Na jantarada conheci conheci o divertidissimo António do Lusofolias, que a propósito de uma recente diferença de opinião, aproveitou para me passar uma pequena "rasteira" - "Olhe está ali a Vitiólica", disse ele, apontando para uma das convivas. Então eu, cavalheiro como sempre, lá fui apresentar-me, esperando ver a sua cara de admiração. Efectivamente a senhora Vitriólica, fez uma cara de admiração dizendo "Olhe que eu não sou quem você está a pensar, essa é outra" - pelo canto do olho reparo que o António quase cai da cadeira de tanto rir.
A genuína Vitriólica possui um excelente blog "A internet para domésticas já - Conversas com o meu galo de Barcelos" e é uma senhora com muito nivel e possuidora de um fino humor. No dia seguinte deixou-me este comentário na defunta floresta do sapo:
Caro Senhor Luís.
Soube ontem no belíssimo encontro de blogs organizado pelo senhor Zecatelhado da existência de outra pessoa com o mesmo nome que eu - até fui confundida pelo senhor "Lusofolias", que pensava que eu era a outra.
Acho que sou a Vitriólica original, pois "nasci" em 1 de Outubro de 2003. Espero que não me confunda com ela.
Sou uma doméstica ignorante e sei pouco inglês, mas aquilo fez-me lembrar uma expressão da "tia" Paula Bobine (perdão, Bobone) a falar dos "sem berço" - expressão dela -, assim com o nariz empinado como se não fôssemos todos seres humanos com o mesmo direito ao ser e à dignidade.
Fui lá ver e conhecer, mas não fiquei freguesa e nem falo dela para não ter que pôr um link.
Para mim, um humor que só diz mal não é humor, é má-criação e bota-abaixo; parece mais portuguesa que inglesa, pois o "portuguesinho" adora dizer mal. Não há nada como ignorá-la. Falar dela e pôr o link traz-lhe é publicidade, e deixa-a toda contente, com certeza - duas coisas que ela não merece.
Cumprimentos da Vi original
É claro, cara Vi (A verdadeira) que eu não posso confundi-la com a falsa Vitriólica (A usurpadora), já li o seu blog e conclui que necessito de lhe apresentar as minhas desculpas, pois só por minha ignorância é que nestes meses todos em que ando pelos blogs, não ter logo encontrado o seu.
21 de setembro de 2004
Frase do Dia
"Nós (Portugueses) chegamos à Índia porque não tinhamos a COMPTA"
Maria José Nogueira Pinto entrevista à SIC Noticias em 21/09/2004
Adeus Praia, até 2005

Não há mal que sempre dure, nem bem que não acabe.
O bom tempo que se fez sentir ontem, levou-me à praia do Pêgo do Carvalhal para fazer a despedida balnear de 2004.
Como uma despedida merece uma boa refeição, antes da praia, almoçamos na Escola, que é provavelmente, um dos melhores restaurantes de Portugal.
Atacamos as entradas: Cenouras abertas, Pimento fatiado, linguíça assada.
Para pratos principais escolhemos a perdiz na púcara e a empada de coelho bravo, bem regados com Monte Velho (Por ser o melhor em meia-garrafa).
Para rematar, ensopado de nozes e encharcada para sobremesa.
A seguir ao almoço, a praia.
O Pêgo do Carvalhal, é provavelmente uma das melhores praias do país. Está bem organizada, as suas dunas estão bem protegidas, o areal está sempre impecável e a paisagem é deslumbrante. não deve haver melhor sitio para se repousar num Domingo à tarde e bem digerir o lauto almoço.
20 de setembro de 2004
A Jantarada
Éramos mais de 50 e tal como bem afirmou o meu amigo Clark, foi sem dúvida uma das maiores "Blind dates" da nossa história.
A grande maioria não se conhecia pessoalmente, mas falamos uns com os outros como se fossemos velhos amigos. Foi giro conhecer o invólucro exterior daqueles que, bem ou mal, já conheciamos o seu interior.
Pessoalmente, pensava eu, que os meus 38 anos me tornariam num "velhadas" no meio da juventude, mas verifiquei com espanto que englobava o grupo dos "caçulas"
No restaurante não havia blogs iguais, eram todos diferentes, de direita, de esquerda, apolíticos, fotográficos, poéticos, de pensamentos, técnicos, etc., mas apesar das diferenças, todos estávamos iramanados na amizade.
