese, do zoólogo britânico Desmond Morris há 35 anos, muito discutida na altura, tendo sido editada com o título de "O Zoo Humano", na qual Morris, compara o comportamento homossexual humano, não com os animais em liberdade, mas sim com os animais em cativeiro, concluindo que a homossexualidade humana é produto da superpopulação, pois quando há 10000 anos um clã com 60 elementos habitava uma região de 30 kilómetros quadrados, hoje em dia nessa mesma área convivem 6 000 000 de seres humanos conjuntamente com máquinas e edificios. Morris defende que esta mudança foi demasiado rápida para a evolução biológica do ser humano, fazendo com que este seja, hoje em dia, um animal em cativeiro, tal como são os animais dos Jardins-Zoológicos, obrigados a viver em jaulas pequenas, enquanto no seu meio natural vivem em territórios de vários kilómetros quadrados.
Enfim mais uma não-noticia, fruto da época em que vivemos.
23 de dezembro de 2004
18 de dezembro de 2004
Por mil Palavras
Até hoje poucas fotografias me comoveram tanto quanto esta:























