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15 de janeiro de 2008

É preocupante (II)

Um país ter um Director-Geral de Saúde que escreve "romances" sobre a lei anti-tabaco, quer a incitar à perseguição de estabelecimentos que, ao abrigo da lei mantêm a permissão de fumar, quer tiradas de filosofia de algibeira a sancionar comportamentos menos próprios dos "amigos" enquanto que se remete ao mais puro silêncio quando se encerram Maternidades, serviços de urgência e morrem pessoas na sala de espera do banco do hospital.

14 de janeiro de 2008

Isto sim é Preocupante (I)

Enquanto uns se preocupam com "Passas"

O Grande Irmão já chegou!

Para quem vê o vídeo, parece o país das maravilhas, mas quem controla o cartão, e é uma e uma só entidade, controla a nossa vida. E se o voto electrónico vier, o secretismo da votação será inexistente.
Via Blasfémias

28 de setembro de 2007

Socialismo sob forma legal

O governo PS pretende que os capelães dos hospitais só possam exercer o seu serviço, caso seje previamente requerido pelos internados.
Ao ler este postal de Pinho Cardão no Quarta República lembrei-me de propôr, por esta via, uma minuta para que os internados possam fazer o respectivo requerimento. Tive todo o cuidado, usando arte e engenho para que a minha proposta agrade de sobremaneira ao burocrata que, espero eu, a analisará.

Para ver uma versão maior, clique AQUI.
Aproveito para solicitar um "cunhazita" para que este requirimento seja adoptado em todas as unidades de saúde do País aos Jacobinos de Serviço, Fernanda Câncio, Vital Moreira e Carlos Abreu Amorim (CAA) . Sobretudo a este último por ser alguém que profundamente adora Requirimentos, Papel Selado, reconhecimentos de assinatura em notário. Enfim todas aquelas coisas que nos fazem perder tempo, mas têm a importante missão social de dar emprego a alguns milhares de funcionários públicos.

9 de julho de 2007

Burro velho não aprende línguas

[…]muita gente da tribo político-cultural da direita chegou bem mais depressa à democracia prática que muitos proclamados democratas da democracia vanguardista que pensam que o antifascismo de há mais de vinte e cinco anos tem de ser superior à livre manifestação da vontade popular através do efectivo sufrágio universal,[…]

Os democratas da democracia pluralista não precisam de pedir certificados de democrata a certos antifascistas de antanho que, depois da democracia restaurada, tentaram impor um novo totalitarismo […]

Confundir defensores da democracia com simples antifascistas, pode ser confundir o trigo da seara democrática com muito joio de má memória […]

Adelino Maltez escreve sempre sábias e acertadas palavras. Os excertos acima transcritos referem-se a um indivíduo que diz não aceitar lições de democracia de ninguém.

Alberto Martins esconde-se por detrás de um mito, o mito do “peço a palavra” quando interrompeu o discurso de Américo Tomás na inauguração do edifício das Matemáticas em Coimbra. O mito da greve académica de 1969 onde os estudantes se ergueram contra a “ditadura fascista”.

O que Alberto Martins gosta de escamotear é o facto de para a greve ser efectiva necessitou de organizar piquetes que impediam qualquer aluno que não aderiu de se aproximar da Universidade, recorrendo ao murro e pontapé, aos alunos e à rapadela de cabelo às alunas.

Alberto Martins em 1969 acreditava naquilo que ainda hoje acredita, “Viva a Democracia, mas ai daquele que discorde de mim”.

Existe ainda um acontecimento que Alberto Martins não gosta de recordar. A famosa audiência que Américo Tomás concedeu à Associação Académica e onde Alberto Martins e os outros membros se prostraram em vénias de absoluta submissão, numa atitude que até embaraçou Américo Tomás de tão pouco usual que era.

Eu concordo plenamente com Alberto Martins, pois já diz o velho ditado “Burro velho, não aprende línguas” e ele já é suficientemente “velho” para não aprender a linguagem da democracia.

20 de junho de 2007

A Blogosesfera não se cala!

Dizia o Arrebenta que:

"Nos tempos dos meus avós e bisavós, havia um solitário Rafael Bordalo Pinheiro, que editava a sua pequena gazeta caseira, onde satirizava o desgraçado Rei D. Carlos, que Deus tenha, e todos os dias lhe apreendiam a edição, com a reprimenda final de que, "se voltasse a caricaturar o Rei", o enfiavam na prisão, e o Rafael, teimoso, não o voltou a caricaturar: pintou uma barrica, com uma abóbora, a servir de cabeça, e lançou para a rua a nova edição."

A História é verdadeira, só que não se passou com Bordalo Pinheiro. Este não era nada solitário, e a sua gazeta era tudo menos “caseira”, pois não havia republicano com as costas mais quentes que ele.
A História passou-se com Leal da Câmara, que tinha muito mais nível que o mal-criado do Bordalo. Se Leal da Câmara vivesse hoje e caricaturasse o Presidente e Primeiro-ministro como caricaturou El-Rei D. Carlos, José Luciano, Hintze Ribeiro e João Franco, com certeza que andaria aos caídos, desempregado, sem lugar onde pudesse exercer a sua profissão e todas as portas se fechariam na sua cara, pois quem se mete com aqueles senhores, LEVA.

Aqui vai a famosa caricatura.


No entanto não estou de acordo com o que o Arrebenta propõe. O silêncio da Blogoesfera é exactamente o que Sócrates e o resto da “corja”, com particular destaque para todos os aprendizes que aspiram a ser “Juízes Veiga” desejam.

Nestes tempos em que nuvens negras escurecem os céus da nossa pátria é que a Blogoesfera, bem como todos aqueles para quem “liberdade de expressão” é algo mais que duas palavras vãs num discurso não se podem calar.

16 de junho de 2007

Içar a voz contra o vento

Já se adivinhava!

António Balbino Caldeira foi notificado por telefonema, de que terá que prestar declarações como arguído, no âmbito de inquérito judicial relativo ao assunto do percurso académico (e utilização do título de engenheiro) de José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa

Depois da bufaria via SMS da DREN, gerida por uma Guida Gorda, vem agora a notificação via telemóvel (não deveria ser por carta registada com aviso de recepção?) de António Caldeira, outros se seguirão. O rolo compressor maçónico-socialista está em movimento, se não for parado, todo o país será uma pista de alcatrão cinzento e uniforme, onde todos seremos livres de dizer bem e só bem do poder e governo Socialista.

António, já sabes que podes contar comigo!


Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio -- é tudo o que tem
quem vive na servidão.

Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados

Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.

E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.

Excertos de "Trovas do vento que passa" de Manuel Alegre. Poema que O Sr. "licenciado" em Engenharia Pinto de Sousa nunca leu.