Trocaram-se ideias, pediram-se informações, esclareceram-se dúvidas e no fim apenas uma restou:
A grande maioria não se conhecia pessoalmente, mas falamos uns com os outros como se fossemos velhos amigos. Foi giro conhecer o invólucro exterior daqueles que, bem ou mal, já conheciamos o seu interior.
Pessoalmente, pensava eu, que os meus 38 anos me tornariam num "velhadas" no meio da juventude, mas verifiquei com espanto que englobava o grupo dos "caçulas"
No restaurante não havia blogs iguais, eram todos diferentes, de direita, de esquerda, apolíticos, fotográficos, poéticos, de pensamentos, técnicos, etc., mas apesar das diferenças, todos estávamos iramanados na amizade.
Trocaram-se ideias, pediram-se informações, esclareceram-se dúvidas e no fim apenas uma restou:
Para quando o próximo?
19 de setembro de 2004
18 de setembro de 2004
Jantarada
Hoje há jantarada lá para as bandas da Expo (Esta coisa do parque das nações não entra em mim).
Parece que o seu Zeca Telhado preparou uns cartõezinhos que representam cada um dos blogs.
Estou com uma enorme curiosidade em saber como é o meu.
Parece que o seu Zeca Telhado preparou uns cartõezinhos que representam cada um dos blogs.
Estou com uma enorme curiosidade em saber como é o meu.
17 de setembro de 2004
Pérolas da Gestão autárquica - Uma ponte para nenhures
A gestão autárquica nacional tem, nos últimos anos, sido pontuada por um desperdício sem igual. São resmas de rotundas. fontes luminosas, e quanto a jardins, só se forem de betão.
Em Julho chamei aqui a atenção para um atentado ao património, executado em Queluz pela câmara de Sintra (Gestão de Edite Estrela) que consistiu na demolição de parte de um ramo do aqueduto das águas livres, para dar passagem a uma avenida, a qual serve uma urbanização.
Hoje o tema é o desperdício puro e simples de recursos. Falar de desperdicio é uma maneira educada de dizer "deitar dinheiro ao lixo".
A visada é a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira (Gestão de Maria de Lurdes Rosinha).
Há cerca de três anos começou a ser construída uma ponte sobre a estrada que liga as freguesias do Forte da Casa e Vialonga.
A ponte foi totalmente construída, mas por acidente, as obras foram visitadas por técnicos do IEP, que verificaram que a continuação das obras era impossível, devido à sua localização.
Para as obras poderem continuar, era necessário abrir uma trincheira desde o tabuleiro da ponte até ao topo da colina (até ao muro branco, mais propriamente). Esta trincheira colocaria em perigo a estabilidade da colina e consequentemente a segurança dos habitantes da urbanização que nela se encontra (10 000 pessoas).
Como a Câmara Municipal de Vila Franca ignorou todos os pareceres e advertências do IEP, a obra foi embargada e desde há dois anos, esta ponte acabada conduz a lado nenhum.
Esta inútil obra autárquica, é um monumento à irresponsabilidade autárquica Portuguesa e nele revemos uma grande maioria das obras recentes das nossas autarquias.
Esta pérola da gestão autárquica é visível da auto-estrada do Norte (A1). Para quem se dirige para Lisboa, cerca de 1 Km após as portagens de Alverca e antes de iniciar a subida de Vialonga, na base da subida do lado esquerdo.
Em Julho chamei aqui a atenção para um atentado ao património, executado em Queluz pela câmara de Sintra (Gestão de Edite Estrela) que consistiu na demolição de parte de um ramo do aqueduto das águas livres, para dar passagem a uma avenida, a qual serve uma urbanização.
Hoje o tema é o desperdício puro e simples de recursos. Falar de desperdicio é uma maneira educada de dizer "deitar dinheiro ao lixo".
A visada é a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira (Gestão de Maria de Lurdes Rosinha).
Há cerca de três anos começou a ser construída uma ponte sobre a estrada que liga as freguesias do Forte da Casa e Vialonga.
A ponte foi totalmente construída, mas por acidente, as obras foram visitadas por técnicos do IEP, que verificaram que a continuação das obras era impossível, devido à sua localização.
Para as obras poderem continuar, era necessário abrir uma trincheira desde o tabuleiro da ponte até ao topo da colina (até ao muro branco, mais propriamente). Esta trincheira colocaria em perigo a estabilidade da colina e consequentemente a segurança dos habitantes da urbanização que nela se encontra (10 000 pessoas).
Como a Câmara Municipal de Vila Franca ignorou todos os pareceres e advertências do IEP, a obra foi embargada e desde há dois anos, esta ponte acabada conduz a lado nenhum.
Esta inútil obra autárquica, é um monumento à irresponsabilidade autárquica Portuguesa e nele revemos uma grande maioria das obras recentes das nossas autarquias.
Esta pérola da gestão autárquica é visível da auto-estrada do Norte (A1). Para quem se dirige para Lisboa, cerca de 1 Km após as portagens de Alverca e antes de iniciar a subida de Vialonga, na base da subida do lado esquerdo.
O Diabo tem Cara
O diabo tem uma cara
O Diabo tem um nome:
CHAMIL BASSAIEV
Este réptil (Que não come carne de porco, porque a sua religião proíbe o canibalismo) reivindicou hoje a autoria do massacre dos mártires inocentes de Beslan.
O animal teve até o desplante de lamentar as vitimas provocadas pelas ordens que deu aos executores. Para ele as suas acções são ordenadas por "Alá" e o massacre de Beslan, não foi um crime, foi apenas um acto de guerra.
A cobardia grassa nas hostes tchechenas, com o exército russo não se metem, só visam os inocentes e os desprotegidos. É o Terror pelo Terror e o resultado é a justificação de qualquer acto de terror por parte do exército russo.
Infelizmente estes muçulmanos não aprendem com o exemplo católico apostólico-romano de Timor-Leste. Timor-Leste alcançou a independência sem que a Fretilin tivesse morto inocentes nem desviado aviões.
Esta é apenas a diferença entre a CIVILIZAÇÃO e a BARBÁRIE.
O Diabo tem um nome:
CHAMIL BASSAIEV
Este réptil (Que não come carne de porco, porque a sua religião proíbe o canibalismo) reivindicou hoje a autoria do massacre dos mártires inocentes de Beslan.
O animal teve até o desplante de lamentar as vitimas provocadas pelas ordens que deu aos executores. Para ele as suas acções são ordenadas por "Alá" e o massacre de Beslan, não foi um crime, foi apenas um acto de guerra.
A cobardia grassa nas hostes tchechenas, com o exército russo não se metem, só visam os inocentes e os desprotegidos. É o Terror pelo Terror e o resultado é a justificação de qualquer acto de terror por parte do exército russo.
Infelizmente estes muçulmanos não aprendem com o exemplo católico apostólico-romano de Timor-Leste. Timor-Leste alcançou a independência sem que a Fretilin tivesse morto inocentes nem desviado aviões.
Esta é apenas a diferença entre a CIVILIZAÇÃO e a BARBÁRIE.
14 de setembro de 2004
Uma perda de vulto
A blogoesfera nacional teve uma perda de vulto. O excelente Blog Portugal e Espanha recebeu o seu ultimo Postal no passado dia 12 de Setembro por parte do seu dinamizador Mário Rodrigues.
Neste momento, ficamos sem um blog, onde o importante tema das relações ibéricas seja debatido com a assertividade com que o era no Portugal e Espanha. Perdeu-se também um forum onde conheciamos as opiniões de todos os povos peninsulares e que nos mostrou que "Espanha" não é mais que um conjunto de nacionalidades amordaçadas por Castela e que para lutar contra isto, não é necessário adoptar atitudes criminosas, como as que são adoptadas pela ETA.
Ao Portugal e Espanha os meus agradecimentos pela informação prestada.
Neste momento, ficamos sem um blog, onde o importante tema das relações ibéricas seja debatido com a assertividade com que o era no Portugal e Espanha. Perdeu-se também um forum onde conheciamos as opiniões de todos os povos peninsulares e que nos mostrou que "Espanha" não é mais que um conjunto de nacionalidades amordaçadas por Castela e que para lutar contra isto, não é necessário adoptar atitudes criminosas, como as que são adoptadas pela ETA.
Ao Portugal e Espanha os meus agradecimentos pela informação prestada.
O Bom Aluno e o seu Mestre
"O Orçamento de estado deve ser gerido como o orçamento de uma família"
Bagão Felix, Ministro das Finanças - 2004
Nota: Cartoon de Vilhena; texto da Nova Floresta
10 de setembro de 2004
Carta Aberta à Sr.ª Vitriólica
Para quem leu os dois últimos postais sobre esta senhora, poderá pensar que eu sou um nacionalista trauliteiro, que acha que Portugal é um país superior aos outros. Nada disso, é certo que sou um patriota, mas quem ler o meu blog, verificará que eu sou uma pessoa preocupada com o “atraso de vida” que reina na nossa pátria. Os valores “britânicos” de superioridade estão bem afastados da minha pessoa.
Quem não conhecia esta senhora dos blogues, tendo só tomado conhecimento com ela através do “Inimigo Público”, poderá pensar que é apenas uma brincadeira que um português escreve debaixo de um pseudónimo. Mas tal não é verdade, esta senhora vem escrevendo estas e outras diatribes sobre o nosso país
Mas já diz o ditado: “Quem não se sente, não é filho de boa gente” e o facto de ter lido, desde o passado mês de Abril, os postais que esta senhora escreve sobre a sua ignorante visão dos nossos usos e costumes, fazem com que eu me sinta indignado e o artigo no “Inimigo Público” foi a gota que fez transbordar o cálice.
Portugal tem sido objecto de criticas mordazes e bem fundamentadas por parte de estrangeiros. Há cerca de dez anos atrás uma jornalista inglesa de nome Christina Lamb, tal como você casada com um cidadão Português, escreveu uma série de críticas com um humor verdadeiramente mordaz sobre os nossos hábitos( No Independente), ao contrário de si esta jornalista possuía um grande conhecimento sobre a nossa cultura, pelo que as suas críticas eram bem fundamentadas e fazia com que o maior nacionalista trauliteiro de Portugal risse a bandeiras despregadas.
Por outro lado um cidadão norte-americano de nome Hewitt, escreveu dois livros, absolutamente hilariantes “A Cottage in Portugal”, sobre as aventuras e desventuras que sofreu quando decidiu construir uma casa em Portugal.
Mas estes dois exemplos que cito, são pessoas com um elevado nível cultural, que quando se depararam com comportamentos e hábitos estranhos às suas culturas, antes de realizarem juízos de valor, investigaram o porquê dos ditos comportamentos e hábitos, pelo que as suas publicações estão admiravelmente bem escritos e qualquer Português que os leia, só tem a dizer bem, porque as suas críticas mordazes estão admiravelmente fundamentadas.
Cara Sr.ª Vitriólica
Você, por mais que tente, nunca conseguirá atingir os calcanhares destes dois exemplos que citei, porque você veio do Reino Unido, com o nariz empinado, viver naquilo que considera ser um país de “pretos”. O seu conhecimento sobre a nossa cultura é confrangedoramente nulo, consegue ser inferior ao das bimbas inglesas do vinho do Porto, nos seus cházinhos do “Oporto Cricket Club”. O principal problema não é o facto de você não saber nada sobre nós, o problema é que você não quer SABER ABSOLUTAMENTE NADA. O que para alguém que até se exprime razoavelmente bem em Português (Facto deveras extraordinário numa súbdita de sua majestade) não deixa de ser estranho.
Você esconde-se cobardemente atrás de um pseudónimo, pois não tem dignidade, honra nem coragem de assinar com o seu próprio nome, tal como faço eu, que ouso hoje contestar, fundamentadamente, as suas vis opiniões.
Você não aceita qualquer reparo às suas doutas opiniões, apenas se “baba” com os comentários submissos. Todo e qualquer esclarecimento, todo e qualquer reparo, toda e qualquer crítica negativa, é apagada imediatamente e quem a faz é banido do seu site. É um comportamento pouco próprio de uma súbdita de sua majestade, pois o seu país tem orgulho na sua democracia e no seu “Fair-Play”.
Dedique-se apenas aos seus desenhos, que são excelentes, têm um estilo que é só seu, mas são torpedeados pela sua ignorante escrita que os acompanha, o que lhes tira qualquer interesse.
Eu sei que você vai dizer cobras e lagartos de mim, mas eu estou rigorosamente nas tintas para aquilo que você pensa, escreve (Na realidade estou como o Ferro Rodrigues), para mim você não passa de uma inglesa ignorante, malcriada, possuidora de um ego do tamanho do mundo, que se deve achar muito gira, pois com insultos ao país que a acolheu e no qual se devia comportar como uma convidada, vê centenas de concidadãos meus a tecerem loas e hossanas. “Top of the world, Ma”, deve você dizer para com os seus botões.
Se descer abaixo do pedestal onde se coloca, poderá verificar que o nosso país lhe terá muito para dar, basta ser um pouco humilde, tal como as pessoas objecto dos seus repetidos insultos são. Você acha, sinceramente, que as pessoas que usam bata todos os dias, a usam porque gostam? A sua cabeça dura não acha que essas pessoas gostariam de ter melhor situação económica para poderem usar roupas melhores? E aumentarem assim o seu amor-próprio. Por amor de deus Sr.ª Vitriólica, tenha ao menos um pouco de decência.
E com isto me despeço, desejo-lhe a si, ao seu marido, aos seus dois pimpolhos e restante família, votos de saúde e felicidades.
Boa Noite
Luís Miguel Bonifácio
B.I.: N.º 7322843
Quem não conhecia esta senhora dos blogues, tendo só tomado conhecimento com ela através do “Inimigo Público”, poderá pensar que é apenas uma brincadeira que um português escreve debaixo de um pseudónimo. Mas tal não é verdade, esta senhora vem escrevendo estas e outras diatribes sobre o nosso país
Mas já diz o ditado: “Quem não se sente, não é filho de boa gente” e o facto de ter lido, desde o passado mês de Abril, os postais que esta senhora escreve sobre a sua ignorante visão dos nossos usos e costumes, fazem com que eu me sinta indignado e o artigo no “Inimigo Público” foi a gota que fez transbordar o cálice.
Portugal tem sido objecto de criticas mordazes e bem fundamentadas por parte de estrangeiros. Há cerca de dez anos atrás uma jornalista inglesa de nome Christina Lamb, tal como você casada com um cidadão Português, escreveu uma série de críticas com um humor verdadeiramente mordaz sobre os nossos hábitos( No Independente), ao contrário de si esta jornalista possuía um grande conhecimento sobre a nossa cultura, pelo que as suas críticas eram bem fundamentadas e fazia com que o maior nacionalista trauliteiro de Portugal risse a bandeiras despregadas.
Por outro lado um cidadão norte-americano de nome Hewitt, escreveu dois livros, absolutamente hilariantes “A Cottage in Portugal”, sobre as aventuras e desventuras que sofreu quando decidiu construir uma casa em Portugal.
Mas estes dois exemplos que cito, são pessoas com um elevado nível cultural, que quando se depararam com comportamentos e hábitos estranhos às suas culturas, antes de realizarem juízos de valor, investigaram o porquê dos ditos comportamentos e hábitos, pelo que as suas publicações estão admiravelmente bem escritos e qualquer Português que os leia, só tem a dizer bem, porque as suas críticas mordazes estão admiravelmente fundamentadas.
Cara Sr.ª Vitriólica
Você, por mais que tente, nunca conseguirá atingir os calcanhares destes dois exemplos que citei, porque você veio do Reino Unido, com o nariz empinado, viver naquilo que considera ser um país de “pretos”. O seu conhecimento sobre a nossa cultura é confrangedoramente nulo, consegue ser inferior ao das bimbas inglesas do vinho do Porto, nos seus cházinhos do “Oporto Cricket Club”. O principal problema não é o facto de você não saber nada sobre nós, o problema é que você não quer SABER ABSOLUTAMENTE NADA. O que para alguém que até se exprime razoavelmente bem em Português (Facto deveras extraordinário numa súbdita de sua majestade) não deixa de ser estranho.
Você esconde-se cobardemente atrás de um pseudónimo, pois não tem dignidade, honra nem coragem de assinar com o seu próprio nome, tal como faço eu, que ouso hoje contestar, fundamentadamente, as suas vis opiniões.
Você não aceita qualquer reparo às suas doutas opiniões, apenas se “baba” com os comentários submissos. Todo e qualquer esclarecimento, todo e qualquer reparo, toda e qualquer crítica negativa, é apagada imediatamente e quem a faz é banido do seu site. É um comportamento pouco próprio de uma súbdita de sua majestade, pois o seu país tem orgulho na sua democracia e no seu “Fair-Play”.
Dedique-se apenas aos seus desenhos, que são excelentes, têm um estilo que é só seu, mas são torpedeados pela sua ignorante escrita que os acompanha, o que lhes tira qualquer interesse.
Eu sei que você vai dizer cobras e lagartos de mim, mas eu estou rigorosamente nas tintas para aquilo que você pensa, escreve (Na realidade estou como o Ferro Rodrigues), para mim você não passa de uma inglesa ignorante, malcriada, possuidora de um ego do tamanho do mundo, que se deve achar muito gira, pois com insultos ao país que a acolheu e no qual se devia comportar como uma convidada, vê centenas de concidadãos meus a tecerem loas e hossanas. “Top of the world, Ma”, deve você dizer para com os seus botões.
Se descer abaixo do pedestal onde se coloca, poderá verificar que o nosso país lhe terá muito para dar, basta ser um pouco humilde, tal como as pessoas objecto dos seus repetidos insultos são. Você acha, sinceramente, que as pessoas que usam bata todos os dias, a usam porque gostam? A sua cabeça dura não acha que essas pessoas gostariam de ter melhor situação económica para poderem usar roupas melhores? E aumentarem assim o seu amor-próprio. Por amor de deus Sr.ª Vitriólica, tenha ao menos um pouco de decência.
E com isto me despeço, desejo-lhe a si, ao seu marido, aos seus dois pimpolhos e restante família, votos de saúde e felicidades.
Boa Noite
Luís Miguel Bonifácio
B.I.: N.º 7322843
9 de setembro de 2004
A Bimba (2ª Parte)
A bimba resolveu escrever na passada sexta-feira, uma achincalhante crónica sobre a nossa gastronomia. Importa referir que eu não considero a nossa gastronomia sacrossanta, ela não é a melhor do mundo, nem os restaurantes portugueses são os melhores do mundo, e 90% dos Portugueses não sabe reconhecer uma cozedura bem feita, mas estas considerações negativas devem ser feitas por uma pessoa conhecedora e nunca por uma ignorante oriunda, ainda por cima, de um país onde um filete de peixe congelado acompanhado por batatas fritas ultracongeladas é considerado como uma iguaria.
A “Camone”, começa logo bem:
“Sludge” (legumes cozidos durante duas horas)
Deduzo que esta lama, seja aquilo que uma pessoa, que não seja analfabeta, chama de “esparregado”. Aqui verificamos que esta menina nunca entrou numa cozinha, pois o esparregado (um prato de “caloiros” em culinária) demora entre 10 a 15 minutos a fazer.
A “Bifa”, continua a destilar ódio, seguindo-se o seu retrato dos restaurantes portugueses, os quais são TODOS assim
Paredes […]mosaicos de casa de banho (Ela é tão burra que nem sabe a diferença entre mosaicos e azulejos)[…] a escorrerem condensação; luz fluorescente […] posters turísticos em molduras de plástico […] mata-bichos de ultra-violeta[…]
Neste ponto não a critico directamente, critico sim as suas más companhias, que apenas a levaram a comer em tascos rançosos. Mas como qualquer estrangeiro, minimamente versado em temas gastronómicos sabe, não é num tasco rançoso que a gastronomia de um país pode ser devidamente apreciada. Parece que esta ácida senhora não.
A “Inglesa sulfúrica ”, continua a sua demonstração de ignorância escrevendo sobre o cozido à Portuguesa:
Pratos deixados a cozer horas, de onde se tiram montes e montes de COISAS a abanar como gelatina, partes indescritíveis de animais indescritíveis, cozidos em caldo e largados no prato com legumes desfeitos.
É a primeira vez que alguém chama o Porco de animal indescritível. Será que a “cachopa ” é muçulmana?
Esta visão do cozido à portuguesa deve ter sido adquirida num tasco rançoso.
Mas ainda não é tudo. A “sulfúrica” assenta baterias no marisco com estes insultos:
Esta gente baba-se quando ouve falar dos nomes de marisco, pedacinhos de borracha em concha […] criaturas estranhas raspadas das bases de barcos.
Nunca vi tanto ódio a Portugal e Ignorância juntos. O termo “Babam-se” dispensa qualquer comentário. Quanto às criaturas raspadas dos cascos de navios, só se for em Inglaterra, pois os crustáceos que geralmente habitam nos cascos não fazem parte da dieta nacional (nem da mundial, pois não têm nada que comer). Aconselho no entanto à “garina” que os raspe e tente cozinhar, depois de os comer o TBT encarregar-se-á dela!
Quanto ao nosso Bacalhau, o nosso “fiel-amigo” é objecto desta observação:
[…]canta elogios sobre lagos de azeite num prato com as línguas e bochechas de peixes secos e mal-cheirosos.
Quem canta elogios sobre “fish and chips” e “haggis” (uma cópia merdosa dos nossos deliciosos maranhos), está perfeitamente autorizado a tecer este tipo de parvoiçes. Sinceramente aquela dos lagos de azeite é própria de quem tem interesses obscuros nos óleos alimentares.
Chegando às sobremesas lemos estas aberrações:
Sobre o Queijo de Azeitão:
Queijos que parecem ter-se perdido atrás do frigorifico há dez anos que cheiram a ratazanas mortas[…]
A doçaria conventual portuguesa reduz-se a:
[…]Doces feitos de tantos ovos e açúcar são obrigatórios para acelerar aquele ataque cardíaco[…]
Para que não digam que eu estou a ser mauzinho para esta súbdita de sua majestade, existe uma frase com a qual eu estou inteiramente de acordo:
[…] coisas que fizeram do cuspo de camelos,[…] bolachas ensopadas[…]
Inteiramente de acordo, é necessário eliminar a baba de camelo, o doce da casa e já agora o horrendo molotov, das ementas nacionais.
No entanto a pulhice da pulhice é a sua opinião sobre nós, Portugueses
E todo o tempo em que está a comer umas porcarias por baixo das luzes fluorescentes […] fala de todas as porcarias e sonha um mundo sem frigoríficos, sem telemóveis, sem computadores: um mundo de pobreza […] e comida que cheira mal
A minha boa educação impede-me de fazer qualquer comentário apropriado, pois se já bani anónimos que apenas escreveram palavrões nos comentários, tenho de manter a linha editorial a qualquer custo. Mas acreditem que esta contenção custa….
A seguir: Carta aberta a Miss Vitriólica
A “Camone”, começa logo bem:
“Sludge” (legumes cozidos durante duas horas)
Deduzo que esta lama, seja aquilo que uma pessoa, que não seja analfabeta, chama de “esparregado”. Aqui verificamos que esta menina nunca entrou numa cozinha, pois o esparregado (um prato de “caloiros” em culinária) demora entre 10 a 15 minutos a fazer.
A “Bifa”, continua a destilar ódio, seguindo-se o seu retrato dos restaurantes portugueses, os quais são TODOS assim
Paredes […]mosaicos de casa de banho (Ela é tão burra que nem sabe a diferença entre mosaicos e azulejos)[…] a escorrerem condensação; luz fluorescente […] posters turísticos em molduras de plástico […] mata-bichos de ultra-violeta[…]
Neste ponto não a critico directamente, critico sim as suas más companhias, que apenas a levaram a comer em tascos rançosos. Mas como qualquer estrangeiro, minimamente versado em temas gastronómicos sabe, não é num tasco rançoso que a gastronomia de um país pode ser devidamente apreciada. Parece que esta ácida senhora não.
A “Inglesa sulfúrica ”, continua a sua demonstração de ignorância escrevendo sobre o cozido à Portuguesa:
Pratos deixados a cozer horas, de onde se tiram montes e montes de COISAS a abanar como gelatina, partes indescritíveis de animais indescritíveis, cozidos em caldo e largados no prato com legumes desfeitos.
É a primeira vez que alguém chama o Porco de animal indescritível. Será que a “cachopa ” é muçulmana?
Esta visão do cozido à portuguesa deve ter sido adquirida num tasco rançoso.
Mas ainda não é tudo. A “sulfúrica” assenta baterias no marisco com estes insultos:
Esta gente baba-se quando ouve falar dos nomes de marisco, pedacinhos de borracha em concha […] criaturas estranhas raspadas das bases de barcos.
Nunca vi tanto ódio a Portugal e Ignorância juntos. O termo “Babam-se” dispensa qualquer comentário. Quanto às criaturas raspadas dos cascos de navios, só se for em Inglaterra, pois os crustáceos que geralmente habitam nos cascos não fazem parte da dieta nacional (nem da mundial, pois não têm nada que comer). Aconselho no entanto à “garina” que os raspe e tente cozinhar, depois de os comer o TBT encarregar-se-á dela!
Quanto ao nosso Bacalhau, o nosso “fiel-amigo” é objecto desta observação:
[…]canta elogios sobre lagos de azeite num prato com as línguas e bochechas de peixes secos e mal-cheirosos.
Quem canta elogios sobre “fish and chips” e “haggis” (uma cópia merdosa dos nossos deliciosos maranhos), está perfeitamente autorizado a tecer este tipo de parvoiçes. Sinceramente aquela dos lagos de azeite é própria de quem tem interesses obscuros nos óleos alimentares.
Chegando às sobremesas lemos estas aberrações:
Sobre o Queijo de Azeitão:
Queijos que parecem ter-se perdido atrás do frigorifico há dez anos que cheiram a ratazanas mortas[…]
A doçaria conventual portuguesa reduz-se a:
[…]Doces feitos de tantos ovos e açúcar são obrigatórios para acelerar aquele ataque cardíaco[…]
Para que não digam que eu estou a ser mauzinho para esta súbdita de sua majestade, existe uma frase com a qual eu estou inteiramente de acordo:
[…] coisas que fizeram do cuspo de camelos,[…] bolachas ensopadas[…]
Inteiramente de acordo, é necessário eliminar a baba de camelo, o doce da casa e já agora o horrendo molotov, das ementas nacionais.
No entanto a pulhice da pulhice é a sua opinião sobre nós, Portugueses
E todo o tempo em que está a comer umas porcarias por baixo das luzes fluorescentes […] fala de todas as porcarias e sonha um mundo sem frigoríficos, sem telemóveis, sem computadores: um mundo de pobreza […] e comida que cheira mal
A minha boa educação impede-me de fazer qualquer comentário apropriado, pois se já bani anónimos que apenas escreveram palavrões nos comentários, tenho de manter a linha editorial a qualquer custo. Mas acreditem que esta contenção custa….
A seguir: Carta aberta a Miss Vitriólica
A paciência tem limites
A Paciência de um patriota também tem limites. Quando começei o meu blog, escolhi a plataforma do sapo, pois para alêm de ser nacional, possuía mais funcionalidades que esta plataforma estrangeira. Na altura não escolhi o weblog.com.pt, pois estava cheio.
A plataforma do sapo funciona pior que mal, os comentários são apresentados em texto corrido, por vezes não permite a sua colocação. O acesso ao sistema dos blogs é por vezes impossível, os postais demoram três dias entre a sua gravação e a sua visualização e hoje o blog pura e simplesmente foi apagado e a página de acesso está uma vez mais inacessível. Protestar, pedir informações népia, ninguém responde.
Por isso, engolindo o meu orgulho pátrio, a partir de hoje o Nova Floresta vai continuar nesta plataforma estrangeira.
Por isso apresento desde já as minhas desculpas a todos os leitores pelos inconvenientes que esta mudança possa causar, mas é por motivos que estão para alem da minha responsabilidade.
A plataforma do sapo funciona pior que mal, os comentários são apresentados em texto corrido, por vezes não permite a sua colocação. O acesso ao sistema dos blogs é por vezes impossível, os postais demoram três dias entre a sua gravação e a sua visualização e hoje o blog pura e simplesmente foi apagado e a página de acesso está uma vez mais inacessível. Protestar, pedir informações népia, ninguém responde.
Por isso, engolindo o meu orgulho pátrio, a partir de hoje o Nova Floresta vai continuar nesta plataforma estrangeira.
Por isso apresento desde já as minhas desculpas a todos os leitores pelos inconvenientes que esta mudança possa causar, mas é por motivos que estão para alem da minha responsabilidade.
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